Depois
de 5 anos de espera, o nosso super-herói Spider-Man está de regresso para Spider-Man:
Brand New Day (Homem-Aranha: Um Novo Dia, como título em português).
Baseado
mais uma vez na banda desenhada da Marvel criada por Stan Lee e Steve Ditko, o
filme é realizado por Destin Daniel Cretton.
O
elenco é composto por Tom Holland, Zendaya, Sadie Sink, Jacob Batalon, Jon
Bernthal, Tramell Tillman, Michael Mando e Mark Ruffalo.
É
UM NOVO DIA para Peter Parker. A combater o crime a tempo inteiro como
Homem-Aranha num mundo que já não se lembra dele, e perante a pressão de ver os
seus amigos de longa data seguirem em frente sem ele, Peter enfrenta uma
mudança que poderá estar para além do seu controlo. Mas essa transformação
poderá também ser a única forma de travar uma nova e chocante ameaça à cidade e
às pessoas que ama: um poderoso vilão que ninguém consegue sequer ver.
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Será
que Peter estará à altura deste novo desafio? Uma coisa é certa! Será mais uma
aprendizagem para esta figura carismática.
Quatro
anos se passaram desde os eventos que mudaram a sua vida para sempre. Agora,
Peter é um adulto que vive totalmente sozinho, depois de ter escolhido
apagar-se da vida de quem mais ama.
Como
Homem-Aranha está a passar por uma ótima fase, sendo que tem conseguido
proteger a sua cidade que infelizmente, já não o reconhece. No entanto, ele começa
a enfrentar uma pressão crescente que o leva a uma evolução física inesperada,
surpreendente e perigosa que inclui mudanças nos seus poderes e coloca em risco
a sua própria existência.
Enquanto
isso, surge um estranho padrão de crimes na cidade que dá origem a uma das
ameaças mais poderosas que ele já enfrentou. Para salvar a New York que tanto
ama, ele terá de descobrir até onde está disposto a ir e o que está preparado
para sacrificar.
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Spider-Man: Brand New Day é um novo capítulo na vida de Peter Parker que é completamente inovador e divertido. E transmite uma mensagem importante com o qual nos identificados e que nos faz refletir.
O maior destaque vai para a dinâmica espetacular e única entre Peter Parker e Frank Castle, sendo que eles encaixaram mesmo na perfeição. Foi mesmo tão bom vê-los a trabalhar juntos e a pessoa fica com uma grande vontade de assistir a mais cenas protagonizadas por esta dupla imbatível.
Os efeitos visuais e ângulos de filmagem escolhidos estão fantásticos. As cenas de luta e de ação são empolgantes, criativas e surpreendentes, principalmente a luta entre o Spider-Man e o Hulk.
Depois, existem momentos de nostalgia que nos transmitem traços tão característicos do filme, Shang-Chi.
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Em relação à história, é emocionante, madura, tem humor, aventura, ação e que dá para ver que é feito de coração.
Para além da mensagem interessante que entrega, também aborda temas pertinentes relacionados com a solidão, isolamento, procura pela identidade, entre outros.
No entanto, quando se chega ao fim, fica-se com a sensação de que ficamos com mais perguntas por responder do que respostas dadas. E a cena pós-créditos poderia ter sido bem melhor e ter uma ligação mais explícita ao futuro do universo da Marvel.
Já a introdução da Sadie Sink neste mundo foi bem conseguida e a pessoa fica com curiosidade em acompanhar a sua jornada.
Spider-Man: Brand New Day traz uma visão completamente nova deste super-herói que tanto adoramos e que é cativante.
Depois
de várias adaptações da heroína kryptoniana, chegou o momento de conhecermos a Supergirl
protagonizada por Milly Alcock.
Este
filme realizado por Craig Gillespie é baseado na aclamada série de banda
desenhada “Supergirl: Woman of Tomorrow” de Tom King e Bilquis Evely. O argumento
é de Ana Nogueira.
