Durante
a 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa, um dos destaques foi a apresentação do
1° episódio de Sandokan: The Pirate Prince, cuja série pode ser vista em
breve no canal AXN. E que teve um Q&A com a presença exclusiva de Ed
Westwick que interpreta o Lord James Brooke. Durante a sua passagem por
este evento e especificamente na sala, The Chapel, ele esteve a responder a
perguntas sobre a série e sobre a sua carreira.
Sandokan:
The Pirate Prince é
uma produção internacional que tem sido muito aguardada, sendo que o elenco é
constituído por Can Yaman, Alanah Bloor, Alessandro Preziosi, Ed Westwick e
John Hannah.
O
protagonista desta história é interpretado por Can Yaman, sendo que Sandokan
é uma das figuras mais lendárias da literatura de aventuras que nasceu da
imaginação do autor Emilio Salgari.
Aventura,
paixão, revolução e amor pela natureza são alguns dos temas que são apresentados
em Sandokan. A história mergulha nas origens do mito, explorando a
jornada do Tigre da Malásia, desde um simples aventureiro até se tornar
num príncipe pirata.
Em
meados do século XIX e localizado em Bornéu, temos um paraíso tropical habitado
pelas tribos nativas Dayak, mas dominado pela lei impiedosa dos colonizadores
britânicos, Sandokan (Can Yaman) é um pirata que vive apenas para si e
para a sua tripulação, liderada pelo leal Yáñez (Alessandro Preziosi).
No
entanto, tudo muda quando, durante uma incursão, conhece Marianne
(Alanah Bloor), a bela filha do cônsul britânico em Labuan. É o início
de uma história de amor impossível entre duas almas gémeas: Marianne, de
sangue europeu e nobre, mas com o espírito selvagem de quem cresceu num paraíso
tropical. Já Sandokan é um pirata aventureiro que carrega nas veias, sem
o saber, o sangue de antigos reis guerreiros.
Depois
temos o lendário caçador de piratas Lord James Brooke (Ed Westwick), que
não recuará perante nada para capturar Sandokan e conquistar o coração
de Marianne.
Estes
protagonistas lutarão por si e pelo seu amor, mas vão acabar por perceber que
afinal fazem parte de algo maior: a história de um povo que luta pela liberdade
e pela preservação da natureza virgem.
Por
isso, Sandokan terá a obrigação de tornar-se muito mais do que um
pirata, ou seja, ele irá tornar-se no lendário Tigre da Malásia.
Divulgação: AXN Portugal
Neste
remake do grande clássico Sandokan, Can Yaman é o novo pirata malasiano,
enquanto Ed Westwick será o seu grande rival com o nome de Lorde James
Brooke, sendo que nos é dada a chance de reviver a lenda deste carismático
pirata do mar da Malásia.
Como
apreciadora de séries históricas e principalmente de tudo o que esteja relacionado
com piratas, claro que a minha curiosidade em conhecer esta nova produção surgiu
imediatamente. Agora será que vale a pena?
Apesar
de só ter assistido apenas ao primeiro episódio, posso dizer desde já que foi
uma ótima surpresa. Desde o início que começamos a acompanhar Sandokan a
enfrentar forças opressoras, enquanto está a lutar pela liberdade, não só a
dele e da sua tripulação, mas também pela liberdade de um povo específico.
Sandokan:
The Pirate Prince é apresentada
como uma aventura cativante e requintada cheia de ação intensa, lutas peripécias,
intrigas, batalhas e perseguições sem fim que envolve e cria um interesse
imediato a quem está a ver. E onde não irá faltar um romance proibido, paixão,
revolução, coragem, conflitos, muito amor e rebeldia pelo meio.
Esta
série possui uma identidade própria e tem um lado espiritualmente mais selvagem
que depois é acompanhada por uma banda sonora que encaixa com a trama, na qual aborda
assuntos pertinentes, a lealdade e também desenvolve as consequências da lei
implacável do Império Britânico e aquilo que faz aos mais desfavorecidos.
Um
dos principais destaques vai para a cinematografia e os cenários que surpreendem
pela positiva e deixam qualquer um sem palavras. A época em que a narrativa está
inserida é muito bem reconstituída, sendo que apesar de ser apresentada num tom
moderno, acabam por respeitar e ter atenção a todos os pormenores da mesma.
Depois
temos Can Yaman a dar vida a este pirata guerreiro que foi sem dúvida, uma boa
escolha para este herói, pois consegue criar logo uma ligação com o espetador e
ainda, faz com que se fique com uma maior vontade em querer acompanhar a sua
jornada.
Já
Ed Westwick é o antagonista deste drama e acho que o facto de ele estar a
interpretar uma personagem diferente do seu registo habitual faz com que a
pessoa também tenha curiosidade em assistir.
Por
tudo isto, dá para perceber que Sandokan: The Pirate Prince transmite um
amor pela natureza, enquanto proporciona diversão. Além disso, tem uma história
mais inovadora e com potencial para entregar uma obra poderosa e muito mais.
Não
percam a série Sandokan: The Pirate Prince no canal do AXN, que irá
trazer de certeza, uma lufada de ar fresco!
De seguida, deixo-vos com um momento, onde depois do visionamento do primeiro
episódio desta produção, eu tive a oportunidade de fazer uma pergunta ao Ed
Westwick que ocorreu na 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa! E partilho também algumas fotografias da presença deste ator.
Gostariam de saber como é a magia por trás da produção da série The Head e ainda pormenores sobre os seus bastidores? O realizador Jorge Dorado partilha a sua experiência neste projeto!
