O
grande Chazz Palminteri esteve de volta a Portugal para apresentar o seu
espetáculo, A Bronx Tale: One Man Show! No Cinema São Jorge, em Lisboa,
o público português teve a oportunidade de viver uma experiência única, fora
dos EUA.
Depois
do sucesso da estreia do filme realizado por Robert de Niro na 1ª edição do
Tribeca Festival em Lisboa, este artista traz a versão, ao vivo, do espetáculo,
que esgotou inúmeras sessões nos EUA e que deu origem a este fenómeno mundial.
Nascido
e criado no Bronx, Chazz Palminteri escreveu “A Bronx Tale” em 1988, uma
poderosa peça autobiográfica que retrata a sua infância difícil, marcada por
episódios intensos, como ter testemunhado um assassinato ligado à máfia aos
nove anos.
No
palco, Palminteri interpreta 18 personagens, dando vida a amigos, inimigos e
familiares, numa performance única e envolvente. Ele tornou-se o primeiro
artista a escrever, protagonizar e adaptar a mesma história para teatro, cinema
e musical.
Esta
foi uma performance de sucesso nos EUA que foi depois eleita como Melhor
Espetáculo em Las Vegas. Através do Tribeca Festival Lisboa, esta peça foi
apresentada pela primeira vez em Portugal.
Como
apreciadora de peças de teatro, eu tinha muita curiosidade em assistir A
Bronx Tale: One Man Show. E depois de o ter feito, fiquei completamente
fascinada com aquilo que tinha acabado de ver.
A
Bronx Tale: One Man Show
é uma experiência totalmente brilhante, imersiva e intensa que a pessoa nem dá
pelo tempo a passar. É uma narrativa de autenticidade, coragem e superação que
realmente toca quem está a ver.
No
palco, bastou estar presente uma simples cadeira, luzes e efeitos sonoros para
mergulharmos nesta história tão real e emocionante, que cumpriu com o objetivo
de impactar o espetador e entregando assim, um grande momento de storytelling
diretamente para o público português.
É
inspirador ver este ator a interpretar completamente sozinho todas estas
personagens, enquanto desloca-se de um lado para o outro para dar vida a cada
uma delas.
A
Bronx Tale: One Man Show
é mesmo um espetáculo que não podem mesmo perder! E vejam o filme de 1993.
Antes
desta peça de teatro, A Geek Traveller esteve à conversa com Chazz Palminteri
para saber mais sobre este seu projeto que dura há 35 anos. Sabiam que Chazz
Palminteri é um fã assumido de sardinhas? E sempre que vem a Portugal, é o seu
prato de eleição.
Acreditem
que A Bronx Tale: One Man Show é mesmo um espetáculo que não podem mesmo
perder! E vejam o filme de 1993.
De
seguida, partilho o vídeo da entrevista do Chazz Palminteri e outro dedicado à
cobertura deste evento poderoso de storytelling.
Em
2025, Daniela Ruah, juntamente com o Joaquim de Almeida foram os embaixadores
da 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa que decorreu ao longo de 3 dias pelo
Beato Innovation District, sendo que as datas escolhidas foram 30 e 31 de
outubro e 1 de novembro.
No
papel de embaixadora, Daniela Ruah esteve presente neste festival onde se celebra
o storytelling. E umas das Talks mais marcantes foi a Talk dedicada aos “Villans
We Love To Hate: The Rise Of The Antihero” que foi moderada por ela e teve como
convidados os atores: Giancarlo Esposito, Joaquim de Almeida e Veronica Falcón.
Além
disso, ao lado da atriz Kim Cattrall, Daniela Ruah participou na Talk de “No
Fixed Address: A Life in Global Storytelling” que foi moderada por Carlos
Moedas.
Durante
o Opening Night do Tribeca Festival Lisboa 2025, eu estive à conversa com a
Daniela Ruah, onde falámos sobre a curta-metragem “My Type” que realizou, o
papel que o seu trabalho como atriz pode ter na realização e muito
mais.
No
dia 7 de fevereiro deste ano, a curta-metragem “My Type” foi apresentada na
edição de 2026 do Santa Barbara International Film Festival (SBIFF). Um orgulho
enorme para Portugal!
Aproveito
para deixar aqui os Parabéns à Daniela Ruah e um agradecimento pelo tempo e
disponibilidade para responder às minhas perguntas! E também gostaria de agradecer ao Tribeca Festival Lisboa pelo convite!
