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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Entrevista exclusiva a Daniela Ruah | Tribeca Festival Lisboa 2025

 

Em 2025, Daniela Ruah, juntamente com o Joaquim de Almeida foram os embaixadores da 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa que decorreu ao longo de 3 dias pelo Beato Innovation District, sendo que as datas escolhidas foram 30 e 31 de outubro e 1 de novembro.

No papel de embaixadora, Daniela Ruah esteve presente neste festival onde se celebra o storytelling. E umas das Talks mais marcantes foi a Talk dedicada aos “Villans We Love To Hate: The Rise Of The Antihero” que foi moderada por ela e teve como convidados os atores: Giancarlo Esposito, Joaquim de Almeida e Veronica Falcón.

Além disso, ao lado da atriz Kim Cattrall, Daniela Ruah participou na Talk de “No Fixed Address: A Life in Global Storytelling” que foi moderada por Carlos Moedas.

Durante o Opening Night do Tribeca Festival Lisboa 2025, eu estive à conversa com a Daniela Ruah, onde falámos sobre a curta-metragem “My Type” que realizou, o papel que o seu trabalho como atriz pode ter na realização e muito mais.

No dia 7 de fevereiro deste ano, a curta-metragem “My Type” foi apresentada na edição de 2026 do Santa Barbara International Film Festival (SBIFF). Um orgulho enorme para Portugal!

Aproveito para deixar aqui os Parabéns à Daniela Ruah e um agradecimento pelo tempo e disponibilidade para responder às minhas perguntas! E também gostaria de agradecer ao Tribeca Festival Lisboa pelo convite!

Agora, de seguida, partilho com vocês, esta entrevista exclusiva com a Daniela Ruah!



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Fui a Londres ver a Peça de Teatro "All My Sons" protagonizada por Bryan Cranston

 

Bastaram 24 horas em Londres para ir assistir de propósito a mais uma peça de teatro que tem tido um sucesso tremendo desde a sua estreia. E agora, partilho de seguida com vocês, a minha opinião sobre a mesma.

All My Sons é a produção mais recente do West End com a realização do visionário Ivo Van Hove que tem esgotado todas as suas sessões no Wyndham’s Theatre e pode ser vista por um tempo limitado entre 14 de novembro de 2025 até 7 de março de 2026.

Logo após a 2ª Guerra Mundial, Arthur Miller escreveu esta peça em 1946, onde apresentou a sua visão perante o American Dream, cujos ideais ainda persistem até aos dias de hoje, mas com algumas mudanças. Esta história é inspirada em factos verídicos, onde Arthur Miller pega nesta definição de sonho americano e o vira para revelar o seu lado mais negro, os compromissos morais, a culpa e a negação que se podem esconder sob a superfície do sucesso.

Desta vez, para contar esta sua trama, o elenco é constituído por Bryan Cranston (Joe Keller), Marianne Jean-Baptiste (Kate Keller), Paapa Essiedu (Chris Keller), Tom Glynn-Carney (George Deever), Hayley Squires (Ann Deever), Richard Hansell (Dr. Jim Bayliss), Aliyah Odoffin (Lydia Lubey), Cath Whitefield (Sue Bayliss), Zach Wyatt (Frank Lubey), Stevie Raine (Raine) e Charles Dark, Sammy Jones e Zayne Tayabali, como Bert.

Esta é a história de Joe Keller, um empresário de sucesso que construiu o seu próprio negócio, sendo que durante a 2ª Guerra Mundial vendeu ao Governo, peças mecânicas que eram essenciais para os aviões de combate. Porém, essas mesmas peças estavam com defeitos, levando à morte de soldados e Joe foi exonerado dos crimes, enquanto quem acabou por levar com as culpas foi o seu sócio.