Realizada por Jorge Dorado e produzida pela MediaPro, o estúdio espanhol associado da Hulu Japan, The Head é um thriller psicológico que nos guia, a cada episódio, por um verdadeiro jogo de detetives onde o assassino pode ser qualquer um. Podem acompanhar esta história no canal português AXN.
Na primeira temporada, um grupo de cientistas de elite instala-se para uma longa noite polar na Estação de Pesquisa da Antártida Polaris VI. Porém, no pico do inverno, a base perde subitamente as comunicações com o mundo exterior, e começa um violento pesadelo.
Na segunda temporada passaram seis meses depois do trágico acidente na Antártida, onde a equipa encontra-se agora em Point Nemo, um dos lugares mais conhecidos do mundo por ser, também, um dos mais afastados da costa. Aqui, no meio do oceano, Dr. Arthur Wilde (John Lynch) e a sua nova tripulação descobrem aquela que parece ser a solução biológica para as alterações climáticas que ameaçam a população mundial. Tudo parece alinhado, e a viagem de regresso prestes a decorrer, quando um dos membros do grupo é encontrado decapitado. Quem é o responsável? Estará o pesadelo de volta?
Pois é! Arthur Wilde e a sua equipa voltam a entrar em ação, numa aventura que tem por objetivo encontrar a solução para as alterações climáticas. Após abandonar a base internacional na Antártida, a equipa encontra-se num enorme navio de carga que navega no meio do Oceano Pacífico. Quando tudo parece estar alinhado, o pior acontece: o seu melhor cientista é encontrado decapitado e ninguém sabe quem é o responsável. Mais um mistério que precisa de ser resolvido e ainda nos vai deixar mais prendidos ao ecrã!
Num filme ou numa série, muitas vezes não é abordado o lado por trás das câmaras que é igualmente importante, trazendo os seus desafios. É fundamental para depois nos dar o resultado que tem a capacidade de nos cativar, através de cada cena transmitida. Como é construída uma produção constituída por um elenco com várias nacionalidades? Quais são os passos que são dados para se realizar uma produção deste tipo?
Quando estamos a acompanhar uma história não é só o desempenho dos atores ou as cenas que importam, mas a forma como elas nos são apresentadas. O argumento em si acaba por ter um impacto específico que é feito também pela perspetiva que o realizador quer entregar para o público.
A convite do canal AXN, tive a oportunidade de estar presente num evento dedicado à série The Head que teve o realizador Jorge Dorado como convidado. Graças a este evento, soubemos mais como esta série foi realizada e ainda os desafios que fazem parte.
Além disso, eu estive à conversa com Jorge Dorado e como tenho curiosidade, relativamente ao trabalho que o realizador tem para colocar a sua visão e contar uma história que consiga criar uma ligação com o espetador. Então, foi sem dúvida, ótimo aprender mais sobre este tema!
Não percam The Head no AXN! De seguida, partilho com vocês a entrevista. Um agradecimento ao canal AXN por esta oportunidade e ao Jorge Dorado pela sua disponibilidade e por uma conversa bem interessante!
Quem está a acompanhar a série The Head no canal português AXN?
Realizada por Jorge Dorado e produzida pela MediaPro, o estúdio espanhol associado da Hulu Japan, The Head é um thriller psicológico que nos guia, a cada episódio, por um verdadeiro jogo de detetives onde o assassino pode ser qualquer um.
Na primeira temporada, um grupo de cientistas de elite instala-se para uma longa noite polar na Estação de Pesquisa da Antártida Polaris VI. Porém, no pico do inverno, a base perde subitamente as comunicações com o mundo exterior, e começa um violento pesadelo.
Na segunda temporada passaram seis meses depois do trágico acidente na Antártida, onde a equipa encontra-se agora em Point Nemo, um dos lugares mais conhecidos do mundo por ser, também, um dos mais afastados da costa. Aqui, no meio do oceano, Dr. Arthur Wilde (John Lynch) e a sua nova tripulação descobrem aquela que parece ser a solução biológica para as alterações climáticas que ameaçam a população mundial. Tudo parece alinhado, e a viagem de regresso prestes a decorrer, quando um dos membros do grupo é encontrado decapitado. Quem é o responsável? Estará o pesadelo de volta?
Uma das personagens que mais se tem destacado nesta combinação de thriller com mistério e drama é sem dúvida, a Dr. Maggie Mitchell. Uma jovem com um comportamento bem peculiar que esconde segredos, mas que é a chave no meio de tanta tragédia.
A convite do canal AXN, estive à conversa com a Katharine O'Donnelly que desempenha a Dr. Maggie Mitchell, sendo que partilhou a sua experiência em fazer parte desta série ao longo de 2 temporadas que conta com um elenco de diversas nacionalidades. E ainda contou alguns pormenores sobre a sua personagem, o que podemos esperar desta temporada mais recente e muito mais.
Não percam The Head no AXN! De seguida, partilho com vocês a entrevista. Um agradecimento ao canal AXN por esta oportunidade e à Katharine O'Donnelly pelo seu tempo e por uma conversa muito agradável!
Accused é uma das séries do momento que tem conquistado o
público, desde o seu primeiro episódio e podem acompanhá-la no canal AXN.
A sua produção é baseada na antologia da BBC com o mesmo nome, sendo que já
tem uma segunda temporada confirmada. É constituída por quinze episódios
dedicados aos verdadeiros amantes de séries de crime, onde, durante 60 minutos,
os espetadores são confrontados com um novo caso por resolver, onde a moral e
os preconceitos são postos à prova, assim como as experiências de vida de cada
um.