Agora,
de seguida, partilho com vocês, esta entrevista exclusiva com a Daniela Ruah!
Chegou
o momento para assistirmos a Eleanor the Great (A Grande Eleanor,
como título em português), o primeiro filme de Scarlett Johansson enquanto
realizadora e com June Squibb como a protagonista.
No
elenco também fazem parte Erin Kellyman, Jessica Hecht, Rita Zohar e Chiwetel
Ejiofor.
Inicialmente,
o público português teve a oportunidade de assistir a esta estreia no dia 1 de
novembro no The Chapel durante a 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa.
Nesta
produção temos Eleanor, uma viúva que aos 94 anos procura reencontrar-se
em Nova Iorque, mas uma história contada por acaso arrasta-a para uma teia de
afetos, ilusões e descobertas, onde a fronteira entre verdade e mentira se
dissolve em humanidade.
June
Squibb é a atriz responsável por dar vida de uma forma vibrante à espirituosa e
orgulhosamente problemática Eleanor Morgenstein, uma mulher de 94 anos
que, após uma perda devastadora, passa a contar uma história que ganha vida
própria e torna-se perigosa.
Nas
mãos de Scarlett Johansson são entrelaçados temas como o envelhecimento, a
família, a perda e os limites do engano, transformando esta história de amizade
e memória num retrato profundo da complexidade humana.
Divulgação: Sony Pictures Classics
Eleanor sempre se manteve envolvida e ligada
às pessoas à sua volta. Depois de ter perdido a sua melhor amiga, ela muda-se da
Florida para Nova Iorque para assim, viver com a filha e o neto, na esperança
de se reconectar com a família. Em vez disso, ela sente-se ainda mais à deriva
e invisível.
Eleanor é uma mulher sem filtros cheia de
vida e com um lado rebelde que depois da partida da sua Bessie (Rita
Zohar), leva a que ela viva uma grande dor e um vazio emocional, devido à
ausência de alguém que foi a sua amiga mais íntima ao longo de 70 anos.
Um
dia durante uma visita ao Centro Comunitário Judaico de Manhattan, ela calha
entrar num grupo de apoio para sobreviventes do Holocausto, onde na realidade
não pertence. No entanto, aproveita apenas para revelar uma história que, sem
querer, lhe traz um nível de atenção que não pretendia.
Esta
mesma história que Eleanor contou e que nem tinha noção das proporções
que iriam tomar, era na realidade o testemunho de Bessie que sobreviveu
ao Holocausto. Embora sem pensar, quando Eleanor decidiu assumir o
relato de uma sobrevivente do Holocausto, esta mentira acabou por aumentar a
sua dimensão até fugir do controlo.
Assim,
ela vê-se envolvida numa narrativa que não esperava vir a acontecer, enquanto Nina
(Erin Kellyman), uma jovem estudante de jornalismo a procura como amiga e
mentora e que ainda, quer fazer um artigo sobre Eleanor. Quando as
coisas vão longe demais, Eleanor tem de enfrentar a verdade.
Por
quanto tempo irá a mentira de Eleanor durar? Será que a relação entre Eleanor
e Nina irá resistir?
Divulgação: Sony Pictures Classics
Eleanor
The Great é de um
modo inesperado surpreendente e contém um tom caricato e outro mais emocional e
caloroso. Apesar disso e devido a alguns desequilíbrios, fragilidades e falta
de cuidados com alguns assuntos, a trama em si pode não agradar a todos.
Contudo, aborda temas com o qual o público se identifica, como a perda, o luto,
a empatia, a compaixão, o perdão e acima de tudo, o poder da amizade. Além
disso, transmite a mensagem do quanto devemos viver a vida, não importa a idade
e ainda, manter vivas, memórias importantes.
Os
destaques deste filme vão para a interpretação maravilhosa e comovente de June
Squibb e para as dinâmicas das ligações, tanto de Eleanor com Bessie,
como a de Eleanor com Nina. É bonito de se assistir a uma amizade
tão verdadeira e cúmplice como a de Bessie e Eleanor e além
disso, acompanhar a construção da ligação inesperada de Eleanor com Nina.
Estas são duas relações muito diferentes entre si, mas que é interessante ver como
funciona a dinâmica de cada uma delas.