Para
além de Milly Alcock no duplo papel de Supergirl/Kara Zor-El, o elenco é
composto por Eve Ridley como Ruthye Marye Knoll, Matthias Schoenaerts
como o vilão Krem of the Yellow Hills, Jason Momoa como Lobo, e
David Corenswet, que está de volta com o papel de Superman. Emily
Beecham e David Krumholtz também fazem parte, interpretando os pais de Kara,
Alura e Zor-El.
Nesta
narrativa, quando um adversário implacável e inesperado atinge algo demasiado
próximo de casa, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl,
une forças, ainda que com relutância, com uma companheira improvável numa
jornada épica e interestelar movida por justiça e vingança.
Nesta
ameaça, Kara não responde com discursos inspiradores. Responde com
raiva, com atitude e com música alternativa a tocar de fundo.
Kara
Zor-El não é o Superman.
Não é aquilo que a pessoa esperava. Mas ela não quer saber da opinião de ninguém.
Supergirl tem superpoderes, um cão adorável e uma bagagem emocional que
nenhum cabo de aço consegue segurar. Cresceu com o peso de um nome impossível
de carregar, numa galáxia que espera que ela seja perfeita — e decidiu que não.
Antes
de tudo, esta é considerada como uma história de crescimento, de identidade e
de uma rapariga que está a descobrir quem é enquanto salva o universo.
Divulgação: Warner Bros. Pictures Portugal e Cinemundo
O
ponto de vista referido de seguida, não terá comparações com o material
original pelo qual foi baseado. Como não vi, a minha opinião será de acordo com
aquilo que foi apresentado neste filme.
Esta
nova visão de Kara Zor-El foi inicialmente apresentada no filme mais
recente do Superman que introduziu David Corenswet no papel deste
super-herói. Mesmo que tenha aparecido por breves instantes, Kara Zor-El
cria imediatamente uma vontade para se conhecer melhor a sua jornada,
acompanhada pelo seu adorável cão Krypto.
Apesar
de não ter grandes expetativas iniciais e de ter assistido a outras adaptações
de Supergirl, tinha curiosidade em ver se teríamos algo refrescante ou
até mais do mesmo.
Desta
vez, temos uma Kara Zor-El dura e imprevisível com os seus traumas, destroçada,
perdida e ainda, com dificuldades em encaixar-se, depois de ter sido obrigada a
fugir do seu lar. Mesmo com o apoio do seu primo, Kal-El, a sua
adaptação tem tido os seus desafios e parecia que a sua solução seria viajar
por diferentes planetas. E embebedar-se naqueles, em que ela não tinha poderes
para que assim, pudesse sentir algo.
Ela
até podia ter sobrevivido à queda de Krypton. Porém, decidiu que não
iria dar satisfações a ninguém, nem vestir a capa e assim, não salvaria ninguém.
Um
dia, ela conhece Ruthye Marye Knoll, uma rapariga que tinha acabado de
perder os pais e com uma sede de vingança para encontrar o culpado. Por isso, estava
decidida a fazer justiça pelas próprias mãos.
Acrescentando
a isso, o seu amor de quatro patas corre risco de vida e só ela o pode salvar. Será
que é desta que Kara Zor-El vai sair da sua bolha de auto-destruição? E
finalmente, seguir o caminho que era suposto?
Divulgação: Warner Bros. Pictures e Cinemundo
Supergirl é daqueles filmes de super-heróis que
é dinâmico, tem momentos de ação na dose certa e que vai entreter. Mas, falta-lhe
a capacidade de transmitir emoção e de desenvolver as suas personagens, principalmente em relação à protagonista. Pessoalmente, esperava que fosse uma
história com um tom mais emocionante. Até porque é abordado um dos traumas da Supergirl. E infelizmente, são percetíveis os erros no
argumento e muitas das personagens seriam facilmente descartáveis.
Tanto
Milly Alcock, como Jason Momoa fizeram um trabalho bastante competente e
aproveitaram ao máximo, a partir daquilo que lhes deram. E dessa forma, conseguiram
prender a atenção do público. Cada um à sua maneira.
