Em
2025, Daniela Ruah, juntamente com o Joaquim de Almeida foram os embaixadores
da 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa que decorreu ao longo de 3 dias pelo
Beato Innovation District, sendo que as datas escolhidas foram 30 e 31 de
outubro e 1 de novembro.
No
papel de embaixadora, Daniela Ruah esteve presente neste festival onde se celebra
o storytelling. E umas das Talks mais marcantes foi a Talk dedicada aos “Villans
We Love To Hate: The Rise Of The Antihero” que foi moderada por ela e teve como
convidados os atores: Giancarlo Esposito, Joaquim de Almeida e Veronica Falcón.
Além
disso, ao lado da atriz Kim Cattrall, Daniela Ruah participou na Talk de “No
Fixed Address: A Life in Global Storytelling” que foi moderada por Carlos
Moedas.
Durante
o Opening Night do Tribeca Festival Lisboa 2025, eu estive à conversa com a
Daniela Ruah, onde falámos sobre a curta-metragem “My Type” que realizou, o
papel que o seu trabalho como atriz pode ter na realização e muito
mais.
No
dia 7 de fevereiro deste ano, a curta-metragem “My Type” foi apresentada na
edição de 2026 do Santa Barbara International Film Festival (SBIFF). Um orgulho
enorme para Portugal!
Aproveito
para deixar aqui os Parabéns à Daniela Ruah e um agradecimento pelo tempo e
disponibilidade para responder às minhas perguntas! E também gostaria de agradecer ao Tribeca Festival Lisboa pelo convite!
Agora,
de seguida, partilho com vocês, esta entrevista exclusiva com a Daniela Ruah!
Bastaram
24 horas em Londres para ir assistir de propósito a mais uma peça de teatro que
tem tido um sucesso tremendo desde a sua estreia. E agora, partilho de seguida
com vocês, a minha opinião sobre a mesma.
All
My Sons é a produção
mais recente do West End com a realização do visionário Ivo Van Hove que tem
esgotado todas as suas sessões no Wyndham’s Theatre e pode ser vista por um
tempo limitado entre 14 de novembro de 2025 até 7 de março de 2026.
Logo
após a 2ª Guerra Mundial, Arthur Miller escreveu esta peça em 1946, onde
apresentou a sua visão perante o American Dream, cujos ideais ainda persistem até
aos dias de hoje, mas com algumas mudanças. Esta história é inspirada em factos
verídicos, onde Arthur Miller pega nesta definição de sonho americano e o vira
para revelar o seu lado mais negro, os compromissos morais, a culpa e a negação
que se podem esconder sob a superfície do sucesso.
Desta
vez, para contar esta sua trama, o elenco é constituído por Bryan Cranston (Joe
Keller), Marianne Jean-Baptiste (Kate Keller), Paapa Essiedu (Chris Keller),
Tom Glynn-Carney (George Deever), Hayley Squires (Ann Deever), Richard Hansell
(Dr. Jim Bayliss), Aliyah Odoffin (Lydia Lubey), Cath Whitefield (Sue Bayliss),
Zach Wyatt (Frank Lubey), Stevie Raine (Raine) e Charles Dark, Sammy Jones e
Zayne Tayabali, como Bert.
Esta
é a história de Joe Keller, um empresário de sucesso que construiu o seu
próprio negócio, sendo que durante a 2ª Guerra Mundial vendeu ao Governo, peças
mecânicas que eram essenciais para os aviões de combate. Porém, essas mesmas
peças estavam com defeitos, levando à morte de soldados e Joe foi
exonerado dos crimes, enquanto quem acabou por levar com as culpas foi o seu
sócio.
Aqui
Arthur Miller convida o público para passarem um dia num quintal na América,
onde são expostos os segredos de cada personagem, a culpa sentida e as suas
próprias interpretações sobre o que significa alcançar o American Dream. Desde
o início que ficamos a pensar sobre questões que continuam a criar discussões
na atualidade. Será que se consegue alcançar esse sonho de um modo honesto ou
na realidade, tem de incluir sempre um preço?
Joe
Keller é um
trabalhador com classe que tem muito orgulho naquilo que fez. Desde os 10 anos
que tem sido independente, construiu a sua marca pessoal e trabalhou com muita
intensidade até conseguir criar a sua loja de máquinas. E devido a isso, novas
oportunidades de negócio surgiram e assim, passou a fornecer materiais
necessários para a execução de trabalhos em relação à 2ª Guerra Mundial.
Para
ele, sobrevivência significava sucesso e esse sucesso implicava não voltar a
ser vulnerável. Por isso, acabou por ser levado a tomar decisões questionáveis
que acabaram por trazer efeitos devastadores para outros. Ou seja, gerar lucro
à custa da desgraça dos outros e sem pensar nas consequências. De uma certa
forma, pode haver quem acabe por se relacionar, identificar alguém familiar com
a mesma falta de valores morais apresentada por Joe.