No
seu papel como Eleanor, June Squibb apresenta-a como uma mulher
carismática e astuta que usa a idade avançada a seu favor e entrega uma
combinação de ironia e um humor atípico enrolado numa língua afiada.
Divulgação: Sony Pictures Classics
Temos
aqui alguém que sofreu uma perda forte e profunda, enquanto quer ser dispensada
e colocada num lar de idosos pela sua filha. Ela não tem muitas pessoas com
quem conversar e ter a oportunidade de se abrir e partilhar os sentimentos de
perder a sua melhor amiga e os seus arrependimentos. E é graças a Nina
que começa a sentir-se mais confortável e aberta para conversar, embora inclua
algumas mentiras pelo meio. Nina não só passa a passar muito tempo com Eleanor,
mas à sua maneira, também consegue impactar esta idosa.
Aos
poucos, vamos compreendendo os motivos pelos quais nasceu esta grande mentira
criada por Eleanor que envolve boas intenções. Na realidade, quando Eleanor
assume a identidade de uma sobrevivente do Holocausto, ela acredita que é por
um bom motivo e que está a honrar e conservar a memória da amiga. É
impressionante como a dor e o luto pode fazer as pessoas fazerem coisas
inimagináveis.
Divulgação: Sony Pictures Classics
Com
Eleanor the Great é explorado o tema da identidade e o poder do storytelling
e da conexão humana. É oferecido algo que não vemos todos os dias, que é trazer
uma história moralmente mais complexa e um tanto ambiciosa, cuja protagonista é
uma idosa autêntica e onde June Squibb brilhou do início ao fim, sendo que tudo
é tratado de um modo leve, apesar de por vezes, serem retratados assuntos mais
delicados. Também existem aqueles momentos em que a pessoa fica com uma lágrima
no cantinho do olho e outros em que algumas saídas de Eleanor têm a sua
piada. Já a fotografia é satisfatória e a banda sonora é discretamente eficaz.
Em
relação à estreia de Scarlett Johansson como realizadora resulta num desempenho
que mostra potencial nesta função e cria curiosidade em querer acompanhar
projetos desta figura que tanto conhecemos nos seus inúmeros trabalhos como
atriz. Acredito que ela tem um futuro promissor numa carreira de realização,
mas que precisa de tempo para melhorar as suas capacidades para tal.
Apesar
de por vezes ser um pouco previsível, Eleanor the Great é bom o suficiente
para criar reações no espetador e em que June Squibb rouba genuinamente as
atenções com a sua versatilidade, onde a sua performance complexa equilibra
humor, profundidade emocional e vulnerabilidade.
Depois de cerca de 15 anos depois, Lua Vermelha, uma das séries de vampiros mais icónicas da televisão portuguesa está de regresso. Com Lua Vermelha: Nova Geração que é inspirada no universo que conquistou milhares de fãs em 2010, esta nova aposta promete combinar o ADN original com uma abordagem mais contemporânea, com o objetivo não só de cruzar fronteiras, mas também de dar a conhecer novos talentos.
A primeira temporada foi lançada a 31 de outubro, sendo que já tem uma segunda temporada confirmada. E fez parte do top das séries mais vistas nas plataformas de streaming da Opto e da Prime Video.
O elenco do reboot desta série juvenil conta com os regressos de Mafalda Luís de Castro (Isabel), Rui Porto Nunes (Afonso), António Camelier (Henrique) e Catarina Mago (Beatriz).
Já o novo elenco é constituído pela Inês Pires Tavares (Sofia), Rui Pedro Silva (Tomás), Henrique Mello (Lucas), Bia Wong (Sun), Rita Bretão (Beni), Henrique de Carvalho (Hélio), Sofia Arruda (Teresa), Carolina Carvalho (Eunice), André Leitão (Francisco), Rui Unas (Sancho), Oceano Basílio (Brigida) e Miguel Damião (Otelo).
Em Lua Vermelha: Nova Geração, dezasseis anos após deixarem o passado para trás, Afonso e Isabel veem a sua vida tranquila em Sintra abalada, quando a sua filha, Sofia, se torna o centro de uma nova ameaça sobrenatural. Dotada de dons especiais e ligada a uma guerra ancestral sem o saber, Sofia terá de descobrir segredos escondidos e enfrentar uma força obscura que pode destruir a humanidade. À medida que o perigo se aproxima, os pais já não conseguem continuar a esconder-lhe a verdade.