Aqui Arthur Miller convida o público para passarem um dia num quintal na América, onde são expostos os segredos de cada personagem, a culpa sentida e as suas próprias interpretações sobre o que significa alcançar o American Dream. Desde o início que ficamos a pensar sobre questões que continuam a criar discussões na atualidade. Será que se consegue alcançar esse sonho de um modo honesto ou na realidade, tem de incluir sempre um preço?

Joe Keller é um trabalhador com classe que tem muito orgulho naquilo que fez. Desde os 10 anos que tem sido independente, construiu a sua marca pessoal e trabalhou com muita intensidade até conseguir criar a sua loja de máquinas. E devido a isso, novas oportunidades de negócio surgiram e assim, passou a fornecer materiais necessários para a execução de trabalhos em relação à 2ª Guerra Mundial.

Para ele, sobrevivência significava sucesso e esse sucesso implicava não voltar a ser vulnerável. Por isso, acabou por ser levado a tomar decisões questionáveis que acabaram por trazer efeitos devastadores para outros. Ou seja, gerar lucro à custa da desgraça dos outros e sem pensar nas consequências. De uma certa forma, pode haver quem acabe por se relacionar, identificar alguém familiar com a mesma falta de valores morais apresentada por Joe.

Será que Joe Keller é o vilão da história ou é uma simples vítima da sua própria corrupção? Na opinião dele, a sua corrupção tinha boas intenções, pois o dinheiro ganho estava a cuidar da sua família e do futuro do seu filho. Para além disso, deu para se perceber imediatamente que ele faria qualquer coisa para proteger a sua família, mesmo que tivesse de ignorar os seus valores morais.

All My Sons é uma peça de teatro trágica e dramática muito bem executada sobre traição, família, morte e com uma ideologia muito própria, que é tão relevante para os tempos atuais, sendo que é muito realista e olha para o lado mais obscuro do American Dream.

Além disso, é uma obra de storytelling poderosa e profundamente emocionante que deixa com uma mensagem crucial de como o American Dream pode obrigar a que se pague um preço elevado que depois acaba por consumir uma pessoa por completo até que consiga aproveitar como deve ser as recompensas.

De uma maneira muito própria, esta história intensa transcende para uma fase de provocação e pressão que leva a um desmantelamento brutal deste sonho americano que é cada vez mais pertinente que seja discutido. Afinal vale a pena ter sucesso construído a partir de culpa e corrupção e assim, sacrificar os valores morais para alcançar o American Dream?   

All My Sons proporciona ao público uma experiência fenomenal e eletrizante que faz pensar e que tem performances espetaculares, onde Bryan Cranston faz um trabalho magnífico e magnético a desempenhar o protagonista que tanto pode mostrar um tom mais dramático, como de repente, apresentar outro mais divertido.

Toda esta tragédia de Arthur Miller acontece num espaço aberto que também é envolvido numa iluminação e banda sonora simples que combina perfeitamente na narrativa complexa que está a ser contada. A pessoa quer acompanhar esta relação complicada entre pai e filho, estar atenta a cada instante e consegue reconhecer as dinâmicas. E até de alguma forma, identifica-se com elas.  

Há muito tempo que eu acho que o verdadeiro talento de um ator é testado quando ele está a representar num palco. E com Bryan Cranston, isso comprovou-se mais uma vez. Eu já era admiradora do seu trabalho em filmes e séries, entre elas, Breaking Bad, que atualmente continua muito popular e é uma das séries mais bem classificadas no IMDb. Logo, no teatro ainda me surpreendeu mais e mostrou a sua excelente qualidade enquanto ator.

Ver um ator desta qualidade ao vivo lembra-nos porque é que o verdadeiro talento também se sente no palco. E é por isso que ele merece o destaque como um dos melhores atores da sua geração.

All My Sons é um outro exemplo de como a arte continua a brilhar e a oferecer-nos produções de elevada qualidade, sendo que neste caso apresentam as ilusões e a realidade pura e dura deste American Dream.