Ainda não começaram a ver Accused? Então deixo-vos com 4 razões para
fazerem uma maratona de uma das mais recentes séries de sucesso!
1. Howard Gordon
Alguns já devem ter ouvido falar deste nome, verdade? Howard Gordon foi o
produtor de grandes clássicos como Homeland, The X-Files: Ficheiros
Secretos, 24 e desta vez é a mente por trás de Accused. Para
quem já acompanhou algumas destes êxitos até acabou por chegar à conclusão que
cada um destes projetos foi pensado fora da caixa e tem uma forma muito própria
de cativar o público. E com Accused acontece exatamente o mesmo!
Com a estreia de Accused em Portugal através do AXN, Howard Gordon
esteve presente virtualmente numa conversa com alguns representantes da
Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos. Nesse evento ocorreu uma
sessão de perguntas e respostas para todos os presentes nos quais eu tive a
oportunidade de participar a convite do AXN. Foi sem dúvida, um momento muito
bem passado, onde a pessoa aprendeu mais sobre o trabalho específico de um
produtor e showrunner, e ainda todos os desafios que fazem parte do
mesmo. Todo o procedimento que é feito para se contar uma boa história parece
fácil, mas na realidade não é!
2. Cada história tem um olhar particular para um determinado tipo de crime
Cada história tem início numa sala de tribunal com um arguido, sem que os
espetadores saibam nada sobre qual o crime cometido e as circunstâncias que
conduziram à sua acusação. As histórias, sempre narradas do ponto de vista do
acusado, apresentam temas da atualidade e uma cinematografia crua com
reviravoltas inesperadas em que cada personagem e cenário apresentado provocam
na pessoa a questão “O que faria eu nesta situação?”.
Com Accused, os limites do ser humano são testados em situações
complexas e uma decisão pode mudar o destino de alguém para sempre, sendo que
não sabemos o que esperar. Tudo é feito de uma maneira muito inteligente e com
uma perspetiva bem única que deixam qualquer um agarrado ao ecrã, transmitindo
uma mensagem importante! O que não vão faltar são vários mistérios repletos com
flashbacks e com uma boa dose de suspense à espera de serem resolvidos.
Além disso, abordam temas muito pertinentes e atuais para a sociedade que
merecem ser discutidos, como o assédio sexual, preconceito, depressão, cancro e muito mais!
3. Uma perspetiva diferente que nos deixa refletir sobre cada caso apresentado
Quando acompanhamos uma determinada produção relacionada com o crime e o
seu respetivo julgamento são poucas as vezes em que conseguimos ser
surpreendidos na forma como a história é construída e contada. Mas, com Accused
é completamente diferente, pois dá-nos uma perspetiva diferente que nos faz
imaginar vários cenários, ao mesmo tempo que nos deixa a refletir sobre cada cena
apresentada.
Já imaginaram como seria acompanhar a verdadeira emoção vivida dentro de
uma sala de tribunal? Com esta série temos a oportunidade de ver não só o ponto
de vista de cada acusado através de flashbacks, mas também o desenrolar
da sua audiência no tribunal e o quanto pode ser desafiante estar no lugar
dessa pessoa que se encontra num estado mais vulnerável e difícil.
Será que tomaríamos as mesmas decisões que cada uma destas personagens?
Será que haveria outra alternativa para evitar o modo como tudo aconteceu?
Estas e muitas outras perguntas passam pelo nosso pensamento e uma coisa é
certa! Cada episódio vai conseguir surpreender e deixar completamente a pessoa
a pensar e a refletir sobre tudo aquilo que acabou de ver!
4. Possui um elenco de luxo que não podem mesmo perder
É tão único quando nós temos uma produção, nos quais cada episódio tem um elenco diferente e nos faz deliciar com a sua qualidade de representação. Muitos destes atores já os vimos em outras séries com registos muito diversificados. Mas com Accused, vemos um trabalho muito mais dramático e complexo feito pelos elementos deste elenco, onde têm a capacidade de captar imediatamente a atenção de quem está a assistir e ainda deixando, a pessoa perplexa com a interpretação fantástica de cada um dos atores presentes.
Fazem parte do elenco nomes, como Michael Chiklis, Whitney Cummings, Abigail Breslin, Malcolm Jamal-Warner, Megan Boone, Jill Hennesy, Margo Martindale, Rachel Bilson e muito mais.
Além disso, se quiserem saber mais sobre o sétimo episódio desta temporada, eu estive à conversa com a Whitney Cummings, a protagonista da "Brenda's Story" e podem ver AQUI!
Accused é uma produção com histórias intensas que não podem mesmo perder, principalmente os amantes de séries de crimes! Uma coisa é garantida! Vocês serão surpreendidos com cada um dos episódios criados pelo showrunner Howard Gordon que podem ver em exclusivo no AXN! E que venham mais histórias com temas cada vez mais atuais que precisam de ser discutidos em sociedade!
Accused já estreou em Portugal com o canal AXN, tendo sido considerada como a mais
recente série de sucesso nos EUA, que atingiu cerca de 11 milhões de espetadores
na sua estreia. A nova série de Howard Gordon, produtor de grandes clássicos
como “Homeland”, “The X-Files: Ficheiros Secretos” e “24” tem tido a capacidade
de conquistar o público com cada episódio que vai estando disponível.