Na 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa 2025, o elenco esteve à conversa com A Geek Traveller, onde partilharam mais sobre o que podemos esperar das suas personagens, como foi a experiência em participar nesta série e muito mais...
Um agradecimento à Inês Pires Tavares, Rui Pedro Silva, Henrique Mello, Mafalda Luís de Castro, Bia Wong, Rui Porto Nunes, António Camelier e Catarina Mago pela disponibilidade em responderem às minhas perguntas. E um obrigada à Prime Video Portugal pela oportunidade!
De seguida, partilho com vocês a conversa completa com o elenco da série portuguesa, Lua Vermelha: Nova Geração. E ainda, um vídeo, onde estes atores descrevem a série em 3 palavras.
Depois
da sua estreia em Portugal, a 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa está de
regresso à capital portuguesa no Unicorn Factory para conversas ao vivo
inspiradoras, podcasts, convidados nacionais e internacionais e a estreia de
filmes e séries para todos os gostos.
Desta
vez, este evento ocorreu ao longo de 3 dias pelo Beato Innovation District,
sendo que as datas escolhidas foram 30 e 31 de outubro e 1 de novembro.
Durante
estes três dias, este festival continuou a ter uma programação repleta de
Talks, Podcasts e visionamentos nacionais e internacionais que criaram vontade
em assistir. Enquanto no ano passado, chegaram alturas em que a pessoa podia
ter dificuldades em escolher aquilo que mais queria assistir, já este ano, isso
aconteceu com uma menor frequência. De vez em quando, aconteceram momentos em
que se tentava conciliar entre atividades que estavam a acontecer ao mesmo
tempo, mas não foi com a mesma intensidade que na edição passada.
Muito
disso pode também ter a ver com os gostos de cada um, sendo que no meu caso,
não senti que estivesse sempre a correr de um lado para o outro. No entanto,
quando optamos por ir assistir a alguns dos filmes disponíveis neste festival,
isso até podia vir a acontecer.
Na
primeira edição, optei por assistir apenas a um filme que foi Anora, no
qual devido a incompatibilidades de horários, não tive a oportunidade de vê-lo nesse
dia completo. Enquanto neste ano, acabei por estar mais presente nas sessões de
cinema.
Perante
a sua primeira edição, já tinha sido feita algumas queixas em relação à
preparação do recinto, principalmente a nível do visionamento de filmes. Mas
será que houve alguma melhoria?
Relativamente
aos locais escolhidos para os visionamentos das produções, tanto nacionais,
como internacionais, tivemos novidades. O público dividiu-se entre duas novas
salas de cinema: The Theater by Toyota no Teatro Ibérico e The Chapel by
Betclic no Convento do Beato.
A
escolha em si foi bastante acertada, na qual melhorou significativamente as
condições, o conforto e a experiência do espetador. Contudo, o facto de as
salas em questão serem um pouco distantes uma da outra e do recinto principal
não ajudou, principalmente em dias de chuva. Mesmo assim, compensou essa
mudança e a adição da oferta de pipocas à porta de cada espaço foi uma
mais-valia.
Para
este ano, mais uma vez, o Tribeca Festival Lisboa trouxe uma seleção de filmes
nacionais e internacionais para todos os gostos que prometia surpreender os
visitantes. A conclusão foi que muitas das sessões estavam completamente cheias,
onde algumas até esgotaram.
A
sala de cinema que frequentei mais foi The Chapel, onde fui assistir aos filmes
In The Head Of Dante com a realização de Julian Schnabel, Dreams
com a realização de Michel Franco que tem Jessica Chastain como a protagonista
(acompanhado depois por um Q&A com o realizador), Eleanor The Great,
o primeiro filme realizado pela Scarlett Johansson. E também tive presente na
apresentação da série Sandokan: The Pirate Prince, onde foi exibido o
seu primeiro episódio e de seguida, houve um Q&A com a presença exclusiva do
ator Ed Westwick.
Já
no Teatro Ibérico acabei por ir só ver o filme Honeyjoon que venceu o
prémio na edição deste ano do Tribeca em New York. E de seguida, também houve
um Q&A com a presença da realizadora Lillian T. Mehrel e do protagonista
José Condessa.
