São fãs de cinema ao ar livre?
Então, já arrancou a 2ª edição do CINECAPITÓLIO ROOFTOP, onde podem ir ver diretamente ao Capitólio em Lisboa, uma boa lista de filmes.
No
passado dia 26 de maio foi o evento de inauguração desta segunda edição que
promete para esta temporada, uma programação repleta experiências únicas de
cinema, enquanto se sente uma brisa fresquinha a acompanhar.
O
que não vai faltar são filmes para todos os gostos!
The
Mask, Inception,
Romeu e Julieta, Lost in Translation, 2001: Odisseia no Espaço,
Quatro Casamentos e um Funeral, Moulin Rouge, Notting Hill
são algumas das escolhas que podem ver num ambiente incrível e com headphones
wireless.
Num momento de sunset, este evento requintado e divertido proporcionou uma ótima experiência, escolhas acertadas em relação à música e juntando, a uma noite bastante agradável. Não só em termos de cinema ao ar livre com pipocas, mas com um bom cocktail e uma boa variedade de comida e bebida a acompanhar.
À
conversa com Rui Tendinha, responsável pela programação do Cinecapitólio
Rooftop
Durante
uma conversa com Rui Tendinha, jornalista, crítico de cinema e curador
responsável pela programação disse-me aquilo que podemos esperar este ano: “Este
ano, a ideia é tentar uma renovação do que se foi feito no ano passado. Mas,
tentar perceber quais foram os filmes que resultaram melhor. O tipo de filmes.
E ter filmes novos e ir buscar aqueles que resultaram melhor para quem não pode
ver”.
“Aquilo
que se pede é a experiência de ver alguns clássicos. Filmes que as pessoas
conheçam, mas ver neste contexto com headphones. É só incrível. Num sítio com a
melhor vista de Lisboa. E as pessoas quando vierem cá terem uma experiência,
como estar numa esplanada, um rooftop incrível de Lisboa com uma vista
magnífica. É ser mais do que ir ver um filme. É ir ver num contexto, numa experiência”.
Em
relação a filmes que valem a pena assistir neste contexto e neste espaço, Rui
Tendinha sugere: “Eu acho que é muito importante verem o filme do Estômago.
É um grande sucesso do cinema brasileiro. E que vai ser mostrado aqui num círculo
do cinema brasileiro que eu acho que está a adquirir um novo público, depois do
filme, Ainda Estou Aqui. Há muita afinidade para as pessoas em Portugal,
descobrirem o cinema brasileiro. E até mesmo os brasileiros que vivem cá. Todos
podem vir cá ver o filme”.
Aproveitem
para passarem uma noite maravilhosa de cinema neste espaço, de 27 de maio até
26 de setembro.
Podem
consultar a programação completa desta segunda edição em https://teatrovariedades-capitolio.pt/
Os
bilhetes estão à venda em https://capitolio.bol.pt/ ; na bilheteira do Teatro Variedades
(aberta de 2ª a sábado, das 17h às 20h, e domingo, das 13h às 16h), na Fnac, El
Corte Ingles, Worten e CTT.
Divulgação: Cinemundo
Antestreia
do filme, Em Zona Cinzenta e o que esperar desta obra de Guy Ritchie
Para
celebrar e assinalar a abertura de mais uma temporada, o Cinecapitólio Rooftop
e a Cinemundo juntaram-se para a antestreia do filme, Em Zona Cinzenta (In
the Grey, como título original). Esta é a nova produção de ação do
realizador Guy Ritchie que também é responsável pelo argumento. E reúne Jake
Gyllenhall, Henry Cavil e Eiza González.
Esta
é uma história de ação explosiva, estratégia e estilo onde nada é bem o que
parece. E onde se pode ver os únicos profissionais capazes de roubar mil
milhões de volta.
Então,
Rachel Wild (Eiza González) é uma negociadora contratada para recuperar
mil milhões de dólares roubados por um déspota com exército próprio numa ilha
privada. Para o que a lei não resolver, ela chama o Bronco (Jake
Gyllenhaal) e o Sid (Henry Cavill) — dois ex-agentes especiais com um
método próprio: planos minuciosos, saídas de emergência preparadas com
antecedência e a violência tratada como mais uma ferramenta de trabalho, a par
das injunções judiciais e da manipulação financeira. Entre os dois há uma
cumplicidade silenciosa que diz mais do que qualquer diálogo.
Temos
aqui uma equipa secreta de operacionais de elite que vivem nas sombras do
mundo, tão à vontade a exercer poder e influência como a manusear armas
automáticas e explosivos.
Contudo,
o que começa como um assalto impossível rapidamente piora, transformando-se
numa guerra total de estratégia, engano e sobrevivência.
Divulgação: Cinemundo
Este
filme, Em Zona Cinzenta tem a capacidade de entreter temporariamente o
espetador com a sua dose de ação envolvida em perseguições, explosões,
manipulações e tiroteios. No entanto, existe falhas e uma falta de fundamento
evidente no seu argumento e respetivo desenvolvimento, que acaba por não criar
grande interesse nesta narrativa, que às vezes, parece tão frágil.
Além
disso, infelizmente, não acrescenta nada de novo ao género. E apesar do seu bom
conteúdo de ação e do trabalho eficiente do seu elenco, isso não é suficiente
para atrair e prender totalmente a atenção.
Assim, esta obra mais recente de Guy Ritchie poderá vir a tornar-se facilmente esquecível.









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