A sua produção é baseada na antologia da BBC com o mesmo nome, sendo
constituída por quinze episódios dedicados aos verdadeiros amantes de séries de
crime, onde, durante 60 minutos, os espetadores são confrontados com um novo
caso por resolver, onde a moral e os preconceitos são postos á prova, assim
como as experiências de vida de cada um. Cada episódio tem um elenco diferente,
sendo que fazem parte nomes, como Michael Chiklis, Whitney Cummings, Abigail
Breslin, Malcolm Jamal-Warner, Megan Boone, Jill Hennessy, Margo Martindale,
Rachel Bilson e muito mais.
Já imaginaram como seria acompanhar a verdadeira emoção vivida dentro de
uma sala de tribunal? Com Accused, isso é possível, onde temos a
oportunidade de ver não só o ponto de vista de cada acusado através de flashbacks,
mas também o desenrolar da sua audiência no tribunal e o quanto pode ser
desafiante estar no lugar dessa pessoa que se encontra num estado mais
vulnerável e difícil.
Cada história tem início numa sala de tribunal com um arguido, sem que os
espetadores saibam nada sobre qual o crime cometido e as circunstâncias que
conduziram à sua acusação. As histórias, sempre narradas do ponto de vista do
acusado, apresentam temas da atualidade e uma cinematografia crua com
reviravoltas inesperadas em que cada personagem e cenário apresentado provocam
na pessoa a questão “O que faria eu nesta situação?”.
Será que tomaríamos as mesmas decisões que cada uma destas personagens?
Será que haveria outra alternativa para evitar o modo como tudo aconteceu?
Estas e muitas outras perguntas passam pelo nosso pensamento e uma coisa é
certa! Cada episódio vai conseguir surpreender e deixar completamente a pessoa
a pensar e a refletir sobre tudo aquilo que acabou de ver!
Com Accused, os limites do ser humano são testados em situações
complexas e uma decisão pode mudar o destino de alguém para sempre, sendo que
não sabemos o que esperar. É feito de uma maneira muito inteligente e com uma
perspetiva bem única que deixam qualquer um agarrado ao ecrã, transmitindo uma
mensagem importante! O que não vão faltar são vários mistérios repletos com flashbacks
e com uma boa dose de suspense à espera de serem resolvidos. Além disso, abordam
temas muito pertinentes e atuais para a sociedade que merecem ser discutidos!
Como referido anteriormente, cada episódio apresenta um caso de alguém que
está a ser acusado de um determinado crime. A história de Brenda é um
desses exemplos que podemos ver no canal do AXN neste sétimo episódio, realizado
por Julie Hebert. No elenco temos Whitney Cummings (Brenda), Rhea
Perlman (Joyce Golden), Mary Lynn Rajskub (Tess Richards), Baron Vaughn (Chad
Jackson) e Sean Kleier (Zeke Thompson).
Neste episódio, Brenda, uma comediante de stand-up faz
queixa, referindo que foi assediada sexualmente por outro comediante numa festa
organizada por ele. Ela não foi levada a sério pelas autoridades responsáveis
que optaram por questionar o seu passado e reputação, levando a que as
acusações contra o suspeito tivessem sido retiradas. Por isso, Brenda
resolve usar a sua plataforma para julgar o caso no tribunal da opinião
pública. A sua escolha leva a efeitos que Brenda não esperava e agora
terá de lidar com as consequências.
A história de Brenda aborda o assédio sexual, um assunto que precisa
de ser cada vez mais discutido, mesmo com todos os medos, inseguranças, e
vulnerabilidades que existem ao redor do mesmo, porque se não for falado, uma
situação destas pode afetar o resto da vida de uma pessoa. Contudo, nós
conseguimos perceber o lado da Brenda e as razões pelas quais ela decidiu expor
o seu caso na sua própria plataforma. Este é um episódio que tem uma mensagem
poderosa e que foi muito bem pensado, criado e desenvolvido, onde a
interpretação de Whitney Cummings foi sem dúvida, um dos maiores destaques e
surpresas.
A convite do canal AXN, eu tive a oportunidade de conversar sobre este
episódio com a Whitney Cummings que para além de atriz, também é comediante,
produtora, realizadora, escritora, empreendedora e host do seu podcast “Good
for You”.
De seguida, partilho com vocês, a minha entrevista exclusiva a Whitney
Cummings sobre o episódio “Brenda’s Story” que podem ver na série Accused
no AXN. Deixo aqui um agradecimento à Whitney Cummings por uma conversa bem
interessante e ao AXN e Sony Pictures Television pela oportunidade!
Recentemente, ocorreu no Parque das Nações mais uma edição da Comic Con
Portugal, um dos eventos mais populares da cultura pop, onde fãs se juntam para
celebrarem a paixão que têm por este universo tão especial que inclui cinema,
televisão, banda desenhada, literatura, videojogos, cosplay, anime e muito mais.
Desde 2014 que eu tenho tido a possibilidade de estar presente em todas as
edições da Comic Con Portugal e este ano não foi exceção. Desta vez, a minha
experiência foi totalmente diferente, pois foi-me dada a oportunidade de ser host
em algumas das conversas que decorreram no Live Stage by Epopculture News
e que foram criadas por mim.
Quando me foi pedido para sugerir conversas que poderiam ser abordadas neste
espaço em direto, eu pensei num tipo de conversas com uma perspetiva própria que
poderiam ser interessantes e até bem diferentes para os visitantes deste evento,
resultando assim, em quatro conversas para esta edição e focadas nas áreas do
cinema, televisão e literatura.