Apesar de haver quem possa não apreciar estes temas mais pesados, esta adaptação da obra de Arthur Miller vale a pena ser vista, pois poderão assistir ao vivo a uma peça de uma enorme qualidade com boas surpresas e onde podemos testemunhar a interpretação única de Bryan Cranston que vai sendo acompanhada por um grande elenco.

Depois de ter assistido à peça, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente Bryan Cranston no Stage Door deste teatro e ainda houve tempo para uma breve conversa - falámos da peça, do seu percurso e claro, de Breaking Bad. Um momento que eu vou guardar!

Por isso, estou muito grata por ter conseguido ir ver All My Sons a Londres! Obrigada, Bryan Cranston e restante elenco! E acreditem, que há experiências que valem a pena a jornada!

De seguida, partilho um vídeo e mais fotografias desta noite maravilhosa!










segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Entrevista exclusiva ao elenco da série portuguesa "Lua Vermelha: Nova Geração"

 

Depois de cerca de 15 anos depois, Lua Vermelha, uma das séries de vampiros mais icónicas da televisão portuguesa está de regresso. Com Lua Vermelha: Nova Geração que é inspirada no universo que conquistou milhares de fãs em 2010, esta nova aposta promete combinar o ADN original com uma abordagem mais contemporânea, com o objetivo não só de cruzar fronteiras, mas também de dar a conhecer novos talentos.

A primeira temporada foi lançada a 31 de outubro, sendo que já tem uma segunda temporada confirmada. E fez parte do top das séries mais vistas nas plataformas de streaming da Opto e da Prime Video.  

O elenco do reboot desta série juvenil conta com os regressos de Mafalda Luís de Castro (Isabel), Rui Porto Nunes (Afonso), António Camelier (Henrique) e Catarina Mago (Beatriz).

Já o novo elenco é constituído pela Inês Pires Tavares (Sofia), Rui Pedro Silva (Tomás), Henrique Mello (Lucas), Bia Wong (Sun), Rita Bretão (Beni), Henrique de Carvalho (Hélio), Sofia Arruda (Teresa), Carolina Carvalho (Eunice), André Leitão (Francisco), Rui Unas (Sancho), Oceano Basílio (Brigida) e Miguel Damião (Otelo).

Em Lua Vermelha: Nova Geração, dezasseis anos após deixarem o passado para trás, Afonso e Isabel veem a sua vida tranquila em Sintra abalada, quando a sua filha, Sofia, se torna o centro de uma nova ameaça sobrenatural. Dotada de dons especiais e ligada a uma guerra ancestral sem o saber, Sofia terá de descobrir segredos escondidos e enfrentar uma força obscura que pode destruir a humanidade. À medida que o perigo se aproxima, os pais já não conseguem continuar a esconder-lhe a verdade. 

Na 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa 2025, o elenco esteve à conversa com A Geek Traveller, onde partilharam mais sobre o que podemos esperar das suas personagens, como foi a experiência em participar nesta série e muito mais...

Um agradecimento à Inês Pires Tavares, Rui Pedro Silva, Henrique Mello, Mafalda Luís de Castro, Bia Wong, Rui Porto Nunes, António Camelier e Catarina Mago pela disponibilidade em responderem às minhas perguntas. E um obrigada à Prime Video Portugal pela oportunidade!

De seguida, partilho com vocês a conversa completa com o elenco da série portuguesa, Lua Vermelha: Nova Geração. E ainda, um vídeo, onde estes atores descrevem a série em 3 palavras. 




sábado, 6 de dezembro de 2025

A minha experiência na 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa 2025

 

Depois da sua estreia em Portugal, a 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa está de regresso à capital portuguesa no Unicorn Factory para conversas ao vivo inspiradoras, podcasts, convidados nacionais e internacionais e a estreia de filmes e séries para todos os gostos.

Desta vez, este evento ocorreu ao longo de 3 dias pelo Beato Innovation District, sendo que as datas escolhidas foram 30 e 31 de outubro e 1 de novembro.