Será
que Joe Keller é o vilão da história ou é uma simples vítima da sua
própria corrupção? Na opinião dele, a sua corrupção tinha boas intenções, pois o
dinheiro ganho estava a cuidar da sua família e do futuro do seu filho. Para
além disso, deu para se perceber imediatamente que ele faria qualquer coisa
para proteger a sua família, mesmo que tivesse de ignorar os seus valores
morais.
All
My Sons é uma peça de
teatro trágica e dramática muito bem executada sobre traição, família, morte e com
uma ideologia muito própria, que é tão relevante para os tempos atuais, sendo que
é muito realista e olha para o lado mais obscuro do American Dream.
Além
disso, é uma obra de storytelling poderosa e profundamente emocionante
que deixa com uma mensagem crucial de como o American Dream pode obrigar a que
se pague um preço elevado que depois acaba por consumir uma pessoa por completo
até que consiga aproveitar como deve ser as recompensas.
De
uma maneira muito própria, esta história intensa transcende para uma fase de
provocação e pressão que leva a um desmantelamento brutal deste sonho americano
que é cada vez mais pertinente que seja discutido. Afinal vale a pena ter sucesso
construído a partir de culpa e corrupção e assim, sacrificar os valores morais
para alcançar o American Dream?
All
My Sons proporciona ao
público uma experiência fenomenal e eletrizante que faz pensar e que tem performances espetaculares, onde Bryan Cranston faz um trabalho magnífico e
magnético a desempenhar o protagonista que tanto pode mostrar um tom mais
dramático, como de repente, apresentar outro mais divertido.
Toda
esta tragédia de Arthur Miller acontece num espaço aberto que também é envolvido
numa iluminação e banda sonora simples que combina perfeitamente na narrativa
complexa que está a ser contada. A pessoa quer acompanhar esta relação
complicada entre pai e filho, estar atenta a cada instante e consegue
reconhecer as dinâmicas. E até de alguma forma, identifica-se com elas.
Há
muito tempo que eu acho que o verdadeiro talento de um ator é testado quando
ele está a representar num palco. E com Bryan Cranston, isso comprovou-se mais
uma vez. Eu já era admiradora do seu trabalho em filmes e séries, entre elas, Breaking
Bad, que atualmente continua muito popular e é uma das séries mais bem
classificadas no IMDb. Logo, no teatro ainda me surpreendeu mais e mostrou a
sua excelente qualidade enquanto ator.
Ver
um ator desta qualidade ao vivo lembra-nos porque é que o verdadeiro talento também
se sente no palco. E é por isso que ele merece o destaque como um dos melhores
atores da sua geração.
All
My Sons é um outro exemplo
de como a arte continua a brilhar e a oferecer-nos produções de elevada qualidade, sendo que neste
caso apresentam as ilusões e a realidade pura e dura deste American Dream.
Apesar
de haver quem possa não apreciar estes temas mais pesados, esta adaptação da
obra de Arthur Miller vale a pena ser vista, pois poderão assistir ao vivo a
uma peça de uma enorme qualidade com boas surpresas e onde podemos testemunhar a
interpretação única de Bryan Cranston que vai sendo acompanhada por um grande
elenco.
Depois
de ter assistido à peça, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente Bryan
Cranston no Stage Door deste teatro e ainda houve tempo para uma breve conversa
- falámos da peça, do seu percurso e claro, de Breaking Bad. Um momento
que eu vou guardar!
Por
isso, estou muito grata por ter conseguido ir ver All My Sons a Londres!
Obrigada, Bryan Cranston e restante elenco! E acreditem, que há experiências
que valem a pena a jornada!
De
seguida, partilho um vídeo e mais fotografias desta noite maravilhosa!
Depois de cerca de 15 anos depois, Lua Vermelha, uma das séries de vampiros mais icónicas da televisão portuguesa está de regresso. Com Lua Vermelha: Nova Geração que é inspirada no universo que conquistou milhares de fãs em 2010, esta nova aposta promete combinar o ADN original com uma abordagem mais contemporânea, com o objetivo não só de cruzar fronteiras, mas também de dar a conhecer novos talentos.
A primeira temporada foi lançada a 31 de outubro, sendo que já tem uma segunda temporada confirmada. E fez parte do top das séries mais vistas nas plataformas de streaming da Opto e da Prime Video.
O elenco do reboot desta série juvenil conta com os regressos de Mafalda Luís de Castro (Isabel), Rui Porto Nunes (Afonso), António Camelier (Henrique) e Catarina Mago (Beatriz).