Uma das minhas apostas mais arriscadas e que queria muito incluir num
evento foi fazer uma homenagem à vida e obra da poetisa Florbela Espanca, apresentando
a sua importância não só para a literatura portuguesa, mas também para muitas
pessoas que a consideram como uma inspiração. A Florbela Espanca deixou um
legado que toca as pessoas, cada uma à sua maneira e que também me marcou de um
modo significativo. Como descendente da Florbela Espanca foi uma honra
partilhar esta conversa exclusiva e especial com a atriz Dalila Carmo que
interpretou esta artista no filme “Florbela” em 2012 e numa série dedicada a
ela que foi transmitida na RTP1. E também teve a presença da Franquilina Triet
(fundadora da Casa Florbela).
Esta foi uma conversa muito sentida e pertinente realizada no dia 8 de
dezembro (quinta-feira) que também representa o dia do nascimento e morte da
Florbela Espanca, transformando-se assim, numa celebração de uma poetisa que
continua a inspirar gerações e terminando com a leitura de alguns dos seus
poemas que deixa qualquer um sem palavras. Ao longo desta conversa, tivemos a
oportunidade de saber sobre como foi para a Dalila Carmo o processo de
construção e os desafios que foram interpretar esta artista complexa e peculiar
que nem sempre era compreendida pelos outros, mas que deu muito pelas pessoas
que amava. Além disso, ficamos a conhecer mais sobre o projeto da Casa
Florbela Espanca que vai abrir ao público em Vila Viçosa no início de 2023.
Um agradecimento muito especial, tanto à Dalila Carmo como à Franquilina
Triet por terem aceitado o meu convite e por terem participado nesta homenagem
à Florbela Espanca.
A minha segunda conversa no Live Stage ocorreu no dia 10 de dezembro
(sábado) e foi dedicada a um género que eu gosto muito, ou seja, tudo o que
esteja relacionado com terror. Neste caso foi a altura certa para se falar
sobre as melhores séries de terror da atualidade, em que tive a oportunidade de
discutir uma lista de cerca de 20 e tal séries, juntamente com a Rafaela
Teixeira (Mega Cult) e o Rui Baptista (Espaço Cult), ambos fãs, tanto de filmes
de terror como de séries que eu agradeço terem aceite o meu convite.
O que não faltam são boas séries de terror, algumas delas que também se misturam
com outros géneros, como por exemplo, fantasia, drama, crime, suspense, entre
outras. Da lista foram
retratadas as seguintes séries: Penny Dreadful, Exorcista, Chucky,
American Horror Story, Chilling Adventures of Sabrina, Lovecraft Country,
Marianne, Evil, 30 Monedas, The Strain, Servant, Slasher, Bates Motel, Chapelwaite,
Castle Rock, A Maldição da Residência Hill, Stranger Things, Hannibal, True
Blood, The Vampire Diaries, The Originals, Supernatural e Slasher. Esta foi uma discussão bem produtiva entre
amantes do terror sobre séries deste género que têm sido transmitidas nos
últimos anos. Além disso, foi daquelas conversas mesmo fluídas, onde foi muito
bom partilhar e saber a opinião que os meus convidados tiveram sobre estas
produções, algumas delas tão diferentes entre si. No final, ainda houve miminhos
para quem estava a assistir.
De seguida, no mesmo dia, a terceira conversa teve o objetivo de celebrar
os 20 anos do canal de televisão AXN Portugal, sendo que teve a participação da
responsável pelo canal, Marta Trigoso que também agradeço por se ter
disponibilizado a responder às minhas perguntas. Este foi um olhar pelos 20
anos do AXN, onde se ficou a saber mais sobre como tem sido a sua evolução, os
principais destaques e as produções que têm marcado o canal, os projetos
especiais que criaram recentemente, como por exemplo, The Couchers, Family
Talks, Alex Rider Escape Room e a Escape the Van S.W.A.T., a Primeira
Escape Room Móvel do País e ainda, novidades sobre projetos futuros para o
AXN.
Por fim, eu tive a oportunidade de ter uma conversa no dia 11 de dezembro
(domingo) com Daniel Gillies, um dos convidados internacionais da Comic Con
Portugal que fez parte das séries The Vampire Diaries, The Originals,
Saving Hope, entre outras. O universo de The Vampire Diaries é um
dos mais populares a nível de séries que também teve spin-offs, como The
Originals e Legacies, sendo que eu acompanhei desde o início todas
as aventuras e peripécias que cada uma das personagens teve de passar. Estas
são daquelas séries que de uma certa forma marcaram o público, seja pelas
histórias e temas que foram retratados, mas principalmente pela ligação que
criaram com algumas das personagens. Uma dessas ligações foi com a personagem Elijah
Mikaelson, interpretada por Daniel Gillies que tinha um relacionamento
inexplicável com o seu irmão Klaus Mikaelson (Joseph Morgan).
Aproveitei esta conversa com o Daniel Gillies para saber mais sobre os
desafios que foi interpretar Elijah Mikaelson, a sua experiência como
realizador e também falar sobre a sua participação em outros projetos que incluíram
Saving Hope como o médico Joel Goran que teve um desfecho que deu
que falar, The Seal Team, Virgin River e o seu filme mais
recente, Coming Home in the Dark. Esta foi uma conversa bem interessante,
divertida e cativante que nem sequer dei pelo tempo a passar e agradeço ao
Daniel Gillies por este momento, pela sua simpatia e disponibilidade.