No
caso de Milly Alcock, ela fez uma boa performance desta heroína kryptoniana,
onde temos a possibilidade de conhecer brevemente mais camadas da sua
personalidade, principalmente os efeitos que os seus traumas têm tido nas suas escolhas
mais recentes. E como ela tenta não se importar com nada, mas na realidade, não
é bem assim.
Vemos
uma visão bem diferente daquilo que já nos foi mostrado noutras adaptações,
sendo que mesmo assim, acaba por complementar muito pouco à sua história. E
isso, também foi devido a não ter existido aqui um grande desenvolvimento da personagem.
Divulgação: Warner Bros. Pictures e Cinemundo
Uma
das partes que mais apreciei neste filme foram as cenas partilhadas entre ela e
o Krypto que elevaram mais a história. Acho que se tivessem adicionado
mais cenas entre ambos e do próprio Krypto, então teria sido, sem
dúvida, uma mais-valia.
Além
disso, há que também realçar as cenas protagonizadas por David Corenswet, como Superman.
Ele adiciona um lado mais ternurento e traz de volta, a ligação e a preocupação
genuína de Kal-El com Kara Zor-El.
Já
em relação ao Jason Momoa, ele dá vida ao implacável caçador de recompensas com
o nome de Lobo. Uma personagem bastante interessante, onde em cada cena
em que participa, ele é a estrela. E dá mesmo para se perceber que o ator se
estava a divertir muito neste papel. Teria sido benéfico, se ele tivesse
surgido mais vezes no ecrã. Agora, é esperar que possamos ter mais
oportunidades para vê-lo como Lobo.
Supergirl tinha potencial para se tornar num
grande destaque, mas o seu produto final acaba por ser nada de especial. E
poderá correr o risco de vir a se tornar num filme que vários espetadores
acabam mesmo por esquecer.
Mesmo assim, isso não
tira a vontade de querer continuar a acompanhar as aventuras de Supergirl
na companhia de Krypto e ainda, a partilhar o ecrã com o Superman.
De seguida, partilho a minha crítica mais resumida deste filme que está disponível na conta de YouTube do A Geek Traveller.
Chegou
o momento de Disclosure Day (O Dia da Revelação, como título em português),
uma nova descoberta que promete muita ficção científica. É realizado por Steven
Spielberg, o cineasta que redefiniu o imaginário coletivo sobre a vida
extraterrestre.
O elenco é
composto por Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman
Domingo, Wyatt Russell e Henry Lloyd-Hughes.
Já
a banda sonora fica a cargo do lendário compositor John Williams, assinalando
assim, a 30ª colaboração com Steven Spielberg e reforçando o estatuto do filme
como um dos grandes eventos cinematográficos do ano. No argumento, temos Steven
Spielberg e o David Koepp que se reúnem para mais uma produção.
Neste
caso, temos a apresentação de uma história original sobre o momento em que a
humanidade é confrontada com a prova definitiva de que não está sozinha no
universo.
Agora
e se, de um momento para o outro, o mundo inteiro soubesse? E se a verdade — aquela
que governos e agências mantiveram em segredo durante décadas — fosse
finalmente revelada a sete mil milhões de pessoas em simultâneo.
Divulgação: Universal Pictures Portugal e Cinemundo
Margaret (Emily Blunt), meteorologista, está
no ar numa transmissão em direto quando sinais e padrões de comunicação
anómalos começam a interromper as emissões de todo o mundo. Daniel (Josh
O’Connor), especialista em cibersegurança, deteta simultaneamente a origem dos
sinais — e percebe que se trata de inteligência extraterrestre. Juntos, os dois
investigadores arriscam tudo para trazer a verdade ao público.
Do
outro lado da barricada, uma figura de autoridade (Colin Firth) tenta a todo o
custo impedir a divulgação — convicto de que a revelação provocará o colapso da
ordem mundial. Disclosure Day não é apenas um filme sobre extraterrestres:
é uma pergunta sobre o que acontece à humanidade quando a maior mentira de
sempre deixa de ser sustentável.
Desde
o início que é colocada a questão. Se houvesse provas a comprovar que afinal
não estamos sozinhos, então como seria a nossa reação? Será que ficávamos
assustados? Ou, simplesmente aumentava a nossa curiosidade em querer saber
mais?