Durante estes três dias, este festival continuou a ter uma programação repleta de Talks, Podcasts e visionamentos nacionais e internacionais que criaram vontade em assistir. Enquanto no ano passado, chegaram alturas em que a pessoa podia ter dificuldades em escolher aquilo que mais queria assistir, já este ano, isso aconteceu com uma menor frequência. De vez em quando, aconteceram momentos em que se tentava conciliar entre atividades que estavam a acontecer ao mesmo tempo, mas não foi com a mesma intensidade que na edição passada.

Muito disso pode também ter a ver com os gostos de cada um, sendo que no meu caso, não senti que estivesse sempre a correr de um lado para o outro. No entanto, quando optamos por ir assistir a alguns dos filmes disponíveis neste festival, isso até podia vir a acontecer.

Na primeira edição, optei por assistir apenas a um filme que foi Anora, no qual devido a incompatibilidades de horários, não tive a oportunidade de vê-lo nesse dia completo. Enquanto neste ano, acabei por estar mais presente nas sessões de cinema.  

Perante a sua primeira edição, já tinha sido feita algumas queixas em relação à preparação do recinto, principalmente a nível do visionamento de filmes. Mas será que houve alguma melhoria?

Relativamente aos locais escolhidos para os visionamentos das produções, tanto nacionais, como internacionais, tivemos novidades. O público dividiu-se entre duas novas salas de cinema: The Theater by Toyota no Teatro Ibérico e The Chapel by Betclic no Convento do Beato.

A escolha em si foi bastante acertada, na qual melhorou significativamente as condições, o conforto e a experiência do espetador. Contudo, o facto de as salas em questão serem um pouco distantes uma da outra e do recinto principal não ajudou, principalmente em dias de chuva. Mesmo assim, compensou essa mudança e a adição da oferta de pipocas à porta de cada espaço foi uma mais-valia.

Para este ano, mais uma vez, o Tribeca Festival Lisboa trouxe uma seleção de filmes nacionais e internacionais para todos os gostos que prometia surpreender os visitantes. A conclusão foi que muitas das sessões estavam completamente cheias, onde algumas até esgotaram.

A sala de cinema que frequentei mais foi The Chapel, onde fui assistir aos filmes In The Head Of Dante com a realização de Julian Schnabel, Dreams com a realização de Michel Franco que tem Jessica Chastain como a protagonista (acompanhado depois por um Q&A com o realizador), Eleanor The Great, o primeiro filme realizado pela Scarlett Johansson. E também tive presente na apresentação da série Sandokan: The Pirate Prince, onde foi exibido o seu primeiro episódio e de seguida, houve um Q&A com a presença exclusiva do ator Ed Westwick.

Já no Teatro Ibérico acabei por ir só ver o filme Honeyjoon que venceu o prémio na edição deste ano do Tribeca em New York. E de seguida, também houve um Q&A com a presença da realizadora Lillian T. Mehrel e do protagonista José Condessa.

Uma boa parte do meu tempo também foi passada no Lisbon Stage by Meo, onde decorreram várias Talks, sendo que tive a chance de assistir a mais conversas pertinentes e interessantes. Nestas Talks tiveram a presença de nomes, tais como, Giancarlo Esposito, Edie Falco, Veronica Falcón, Joaquim de Almeida, Daniela Ruah, Meg Ryan, Kim Cattrall, Edie Falco, Piper Perabo, José Condessa, Margarida Marinho, Afonso Pimentel, entre outros.   

Agora, se tivesse de escolher qual foi o maior destaque desta segunda edição do Tribeca Festival Lisboa, então seria sem dúvida, a Talk do Villans We Love To Hate: The Rise Of The AntiHero. Esta foi realizada logo no primeiro dia do festival, tendo sido moderada por Daniela Ruah e teve como convidados: Giancarlo Esposito, Joaquim de Almeida e Veronica Falcón.