A minha experiência como host no Live Stage by Epopculture News
foi incrível e única! E agradeço à Comic Con Portugal e à Epopculture pela
oportunidade que me deram de fazer algo completamente novo e por me terem fornecido
um lugar para conversas que eu tive muito gosto em preparar e participar! E um
agradecimento a quem foi assistir às conversas e a todos aqueles que me têm
apoiado!
Agora é esperar pela próxima edição da Comic Con Portugal e que venham mais
conversas aliciantes para o público nesta área do entretenimento! Uma coisa é
garantida! Ideias não faltam! Até para o ano!
Novembro tem sido o mês de comemoração dos 20 anos do AXN Portugal. Este é um canal da Sony Pictures Television que está presente em Portugal desde o dia 5 de Novembro de 2002 e através do AXN, AXN White e AXN Movies oferecem uma lista de séries de qualidade de ação e aventura e ainda transmitem filmes marcantes. Algumas das séries mais populares e cativantes da atualidade fazem parte da sua emissão, tais como The Good Doctor, The Blacklist, Mentes Criminosas, Outlander e muito mais. Além de grandes apostas, o canal também disponibiliza vários dos seus conteúdos online, através do serviço AXN Now e assim, os espetadores podem escolher o melhor momento para desfrutarem das suas produções favoritas.
Foram várias as séries que passaram pelo AXN e têm ficado na memória dos espetadores, tais como CSI, Castle ou Supernatural que continuam a conquistar gerações por mais anos que passem. Crimes, investigações, assassinos em série, mistérios ou uma boa história protagonizada por médicos são boas apostas que deixam o público completamente agarrado ao ecrã, acabando por se tornarem numa boa companhia para os portugueses, seja nas horas vagas ou depois de um longo dia de trabalho ou simplesmente para serem vistos em família.
O AXN tem conseguido trazer uma experiência intimista e ao mesmo tempo inovadora, sem nunca perder a qualidade. Os seus conteúdos são para todos os gostos, oferecendo constantemente diversão e entretenimento e criando empatia imediata para com o espetador.
Além disso, o AXN tem criado cada vez mais uma ligação bem especial e próxima com os portugueses não só com as suas apostas de filmes e séries, mas também com diferentes iniciativas.
A iniciativa "Family Talks" no AXN White que se dedica ao debate de temas relacionados com as nossas famílias; o especial "A Escolha de..." no AXN Movies, onde personalidades portuguesas das mais diversas áreas são convidadas a escolher um dia de programação; "Sofá So Good" no AXN, onde a relação com os nossos sofás foi celebrada da maneira mais merecida e mais recentemente a iniciativa do AXN White, "Luta Rosa, Pensa Rosa" que sensibiliza para a importância de uma monitorização e diagnóstico prematuro do cancro da mama são alguns desses exemplos que nos faz refletir de alguma forma e tem criado um impacto muito positivo na sociedade.
E não nos esquecemos da Escape Room bem divertida da série Alex Rider e ativações bem interessantes que o canal tem trazido para o público no evento da Comic Con Portugal, como foi o caso da edição de 2021, em que pessoa teve a oportunidade de fazer um casting e ter assim, a possibilidade de participar no "The Couchers", um projeto bem criativo e recente do AXN.
Uma coisa é certa! Ao longo destes anos, o AXN tem deixado uma marca positiva na vida dos portugueses, graças aos seus conteúdos e inúmeros projetos!
Com a comemoração dos 20 anos do AXN, eu tive a oportunidade de estar presente na festa de aniversário, a convite do canal que ocorreu no passado dia 12 de Novembro na Fábrica XL, no LX Factory. Muitas surpresas eram esperadas para os presentes e sem dúvida que não desiludiu!
Esta foi uma noite surpreendente de convívio e reencontros que teve um espetáculo inesquecível organizado pelos produtores de "The Revenge of the 90'S". Uma festa que ficou para a história e serviu para celebrar o percurso e a importância que o AXN tem tido na vida de muitos portugueses. Além disso, não faltaram ativações para divertir o público, em que podíamos ficar com uma fotografia para recordação, outra atividade que deixava quem participasse repleto de adrenalina e um quiz para avaliar os conhecimentos sobre a comunidade AXN.
Apesar de já ter ouvido falar muito bem, eu nunca tinha tido a hipótese de assistir a um espetáculo dos "The Revenge of the 90'S". Foi sem dúvida, uma festa revolucionária e fantástica, uma diversão garantida e cheia de boas surpresas e músicas dos anos 2000 que levaram-me diretamente à minha adolescência, sendo que ainda teve a atuação de João Pedro Pais.
O AXN está de Parabéns! Foi uma festa que conseguiu superar ainda mais as expetativas e surpreender desde o início até ao fim! Foi uma ótima forma de celebrar a existência deste canal no nosso país e obrigada pelo convite! Muitas felicidades e sucesso ao AXN é aquilo que eu desejo e que continue a apostar em grandes produções e a deixar todos nós cada vez mais curiosos com as próximas novidades do canal! E um obrigada AXN por todas as memórias que nos tens proporcionado!
Alex Rider é uma série de ação e
de espionagem da Amazon Prime Video que estreou em 2020, nos quais tem a
transmissão exclusiva no canal português, AXN. Com apenas uma temporada de oito
episódios e já com uma segunda temporada confirmada, este suspense foi
produzido pelo Eleventh Hour Films e Sony Pictures Television, sendo que foi
criado por Guy Burt e foi baseado nos livros de Alex Rider do britânico Anthony Horowitz, em que estes dois nomes
fazem parte da lista de produtores executivos, juntamente com Eve Gutierrez,
Jill Green e Andreas Prochaska e também tem a produção de Mat Chaplin.