O
maior foco é explorar o impacto global da revelação da existência de vida
alienígena, enquanto deixa em aberto, grande parte da narrativa, para assim, preservar
o mistério.
Já
imaginaram como seria alguém, como Margaret estar numa emissão em direto
e é subitamente afetada por estranhos sons e padrões de comunicação? Automaticamente
se pensaria que algo estaria errado, não é verdade?
Enquanto
isso, outras pessoas lidam com sinais inquietantes e imagens enigmáticas.
Divulgação: Universal Pictures Portugal e Cinemundo
Disclosure
Day é um espetáculo
visual impressionante e impactante, que entrega uma mensagem poderosa e intensa
sobre o valor da empatia, verdade, espiritualidade, humanidade, comunicação, fé
e como não se deve perder a esperança. E tudo é feito com uma grande
generosidade e compaixão, por parte de Steven Spielberg, que é acompanhado por
uma banda sonora estrondosa da responsabilidade do lendário John Williams. Uma
banda sonora que amplifica o tom misterioso da narrativa.
A
experiência em si é imersiva e envolvente, sendo que há momentos que conseguem
ser tão inquietantes e emocionantes. O filme desperta aquela curiosidade
genuína sobre o desconhecido e nos faz questionar e refletir sobre o que
realmente existe para além daquilo que conhecemos. Isso foi uma das partes que mais
me cativou.
Depois,
a forma como os acontecimentos são apresentados faz com que tudo pareça muito
familiar com a nossa realidade. Como se aquela revelação pudesse acontecer a
qualquer momento. E isto, fosse um tipo de preparação para nos aproximar,
melhorar os meios de comunicação e ter noção, do que poderia ocorrer, caso
fosse na vida real.
Um
dos maiores impactos é sem dúvida, os 20 minutos finais, no qual nos tira o
fôlego e nos deixa perplexos e completamente sem palavras. Parecia que estávamos
realmente a assistir a um telejornal, que estava a acompanhar uma descoberta
histórica em tempo real. E depois estarmos a vivê-lo com a mesma intensidade do
que as personagens. Para quem cresceu fascinado por estes temas relacionados
com os extraterrestres, aqueles momentos finais fazem-nos sentir que fazemos parte
de algo muito importante. E de que não estamos sozinhos.
Além
disso, há que destacar a performance espetacular, cativante e emocionante de
Emily Blunt. Ela brilha em cada cena e rouba todas as atenções. Basta um
simples olhar para criarmos uma empatia imediata por ela. Este é um dos
trabalhos mais marcantes da sua carreira e ela merece todos os aplausos e
reconhecimento.
Divulgação: Universal Pictures Portugal e Cinemundo
Em
relação à história, tem as suas imperfeições e deslizes. Poderiam ter mostrado
e aprofundado mais detalhes sobre a vida alienígena e a sua tecnologia. E houve
alturas que parecia que se estava a arrastar e até poderia ter tido mais ação.
O
final deixa-nos com aquela sensação de que ficámos pendurados e que haveria
mais para apresentar. Acredito que todo o filme também quer que tenhamos a
nossa própria interpretação. Mas, sinto que terminou na altura errada. Pois,
deram a entender de que haveria mais para contar.
Disclosure
Day é um thriller de sci-fi
com um ar vintage que é envolvido em mistério, conspiração, perseguições,
aventura, ação e suspense, no qual é preciso ter um pouco de tempo para se
processar. A cinematografia, edição, som, cenografia e efeitos especiais estão
fabulosos. Todo o elenco faz um ótimo trabalho e temos boas sequências de ação.
É mais um clássico de Steven Spielberg sobre alienígenas que nos deixa a pensar.
É
uma perspetiva diferente e mais surreal daquilo que estamos habituados a ver em
filmes sobre extraterrestres. Aqui, eles não apresentam qualquer ameaça e
simplesmente querem criar contacto e quem sabe, gerar um tipo de ligação. E para
os humanos, apresentam-se em formas familiares.