Eu sou daquelas pessoas que fica cativada com o desempenho e o desenvolvimento da história de alguns vilões ou anti-heróis. Um desses exemplos foi a performance de Giancarlo Esposito como Gus Fring nas séries, Breaking Bad e Better Call Saul e também a da Veronica Falcón como Camila Vargas na série, The Queen of the South.

Ouvi-los foi uma enorme inspiração, sendo que partilharam testemunhos muito interessantes, a experiência que estiveram a interpretar estas personagens e ainda contaram histórias divertidas.

Esta foi a Talk que mais me entreteu e que me trouxe uma energia incrível e momentos em que me fartei de rir! E muito disso foi devido a estes convidados espetaculares.

Este festival também teve uma área dedicada aos podcasts, onde fui assistir no The Studio a uma conversa dedicada à “Geração 60” que teve a participação de José Raposo e Luísa Cruz e com a moderação de Conceição Lino.

No entanto, gostaria de destacar o Podcast “Quatro à Conversa” que teve a presença de Luís Ungaro, João Miguel Salvador e Paulo Dimas, sendo que o tema central foi o papel da Inteligência Artificial no dia a dia. Durante este momento, foi-nos mostrado um exemplo dos benefícios do uso da inteligência artificial. O facto de ter existido espaço para conversas relacionadas com vários assuntos relacionados com a tecnologia e a utilização da inteligência artificial foi uma excelente ideia.

Numa perspetiva de imprensa foi mais uma vez uma experiência gratificante e muito positiva, no qual conseguiu melhorar ainda mais as condições oferecidas à comunicação social. Outro ponto positivo foi a proximidade, disponibilidade e acesso que os convidados tiveram com a imprensa e onde tivemos a oportunidade de conversar de uma forma mais descontraída e simples, fazendo perguntas maioritariamente relacionadas com as suas carreiras e sobre assuntos relevantes.

Na minha opinião, poderia ter havido uma programação mais diversificada, principalmente nos temas das Talks, em comparação com o ano passado. Contudo, continuo a realçar que houve uma variedade de conteúdos dirigida para todos os gostos e que também, deu para se assistir a filmes muito distintos entre si. No meu caso, sei que ainda havia muito mais painéis, podcasts e muito mais que poderia ter visto, mas não deu tempo para tudo.

Mesmo assim, as minhas escolhas proporcionaram-me um bom entretenimento.

Além disso, para mim, as Talks em que o Giancarlo Esposito participou e a respetiva conferência de imprensa tornaram-se facilmente dos meus momentos favoritos deste evento, onde partilhou muitas das suas opiniões não só sobre o seu trabalho em interpretar antagonistas, mas também pelas reflexões profundas sobre aquilo que realmente importa.

O Tribeca Festival Lisboa conseguiu mais uma vez proporcionar momentos de storytelling únicos que acaba por nos ensinar lições bem úteis. E também acabamos por nos identificar com muito daquilo que ouvimos nestas Talks.

Esta segunda edição trouxe-me mais uma vez uma ótima experiência, principalmente a nível de melhorias nas condições dos recintos. E agora que venha mais melhorias, novidades, surpresas e a próxima edição já confirmada do Tribeca Festival Lisboa com mais produções impactantes e nomes de talentos nacionais e internacionais, para que possamos celebrar todos juntos mais um ano de cinema, storytelling e muito mais.

Para concluir, deixo aqui um agradecimento pelas oportunidades, confiança e apoio que me foram proporcionados ao longo do festival.

Querem ver mais conteúdos sobre o Tribeca Festival Lisboa 2025? Aqui têm:

PS: Esta lista de conteúdos deste evento ainda será atualizada! Mais artigos brevemente!

Também podem assistir a mais vídeos relacionados com o festival na conta do YouTube! Ver AQUI!

De seguida, partilho um vídeo com os melhores momentos desta 2ª edição e algumas fotografias tiradas durante a cobertura deste evento!