Esta história conta as aventuras de Alex Rider (Otto Farrant), um jovem
agente secreto britânico que tem uma mudança drástica e radical na sua vida de
adolescente quando descobre que o seu tio Ian
Rider (Andrew Buchan) foi assassinado, devido a uma missão em que
trabalhava como espião e assim, chegou a sua vez de seguir os passos do seu
familiar. Alex irá ser pressionado
para participar num trabalho que pode estar relacionado com a investigação da morte
misteriosa do seu tio, em que ele tem de se infiltrar num colégio interno nos
Alpes Franceses chamado de Point Blanc
e descobrir os segredos escondidos nesta instituição de elite, mas será que ele
vai ter capacidades suficientes para evitar que seja descoberto?
O elenco é constituído por Otto Farrant (Alex Rider),
Stephen Dillane (Alan Blunt), Vicky McClure (Sra. Jones), Andrew Buchan (Ian
Rider), Brenock O’ Connor (Tom Harris), Ronke Adékoluejo (Jack Starbright),
Liam Garrigan (Martin Wilby), Ace Bhatti (John Crawley), Thomas Levin (Yassen
Gregorovitch), Haluk Bilginer (Dr. Hugo Greif), Howard Charles (Wolf), Nyasha
Hatendi (Smithers), Ana Ularu (Eva Stellenbosch) e Marli Siu (Kyra
Vashenko-Chao).
Alex Rider começa a fazer parte do
mundo da espionagem após o seu tio ter sido morto, mas não será um caminho
fácil de percorrer, pois ele vai ter de passar por muitos obstáculos e perigos
mortais que até pode colocar em risco, as pessoas que ele mais gosta. Será que Alex vai conseguir cumprir com a sua
missão?
Inicialmente, Alex
era um simples adolescente britânico que vivia uma vida normal em Londres,
juntamente com o seu tio, Ian Rider e
com a sua ama americana, Jack Starbright.
Um dia, uma tragédia ocorre quando o seu tio morre num acidente de carro,
segundo a polícia, mas Alex descobre
que afinal a morte de Ian Rider não
aconteceu por uma mera coincidência, mas sim devido a uma conspiração muito
maior do que ele imaginava, através do seu trabalho como espião do governo
britânico que ele desconhecia, pois Alex
estava convencido e acreditava que o seu tio trabalhava num banco. Assim, Alex vai fazer o que for preciso e o que
tiver ao seu alcance para tentar perceber o que aconteceu e desvendar a morte
misteriosa do seu tio.
Durante as suas investigações, Alex acaba por se cruzar com o departamento de espionagem do MI6
que era na realidade onde o seu tio trabalhava como agente secreto ao lado dos
seus colegas, Alan Blunt, Sra. Jones, Martin Wilby, entre outros. Esta agência começa a perceber as
habilidades inesperadas e evidentes de Alex,
sendo que ele é pressionado para que ajude na investigação da morte de dois
bilionários e de Ian Rider que podem
estar relacionados entre si e assim, este jovem é recrutado para que se possa
infiltrar num colégio interno chamado Point
Blanc que é localizado nos Alpes Franceses, mas para que isso possa
acontecer, Alex vai ter de assumir
uma nova identidade, treinando e preparando-se devidamente para que nada falhe,
caso venha a ser interrogado. Afinal qual será a ligação desta escola com a
morte do seu tio?
Point Blanc é um colégio privado que
recebe jovens que tenham comportamentos mais rebeldes e que podem ser
corrigidos, nos quais os seus pais ricos não conseguem controlar e lidar, mas
depois eles voltam a casa como pessoas completamente diferentes, educadas e com
atitudes exemplares. Este é um estabelecimento completamente isolado do mundo
que tem o Dr. Hugo Greif como o seu
diretor e Eva Stellenbosch como a
responsável dos estudantes, em que qualquer tentativa de fuga poderia vir a se
tornar mortal e que ocorrem acontecimentos muito estranhos, sendo que os seus
alunos podem fazer parte de um plano muito maior e que pode vir a trazer
consequências sérias. Qual é o verdadeiro propósito desta instituição? Isso é
algo que Alex vai ter de investigar durante a sua permanência por lá, sem que
ninguém desconfie.
Alex Rider é um rapaz misterioso,
reservado, teimoso e inteligente que gosta de estar no seu canto, mas que ao
mesmo tempo consegue adquirir informações facilmente e que vai enfrentar
grandes desafios ao longo da sua jornada que vão criar mudanças para o resto da
sua vida. Mesmo que inicialmente se recusa a cooperar com o departamento de
espionagem do MI6, ele percebe que não tem outra escolha quando começa a ser
ameaçado. Por isso, Alex participa
numa missão secreta que inclui ser um agente infiltrado no colégio Point Blanc que por acaso é o mesmo
local em que o seu tio estava a investigar antes de morrer, tentando obter o
máximo de respostas possíveis já que não é fácil, existir no mundo da
espionagem, um adolescente a fazer este tipo de trabalho e sem que seja
desmascarado.
O que Alex
não sabia é que o seu tio o estava a treinar como espião já que ele tinha
habilidades específicas que eram bem úteis para o seu trabalho como agente
secreto, seja a nível de arrombar fechaduras ou mesmo o facto de conseguir
lidar bem e resistir à tortura ou até mesmo em situações em que tem de lutar,
acabando por surpreender muitos profissionais da área, como Wolf, entre outros. Ele não tinha a
noção que estava a ser preparado desde a sua infância e que parecia sem dúvida,
um profissional mesmo sendo tão novo que pelos vistos foi treinado ao longo da
sua vida, mas infelizmente isto não chegou a ser bem explicado.