Já o novo elenco é constituído pela Inês Pires Tavares (Sofia), Rui Pedro Silva (Tomás), Henrique Mello (Lucas), Bia Wong (Sun), Rita Bretão (Beni), Henrique de Carvalho (Hélio), Sofia Arruda (Teresa), Carolina Carvalho (Eunice), André Leitão (Francisco), Rui Unas (Sancho), Oceano Basílio (Brigida) e Miguel Damião (Otelo).
Em Lua Vermelha: Nova Geração, dezasseis anos após deixarem o passado para trás, Afonso e Isabel veem a sua vida tranquila em Sintra abalada, quando a sua filha, Sofia, se torna o centro de uma nova ameaça sobrenatural. Dotada de dons especiais e ligada a uma guerra ancestral sem o saber, Sofia terá de descobrir segredos escondidos e enfrentar uma força obscura que pode destruir a humanidade. À medida que o perigo se aproxima, os pais já não conseguem continuar a esconder-lhe a verdade.
Na 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa 2025, o elenco esteve à conversa com A Geek Traveller, onde partilharam mais sobre o que podemos esperar das suas personagens, como foi a experiência em participar nesta série e muito mais...
Um agradecimento à Inês Pires Tavares, Rui Pedro Silva, Henrique Mello, Mafalda Luís de Castro, Bia Wong, Rui Porto Nunes, António Camelier e Catarina Mago pela disponibilidade em responderem às minhas perguntas. E um obrigada à Prime Video Portugal pela oportunidade!
De seguida, partilho com vocês a conversa completa com o elenco da série portuguesa, Lua Vermelha: Nova Geração. E ainda, um vídeo, onde estes atores descrevem a série em 3 palavras.
Depois
da sua estreia em Portugal, a 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa está de
regresso à capital portuguesa no Unicorn Factory para conversas ao vivo
inspiradoras, podcasts, convidados nacionais e internacionais e a estreia de
filmes e séries para todos os gostos.
Desta
vez, este evento ocorreu ao longo de 3 dias pelo Beato Innovation District,
sendo que as datas escolhidas foram 30 e 31 de outubro e 1 de novembro.
Durante
estes três dias, este festival continuou a ter uma programação repleta de
Talks, Podcasts e visionamentos nacionais e internacionais que criaram vontade
em assistir. Enquanto no ano passado, chegaram alturas em que a pessoa podia
ter dificuldades em escolher aquilo que mais queria assistir, já este ano, isso
aconteceu com uma menor frequência. De vez em quando, aconteceram momentos em
que se tentava conciliar entre atividades que estavam a acontecer ao mesmo
tempo, mas não foi com a mesma intensidade que na edição passada.
Muito
disso pode também ter a ver com os gostos de cada um, sendo que no meu caso,
não senti que estivesse sempre a correr de um lado para o outro. No entanto,
quando optamos por ir assistir a alguns dos filmes disponíveis neste festival,
isso até podia vir a acontecer.
Na
primeira edição, optei por assistir apenas a um filme que foi Anora, no
qual devido a incompatibilidades de horários, não tive a oportunidade de vê-lo nesse
dia completo. Enquanto neste ano, acabei por estar mais presente nas sessões de
cinema.
Perante
a sua primeira edição, já tinha sido feita algumas queixas em relação à
preparação do recinto, principalmente a nível do visionamento de filmes. Mas
será que houve alguma melhoria?
Relativamente
aos locais escolhidos para os visionamentos das produções, tanto nacionais,
como internacionais, tivemos novidades. O público dividiu-se entre duas novas
salas de cinema: The Theater by Toyota no Teatro Ibérico e The Chapel by
Betclic no Convento do Beato.
A
escolha em si foi bastante acertada, na qual melhorou significativamente as
condições, o conforto e a experiência do espetador. Contudo, o facto de as
salas em questão serem um pouco distantes uma da outra e do recinto principal
não ajudou, principalmente em dias de chuva. Mesmo assim, compensou essa
mudança e a adição da oferta de pipocas à porta de cada espaço foi uma
mais-valia.
Para
este ano, mais uma vez, o Tribeca Festival Lisboa trouxe uma seleção de filmes
nacionais e internacionais para todos os gostos que prometia surpreender os
visitantes. A conclusão foi que muitas das sessões estavam completamente cheias,
onde algumas até esgotaram.
A
sala de cinema que frequentei mais foi The Chapel, onde fui assistir aos filmes
In The Head Of Dante com a realização de Julian Schnabel, Dreams
com a realização de Michel Franco que tem Jessica Chastain como a protagonista
(acompanhado depois por um Q&A com o realizador), Eleanor The Great,
o primeiro filme realizado pela Scarlett Johansson. E também tive presente na
apresentação da série Sandokan: The Pirate Prince, onde foi exibido o
seu primeiro episódio e de seguida, houve um Q&A com a presença exclusiva do
ator Ed Westwick.