Divulgação: Universal Pictures Portugal e Cinemundo
Este
filme é uma viagem intrigante que diverte e transmite que todos merecem saber a
verdade sobre a existência de vida fora do planeta Terra. E torna-se numa luta
desesperada para que isso se concretize, onde não vão faltar conflitos, questões
morais, perguntas que precisam de respostas e peças de um puzzle que precisam
de ser encaixadas.
Pode
dividir opiniões, mas é daquelas produções com um storytelling que nos
faz sentir algo, cria discussões interessantes e que deve ser vista sem
julgamentos. E também contém uma mensagem que merece muito ser ouvida.
De
um modo geral, Steven Spielberg continua a ser um mestre no cinema, fez um trabalho
mágico e conseguiu entreter o espetador. E até parece que ele sabe de algo que
não sabemos.
Para mim, quando temos
um novo filme de Steven Spielberg é uma espécie de celebração. E somos mesmo
sortudos, em viver na mesma altura em que o Steven Spielberg está a fazer
filmes.
Já
chegou o franchise lendário para liderar uma épica aventura em live-action.
Falamos de Masters Of The Universe que é realizado por Travis Knight e é
baseado no material da MATTEL.
O
elenco é constituído por Nicholas Galitzine, Camila Mendes, Alison Brie, James
Purefoy, Morena Baccarin, Jóhannes Haukur Jóhannesson, Charlotte Rilley,
Kristen Wiig, Idris Elba e Jared Leto.
Neste
enredo, após 15 anos separados, o Príncipe Adam (Nicholas Galitzine)
descobre a sua Espada do Poder e regressa a Eternia, onde encontra a sua
terra natal devastada pelo domínio maléfico de Skeletor (Jared Leto).
Para salvar o seu mundo e proteger a sua família, Adam terá de unir
forças com os seus aliados mais próximos, Teela (Camila Mendes) e Duncan/Man-At-Arms
(Idris Elba) e assumir o seu verdadeiro destino como He-Man, o herói
mais poderoso do universo.
Primeiramente,
inicia-se em Eternia, quando Adam era tratado como uma criança.
Este era um reino com um brilho próprio que estava em paz e no qual, as novas
gerações treinavam para possíveis futuras guerras. E assim, defenderem o seu
reino.
Aqui
as lendas não nascem, elas são forjadas.
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Contudo,
havia quem não levasse o treino tão a sério, como foi o caso de Adam,
que tinha outras prioridades em vista. Um dia, de um modo inesperado, Eternia
é atacado pelo vilão Skeletor (Jared Leto) e o líder deste reino teve de
render-se. Depois de ficarem prisioneiros de Skeletor, ele e a mulher
nunca mais foram vistos. E foi assim, que Skeletor tornou-se no novo Rei
de Eternia, cujo futuro deste lugar iria se tornar num pesadelo.
Durante
a conquista de Skeletor, Adam, o herdeiro de Eternia
conseguiu fugir para a Terra, utilizando um portal. E levando consigo, um bem
com poder absoluto que era bastante precioso. No entanto, durante a viagem
perdeu-o. E não iria descansar, enquanto não encontrasse.
Entretanto,
Skeletor não estava satisfeito, porque faltava-lhe a Espada do Poder,
que lhe iria transformar na figura mais poderosa. E sem isso, poderia ocorrer
uma Rebelião para tentar tirá-lo do trono.
Enquanto
isso, passam 15 anos e vemos um Adam mais adulto a viver uma vida normal
na Terra, mas a continuar a sonhar com o regresso à sua terra natal. É aí que
vemos uma pessoa diferente, atrapalhada e com competências valiosas de
comunicação que lhe poderiam, quem sabe, ser úteis mais tarde.
No
entanto, num dia, o seu passado acabaria por apanhá-lo. E Adam teria de
se tornar no herói que Eternia realmente precisa para vencer Skeletor.
Será que ele está preparado para essa grande responsabilidade?
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Para
uma iniciante neste mundo, Masters Of The Universe é uma aventura
empolgante e divertida, repleta de energia e ação que possui uma essência
atrativa e leve. No meu caso, é uma ótima introdução a este universo que nos
faz viajar para o seu interior e ter assim, uma experiência mais imersiva.