Este espião julgava que a sua infiltração em Point Blanc fosse muito simples, mas não
foi isso que aconteceu, sendo que acaba por desvendar segredos bem
perturbadores desta instituição que vão fazer com que Alex arrisque e coloque a sua vida em risco para tentar impedir o
que está acontecer com os alunos desta escola, tornando-se assim, numa missão muito
mais perigosa do que pensava.
Alex cria uma certa
curiosidade para com o público, pois eles querem saber mais sobre este
adolescente que tem um talento peculiar para a espionagem e consegue fazer
coisas que parecem impossíveis de serem colocadas em prática. Para além disso,
o espetador fica com a sensação que Alex
já estava muito mais bem preparado do que se pensava para ser um espião e com
habilidades específicas e impressionantes que foram úteis em diversos momentos
durante a realização da sua missão, tornando-se assim, as suas aventuras
divertidas e interessantes de se acompanhar.
Este thriller tem momentos que inclui conspirações, mistérios,
surpresas, revelações, traições, mortes, lutas com pouca violência, cenas de ação
e de adrenalina e situações de espionagem, mas não deixa de ter as suas alturas
mais dramáticas. Uma das melhores partes é sem dúvida, as perseguições a alta
velocidade em ambientes com neve que seriam difíceis para qualquer um de nós,
mas que Alex Rider consegue com uma
facilidade surpreendente e de certa forma, divertida que pode abranger descidas
bem inclinadas.
A história aborda as relações familiares e os seus
dramas respetivos, mas também tem o seu lado mais leve e cómico, principalmente
nas cenas que participa Tom Harris, o
melhor amigo e o apoio de Alex Rider
que é uma pessoa impulsiva e atrapalhada. Alex
e Tom têm uma amizade próxima entre
si, nos quais o jovem espião tenta esconder a sua vida dupla do seu amigo para não
colocá-lo em perigo, mas será que vai conseguir protegê-lo?
A música de abertura da série chama-se The World is Mine de Samm Henshaw, sendo
constituída por uma mistura de imagens que estão muito bem e com uma montagem que
tem efeitos criativos, apresentando o tipo de história que vamos ter ao longo
destes episódios, juntamente com a sua banda sonora bem escolhida que vai sendo
apresentada durante as cenas com mais suspense, aventura e ação.
A cinematografia está mesmo muito bem realizada com
fotografia adequada ao tipo de história, com um argumento fácil de se
compreender e com uma edição bem implementada e trabalhada. Infelizmente, o
argumento teve as suas falhas e as suas faltas de detalhes que eram
fundamentais que tivessem presentes para que fossem explicadas determinadas
situações, pois houve muita coisa que poderia ter sido melhor desenvolvida,
como por exemplo, a relação de Alex
com Ian e Jack, as origens de cada um dos alunos de Point Blanc, principalmente de Kyra
que eu acho que seriam interessantes de se conhecer e as motivações que fizeram
com que um dos antagonistas da história quisesse colocar os seus planos em
prática.
O público não teve tempo suficiente para criar ligação
com qualquer uma das personagens, sendo que foi o desenrolar da história em si
que foi fazendo sentido e que acabou por prender a atenção do espetador, como
foi o caso da criação de uma mistura de um objeto curioso, utilizando ideias
improváveis que poderiam vir a ser uma ferramenta útil para ser utilizado mais
tarde, numa perseguição a alta velocidade fascinante que ocorreu num dos
episódios, mas mesmo assim não houve assim tanto perigo como se esperava neste
tipo de narrativa. Para além disso, houve pontos que poderiam ter sido melhor
explorados em que espero que sejam na próxima temporada, e também tenho pena
que tivesse havido poucas cenas de ação e que a preparação de Alex Rider que foi realizada pelo seu
tio tivesse sido pouco abordada.
Apesar de existirem situações em que falta algo, esta
ficção científica continua a ter potencial para ser muito mais do que foi
apresentado nestes oito episódios em que tem condições para melhorar com várias
possibilidades para aproveitar este universo que é o de Alex Rider e desenvolver melhor a história de cada uma das suas
personagens.
Num geral, Alex
Rider traz uma boa história de espionagem numa versão adolescente que cria
interesse a quem está a assistir, principalmente para quem gosta deste tipo de
produções, pois temos a oportunidade de acompanhar um jovem que foi recrutado para
o departamento de espionagem do MI6 e se torna num agente secreto britânico com
uma vida dupla que é algo que não vemos todos os dias, sendo que é adequada
para entreter o público mais jovem, mas também é uma boa aposta para adultos. A
série tem um estilo próprio e faz lembrar ligeiramente situações que são mais
frequentes de acontecer em filmes de espionagem muito conhecidos do público,
chegando a um ponto que até chegamos a considerar Alex Rider como um tipo de James
Bond quando era mais jovem.
Na minha opinião, esta série foi uma boa surpresa sem
deixar de ter os seus momentos com mais adrenalina e feito de um modo muito
simples que se enquadra para quem gosta deste tipo de aventuras ou até de
espionagem e aconselhado a toda a família, sendo que fiquei curiosa para
acompanhar mais sobre o universo de Alex
Rider e com expetativas que eu espero que possa vir a surpreender nos seus
próximos episódios.