Já
no Teatro Ibérico acabei por ir só ver o filme Honeyjoon que venceu o
prémio na edição deste ano do Tribeca em New York. E de seguida, também houve
um Q&A com a presença da realizadora Lillian T. Mehrel e do protagonista
José Condessa.
Uma
boa parte do meu tempo também foi passada no Lisbon Stage by Meo, onde
decorreram várias Talks, sendo que tive a chance de assistir a mais conversas
pertinentes e interessantes. Nestas Talks tiveram a presença de nomes, tais
como, Giancarlo Esposito, Edie Falco, Veronica Falcón, Joaquim de Almeida, Daniela
Ruah, Meg Ryan, Kim Cattrall, Edie Falco, Piper Perabo, José Condessa,
Margarida Marinho, Afonso Pimentel, entre outros.
Agora,
se tivesse de escolher qual foi o maior destaque desta segunda edição do
Tribeca Festival Lisboa, então seria sem dúvida, a Talk do Villans We Love
To Hate: The Rise Of The AntiHero. Esta foi realizada logo no primeiro dia
do festival, tendo sido moderada por Daniela Ruah e teve como convidados:
Giancarlo Esposito, Joaquim de Almeida e Veronica Falcón.
Eu
sou daquelas pessoas que fica cativada com o desempenho e o desenvolvimento da
história de alguns vilões ou anti-heróis. Um desses exemplos foi a performance
de Giancarlo Esposito como Gus Fring nas séries, Breaking Bad e Better
Call Saul e também a da Veronica Falcón como Camila Vargas na série,
The Queen of the South.
Ouvi-los
foi uma enorme inspiração, sendo que partilharam testemunhos muito
interessantes, a experiência que estiveram a interpretar estas personagens e
ainda contaram histórias divertidas.
Esta
foi a Talk que mais me entreteu e que me trouxe uma energia incrível e
momentos em que me fartei de rir! E muito disso foi devido a estes convidados
espetaculares.
Este
festival também teve uma área dedicada aos podcasts, onde fui assistir no The
Studio a uma conversa dedicada à “Geração 60” que teve a participação de José
Raposo e Luísa Cruz e com a moderação de Conceição Lino.
No
entanto, gostaria de destacar o Podcast “Quatro à Conversa” que teve a presença
de Luís Ungaro, João Miguel Salvador e Paulo Dimas, sendo que o tema central foi
o papel da Inteligência Artificial no dia a dia. Durante este momento, foi-nos
mostrado um exemplo dos benefícios do uso da inteligência artificial. O facto
de ter existido espaço para conversas relacionadas com vários assuntos
relacionados com a tecnologia e a utilização da inteligência artificial foi uma
excelente ideia.
Numa
perspetiva de imprensa foi mais uma vez uma experiência gratificante e muito
positiva, no qual conseguiu melhorar ainda mais as condições oferecidas à
comunicação social. Outro ponto positivo foi a proximidade, disponibilidade e
acesso que os convidados tiveram com a imprensa e onde tivemos a oportunidade
de conversar de uma forma mais descontraída e simples, fazendo perguntas maioritariamente
relacionadas com as suas carreiras e sobre assuntos relevantes.
Na
minha opinião, poderia ter havido uma programação mais diversificada,
principalmente nos temas das Talks, em comparação com o ano passado. Contudo, continuo
a realçar que houve uma variedade de conteúdos dirigida para todos os gostos e que
também, deu para se assistir a filmes muito distintos entre si. No meu caso,
sei que ainda havia muito mais painéis, podcasts e muito mais que poderia ter
visto, mas não deu tempo para tudo.
Mesmo
assim, as minhas escolhas proporcionaram-me um bom entretenimento.
Além
disso, para mim, as Talks em que o Giancarlo Esposito participou e a respetiva
conferência de imprensa tornaram-se facilmente dos meus momentos favoritos
deste evento, onde partilhou muitas das suas opiniões não só sobre o seu
trabalho em interpretar antagonistas, mas também pelas reflexões profundas
sobre aquilo que realmente importa.
O
Tribeca Festival Lisboa conseguiu mais uma vez proporcionar momentos de storytelling
únicos que acaba por nos ensinar lições bem úteis. E também acabamos por nos
identificar com muito daquilo que ouvimos nestas Talks.
Esta
segunda edição trouxe-me mais uma vez uma ótima experiência, principalmente a
nível de melhorias nas condições dos recintos. E agora que venha mais melhorias,
novidades, surpresas e a próxima edição já confirmada do Tribeca Festival Lisboa
com mais produções impactantes e nomes de talentos nacionais e internacionais, para
que possamos celebrar todos juntos mais um ano de cinema, storytelling e
muito mais.
Para
concluir, deixo aqui um agradecimento pelas oportunidades, confiança e apoio
que me foram proporcionados ao longo do festival.
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