Um
dos destaques vai para Jared Leto na sua interpretação de Skeletor. Ele
consegue roubar cada uma das cenas em que está presente e naturalmente,
brilhar. E faz um ótimo trabalho, enquanto vilão.
Já
Nicholas Galitzine faz um bom desempenho no papel deste herói que vai ganhando
confiança em si e fazendo o necessário para depois ser merecedor da sabedoria
de Grayskull. Ele cativa e de um modo genuíno, prende a atenção do
público que depois cria empatia e ligação pela personagem. Uma coisa é certa!
Pelo poder de Grayskull, Adam tem o poder!
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A
história em si não é ambiciosa e não é levada a sério. Infelizmente, faltou
desenvolvimento nas personagens, principalmente do protagonista. É que não se
soube grande coisa sobre os anos em que ele passou na Terra, o que aprendeu e
como chegou à sua idade adulta e ao momento em que o encontramos no presente.
Em
relação ao seu lado mais cómico e ridículo, nem sempre acerta. Claro, que
existem momentos de humor com saídas bastantes engraçadas. Mas, depois também
temos outros menos frequentes que acabam por ser forçadas e/ou piadas secas. E
que nem sempre combina com o que está a acontecer. Num geral, tem uma boa
capacidade de gozar com o seu próprio mundo e incluindo piadas que realmente
resultam.
Adicionalmente,
também poderá haver uma divisão a nível de opiniões e acredito que poderá mesmo
não agradar a todos.
Mas
mesmo assim, dá para ver que é feito com carinho e respeito pelos admiradores do
franchise. E para alguns, poderá oferecer uma certa sensação de nostalgia
perante o original.
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Então,
Masters Of The Universe faz-nos sair da nossa realidade e simplesmente,
tem uma magia única em cativar e atrair quem está a ver. E naturalmente, cria
vontade em querer acompanhar mais a jornada de cada uma das personagens.
Além
disso, este filme composto por um elenco competente e cores tão vivas é
puramente generoso com tudo aquilo que nos entrega. Pelo design de produção,
pelas cenas de ação com algumas coreografias de lutas criativas e pela música
fenomenal que fica no ouvido. Pelos bons efeitos visuais e pelos cenários
maravilhosos construídos ao detalhe e ainda, figurinos que encaixam tão bem. E
até pela própria mensagem bonita que transmite, principalmente em termos de
comunicação que também proporciona momentos de maior emoção. A comunicação é
vital para a relação entre cada um e às vezes, pode vir a evitar muitos
conflitos.
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Masters
Of The Universe é uma
excelente fonte de entretenimento, onde o tempo voa e cria interesse em ver
mais. Possui uma boa dose de paródia, ironia, estranheza, silêncios
desconfortáveis, explosões e mitologia. Sinceramente, eu acho que merecia mais
reconhecimento. E cumpriu com o objetivo de trazer um mundo maravilhoso e
vibrante à realidade, envolvido em bondade e esperança e entregando assim, ao
espetador, uma jornada descontraída em live-action a partir de um
conjunto de histórias de banda desenhada e de animação que têm feito parte da
vida de muitas pessoas.
Por isso, não vão com
expetativas e vejam, sejam fãs deste mundo ou estejam a descobri-lo pela
primeira vez. E no maior ecrã, juntem-se a esta aventura de fantasia por um
universo muito rico e com ainda, muito potencial para dar.
Está
na hora da nova aventura por uma galáxia muito, muito distante da dupla irresistível,
The Mandalorian and Grogu!
Após
participarem durante três temporadas, na série The Mandalorian que está
disponível na plataforma de streaming da Disney+, os dois protagonistas voltam para
participarem numa nova viagem. Esta narrativa é completamente independente da
série. Por isso, se nunca viram a série, não tem problema.
E
finalmente o que mais esperávamos acontece. Depois de sete anos, um filme do
universo de Star Wars está de regresso ao grande ecrã! No entanto, esta
produção realizada por Jon Favreau tem dividido muito as opiniões. Será que vale
a pena ir assistir?