Uma
boa parte do meu tempo também foi passada no Lisbon Stage by Meo, onde
decorreram várias Talks, sendo que tive a chance de assistir a mais conversas
pertinentes e interessantes. Nestas Talks tiveram a presença de nomes, tais
como, Giancarlo Esposito, Edie Falco, Veronica Falcón, Joaquim de Almeida, Daniela
Ruah, Meg Ryan, Kim Cattrall, Edie Falco, Piper Perabo, José Condessa,
Margarida Marinho, Afonso Pimentel, entre outros.
Agora,
se tivesse de escolher qual foi o maior destaque desta segunda edição do
Tribeca Festival Lisboa, então seria sem dúvida, a Talk do Villans We Love
To Hate: The Rise Of The AntiHero. Esta foi realizada logo no primeiro dia
do festival, tendo sido moderada por Daniela Ruah e teve como convidados:
Giancarlo Esposito, Joaquim de Almeida e Veronica Falcón.
Eu
sou daquelas pessoas que fica cativada com o desempenho e o desenvolvimento da
história de alguns vilões ou anti-heróis. Um desses exemplos foi a performance
de Giancarlo Esposito como Gus Fring nas séries, Breaking Bad e Better
Call Saul e também a da Veronica Falcón como Camila Vargas na série,
The Queen of the South.
Ouvi-los
foi uma enorme inspiração, sendo que partilharam testemunhos muito
interessantes, a experiência que estiveram a interpretar estas personagens e
ainda contaram histórias divertidas.
Esta
foi a Talk que mais me entreteu e que me trouxe uma energia incrível e
momentos em que me fartei de rir! E muito disso foi devido a estes convidados
espetaculares.
Este
festival também teve uma área dedicada aos podcasts, onde fui assistir no The
Studio a uma conversa dedicada à “Geração 60” que teve a participação de José
Raposo e Luísa Cruz e com a moderação de Conceição Lino.
No
entanto, gostaria de destacar o Podcast “Quatro à Conversa” que teve a presença
de Luís Ungaro, João Miguel Salvador e Paulo Dimas, sendo que o tema central foi
o papel da Inteligência Artificial no dia a dia. Durante este momento, foi-nos
mostrado um exemplo dos benefícios do uso da inteligência artificial. O facto
de ter existido espaço para conversas relacionadas com vários assuntos
relacionados com a tecnologia e a utilização da inteligência artificial foi uma
excelente ideia.
Numa
perspetiva de imprensa foi mais uma vez uma experiência gratificante e muito
positiva, no qual conseguiu melhorar ainda mais as condições oferecidas à
comunicação social. Outro ponto positivo foi a proximidade, disponibilidade e
acesso que os convidados tiveram com a imprensa e onde tivemos a oportunidade
de conversar de uma forma mais descontraída e simples, fazendo perguntas maioritariamente
relacionadas com as suas carreiras e sobre assuntos relevantes.
Na
minha opinião, poderia ter havido uma programação mais diversificada,
principalmente nos temas das Talks, em comparação com o ano passado. Contudo, continuo
a realçar que houve uma variedade de conteúdos dirigida para todos os gostos e que
também, deu para se assistir a filmes muito distintos entre si. No meu caso,
sei que ainda havia muito mais painéis, podcasts e muito mais que poderia ter
visto, mas não deu tempo para tudo.
Mesmo
assim, as minhas escolhas proporcionaram-me um bom entretenimento.
Além
disso, para mim, as Talks em que o Giancarlo Esposito participou e a respetiva
conferência de imprensa tornaram-se facilmente dos meus momentos favoritos
deste evento, onde partilhou muitas das suas opiniões não só sobre o seu
trabalho em interpretar antagonistas, mas também pelas reflexões profundas
sobre aquilo que realmente importa.
O
Tribeca Festival Lisboa conseguiu mais uma vez proporcionar momentos de storytelling
únicos que acaba por nos ensinar lições bem úteis. E também acabamos por nos
identificar com muito daquilo que ouvimos nestas Talks.
Esta
segunda edição trouxe-me mais uma vez uma ótima experiência, principalmente a
nível de melhorias nas condições dos recintos. E agora que venha mais melhorias,
novidades, surpresas e a próxima edição já confirmada do Tribeca Festival Lisboa
com mais produções impactantes e nomes de talentos nacionais e internacionais, para
que possamos celebrar todos juntos mais um ano de cinema, storytelling e
muito mais.
Para
concluir, deixo aqui um agradecimento pelas oportunidades, confiança e apoio
que me foram proporcionados ao longo do festival.
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