Para
além de Pedro Pascal, temos no elenco nomes, tais como: Sigourney Weaver, Jeremy Allen White, Martin
Scorsese, Steve Blum, Jonny Coyne, Hemky Madera, entre outros.
Divulgação: Lucasfilm e Disney Portugal
Nesta
história, o Império caiu e os senhores da guerra imperiais permanecem espalhados
pela galáxia. Enquanto a incipiente Nova República trabalha para proteger
tudo pela que a Rebelião lutou, recrutam o lendário caçador de
recompensas Mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) e o seu jovem
aprendiz Grogu.
Para
quem assistiu à série e é um grande espetador de Star Wars, então vai reconhecer
algumas referências e easter eggs espalhadas por este filme. Além disso,
este grupo de pessoas já tinha testemunhado às várias histórias sobre o caçador
de recompensas Mandaloriano e uma criança com o nome de Grogu.
Mesmo assim, logo no início do filme, há uma breve introdução ao mundo que
estamos prestes a assistir para quem nunca tenha visto qualquer projeto de Star
Wars se consiga situar. Por isso, não há um único momento, em que um iniciante
possa perder-se no rumo desta trama aventureira.
Divulgação: Lucasfilm e Disney Portugal
Neste
caso, vamos assistir a uma missão a ser executada pelo Mandaloriano e
com Grogu, como o seu parceiro. Esta missão é autónoma e nada relacionada
com os eventos da terceira temporada da série que foram de qualidade inferior.
Esta decisão até pode ser um dos motivos pelo qual algumas pessoas não gostaram
do filme. Pois, aquilo que tinha acontecido anteriormente na série, parecia ter
sido descartado. E acabaram por querer trazer algo muito mais simples que
funciona, caso se queira viver apenas uma jornada divertida ao lado destes dois
protagonistas.
Neste
momento, Din Djarin está a trabalhar para a Nova República, no
qual ele só caça criminosos de guerra do Império. E aqueles vilões que estiverem
na lista, ele vai eliminar. A Nova República precisa de um profissional para
impedir outra guerra e ele é o escolhido. Para cumprir a sua próxima missão, o Mandolariano
vai precisar de mais informações para encontrar os seus alvos.
Divulgação: Lucasfilm e Disney Portugal
The
Mandalorian and Grogu
é uma aventura incrível, alucinante e emocionante que nos faz sair da nossa própria
realidade. E assim, viajar por uma galáxia muito, muito distante e tudo na
companhia desta dupla vencedora que é tão carismática, principalmente o
adorável Grogu.
Também
se destaca por uma banda sonora perfeita nas mãos do talentoso Ludwig Göransson.
Cada uma das músicas introduzidas cria um maior impacto nas cenas que estamos a
assistir. E não nos vamos esquecer das cenas de ação e de luta com coreografias
fantásticas a acompanhar e que prendem logo a atenção.
São
vários os momentos em que somos transportados automaticamente para este
universo mágico e brilhante, sendo que ficamos com a perceção que estamos a
viver uma experiência imersiva, juntamente com as personagens. Essa sensação
acontece muito, devido aos ângulos de filmagem escolhidos, à boa cinematografia,
os cenários construídos e aos bons efeitos visuais apresentados. O que não
falta são situações que nos fazem rir, no qual são maioritariamente protagonizadas
pelo Grogu e por elementos da espécie dos Anzellans. Outras, em
que colocamos a nossa imaginação à prova. E que aproveitamos para viver
realmente o momento.
Divulgação: Lucasfilm e Disney Portugal
A
estrela e o destaque da história é sem dúvida, o Grogu que rouba todas
as atenções! Este é o miúdo guloso, apaixonante, bastante fofinho e super engraçado
com um espírito livre que viverá séculos depois do Mandaloriano. E às
vezes, ele mete-se em sarilhos, usa a força para apanhar aquilo que quer e costuma
tocar nos botões errados. Qualquer cena em que Grogu esteja presente, ele
brilha e transmite uma energia contagiante e uma alegria imediata. Uma coisa é garantida.
O Mandaloriano não estará sempre presente para protegê-lo. Quando chegar
a essa altura, o que poderá acontecer com o Grogu?
Nesta
jornada, é-nos mostrado um pouco do amadurecimento do Grogu e conseguimos
vê-lo mais independente, quando é preciso. Enquanto isso, ele também demonstra
todo o seu amor e carinho pelo Din Djarin.
E
para além da missão que eles têm em mãos, o foco também vai para a química e a cumplicidade
evidente deste duo que é muito cativante e que, por vezes, até emociona. É
interessante ver os perigos que enfrentam juntos, a dinâmica que têm como pai e
filho e acompanhar um pouco mais da evolução da relação deles, sendo que
transmitem mensagens bonitas. Uma delas é que os velhos protegem os novos. E
depois, os novos protegem os velhos. Nesta história, assistimos a uma situação dessas
em primeira mão que é um exemplo perfeito de uma dessas mensagens tão tocantes.
Divulgação: Lucasfilm e Disney Portugal
Também
gostaria que tivesse havido mais tempo em cena do Pedro Pascal sem capacete.
Acredito que poderia ter criado uma conexão ainda maior com a personagem.
Rotta,
the Hutt foi uma boa
adição e surpresa, mas houve alturas que parecia que ele estava um pouco
deslocado. Outras teve um bom destaque. E em relação à sua voz, estava
ligeiramente estranha e mais artificial. Porém, gostei de assistir à dinâmica
dele com o Grogu.
Uma
coisa que rapidamente se nota é que este filme é uma extensão da própria série,
The Mandalorian. Como se vários episódios da série se juntassem ao longo
de mais de duas horas de duração. Ou seja, temos a sensação de que estamos a
assistir à série, mas no grande ecrã. Isso a mim, não me incomoda e até é curioso
encontrar as semelhanças e as diferenças.
Divulgação: Lucasfilm e Disney Portugal
The
Mandalorian and Grogu
merece ser vista em IMAX e irá de certeza, conquistar uma nova geração e
entreter os fãs de Star Wars, mesmo que não seja nada de inovador. Não
precisa de se ver outros projetos de Star Wars para entender este filme,
porque introduzem o contexto que é necessário e tudo é executado de um modo
muito simples.
Como
referido anteriormente, a história em si é muito simples e preferiu não
arriscar em algo mais inesperado ou nunca antes visto. Contudo, temos cenas hilariantes
alienígenas, blasters, novos monstros, perseguições, ação, combates, muitos
tiros disparados e planos de vingança a serem colocados em marcha. E também a
introdução de personagens que se tinha interesse em se ver no grande ecrã. Tudo
isso e muito mais.
Para
mim, quando vemos um filme, seja ele qual for, o mais importante é que o mesmo
consiga entregar um ótimo produto de entretenimento. The Mandalorian and
Grogu envolvido em ficção científica, fantasia, aventura e ação faz isso
muito bem e diverte. É um bom presente para celebrar este mundo que tanto
admiramos e no qual sentimos todos o tipo de emoções.
Há
frases marcantes que ficarão para sempre na nossa memória. This Is The Way
(Este é o Caminho, em português) é um desses exemplos que acaba por nos
fazer associar imediatamente a estas personagens principais e ainda, a refletir
sobre a vida em si.
Divulgação: Lucasfilm e Disney Portugal
Concluindo,
é verdade que o universo de Star Wars precisa de inovação. Precisa de
algo bombástico e extraordinário que faça a pessoa ficar completamente
entusiasmada com o futuro deste mesmo universo. E isso já aconteceu, por
exemplo, com a série Andor que foi das maiores surpresas que existiram até
agora. Assim, acredito plenamente que nos vamos surpreender, ainda mais, com os
próximos projetos de Star Wars.
Por
isso, vejam The Mandalorian and Grogu sem qualquer tipo de expetativa e vão
de mente aberta. É mesmo uma experiência gratificante e um filme para ver em
família! Apertem os cintos para fazerem esta viagem divertida e cheia de ação com
este duo imbatível por uma galáxia muito, muito distante…
De seguida, partilho vídeos que fiz dedicados a este filme!