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domingo, 14 de junho de 2026

Entrevista com Chazz Palminteri | Apresentação do espetáculo, A Bronx Tale: One Man Show

O grande Chazz Palminteri esteve de volta a Portugal para apresentar o seu espetáculo, A Bronx Tale: One Man Show! No Cinema São Jorge, em Lisboa, o público português teve a oportunidade de viver uma experiência única, fora dos EUA.

Depois do sucesso da estreia do filme realizado por Robert de Niro na 1ª edição do Tribeca Festival em Lisboa, este artista traz a versão, ao vivo, do espetáculo, que esgotou inúmeras sessões nos EUA e que deu origem a este fenómeno mundial.

Nascido e criado no Bronx, Chazz Palminteri escreveu “A Bronx Tale” em 1988, uma poderosa peça autobiográfica que retrata a sua infância difícil, marcada por episódios intensos, como ter testemunhado um assassinato ligado à máfia aos nove anos.

No palco, Palminteri interpreta 18 personagens, dando vida a amigos, inimigos e familiares, numa performance única e envolvente. Ele tornou-se o primeiro artista a escrever, protagonizar e adaptar a mesma história para teatro, cinema e musical.

Esta foi uma performance de sucesso nos EUA que foi depois eleita como Melhor Espetáculo em Las Vegas. Através do Tribeca Festival Lisboa, esta peça foi apresentada pela primeira vez em Portugal.

Como apreciadora de peças de teatro, eu tinha muita curiosidade em assistir A Bronx Tale: One Man Show. E depois de o ter feito, fiquei completamente fascinada com aquilo que tinha acabado de ver.

A Bronx Tale: One Man Show é uma experiência totalmente brilhante, imersiva e intensa que a pessoa nem dá pelo tempo a passar. É uma narrativa de autenticidade, coragem e superação que realmente toca quem está a ver.

No palco, bastou estar presente uma simples cadeira, luzes e efeitos sonoros para mergulharmos nesta história tão real e emocionante, que cumpriu com o objetivo de impactar o espetador e entregando assim, um grande momento de storytelling diretamente para o público português.

É inspirador ver este ator a interpretar completamente sozinho todas estas personagens, enquanto desloca-se de um lado para o outro para dar vida a cada uma delas.

A Bronx Tale: One Man Show é mesmo um espetáculo que não podem mesmo perder! E vejam o filme de 1993.

Antes desta peça de teatro, A Geek Traveller esteve à conversa com Chazz Palminteri para saber mais sobre este seu projeto que dura há 35 anos. Sabiam que Chazz Palminteri é um fã assumido de sardinhas? E sempre que vem a Portugal, é o seu prato de eleição.

Acreditem que A Bronx Tale: One Man Show é mesmo um espetáculo que não podem mesmo perder! E vejam o filme de 1993.

De seguida, partilho o vídeo da entrevista do Chazz Palminteri e outro dedicado à cobertura deste evento poderoso de storytelling. 





segunda-feira, 8 de junho de 2026

Tudo O Que Nunca Fomos | Entrevista a Margarida Corceiro e Maxi Iglesias | E o que esperar do filme

Depois de ter conquistado inúmeros admiradores, chegou a adaptação cinematográfica de Tudo O Que Nunca Fomos (Todo Lo Que Nunca Fuimos, como título original)!

Esta produção adaptou o romance de Alice Kellen que tem sido um fenómeno literário de língua espanhola. A realização fica a cabo de Jorge Alonso e os protagonistas são a Margarida Corceiro e o Maxi Iglesias.

O filme acompanha Leah (Margarida Corceiro), uma jovem pintora que tenta lidar com a morte dos pais e com a dor que a afastou de si própria. Quando o irmão parte para longe, pede ao seu melhor amigo Axel (Maxi Iglesias) que fique a tomar conta dela. O que nenhum deles imagina é que, entre os dois, existe uma ligação antiga e silenciosa que pode mudar tudo.

Esta é uma história intensa sobre o poder transformador do amor.

Divulgação: Cinemundo

Tudo começa com Leah, de 19 anos, que enfrenta uma jornada de autodescoberta após um trágico acidente de viação que lhe tira os pais. Mudando-se para uma cidade costeira sob os cuidados de Axel, Leah luta contra o luto, pesadelos perturbadores e uma identidade fragmentada.

Desde a perda dos seus pais, Leah nunca mais foi a mesma. Ela entrou em território desconhecido e simplesmente, não tinha vontade de estar com ninguém. Isolava-se e queria estar no seu canto.

Contudo, quando o seu irmão vai trabalhar temporariamente para fora do país, Leah passa a viver na casa do Axel. E é aí que as coisas começam a mudar e a presença do seu novo companheiro de casa iria ter nela, um impacto que ela não contava.

Divulgação: Cinemundo

Tudo O Que Nunca Fomos é um romance bonito que entrega drama, ternura, amor e uma boa dose de compaixão e compreensão. Um dos seus focos é apresentar como alguém lida com a dor, o luto de perder um ente querido e os desafios que existem, em termos de saúde mental. E isso, foi executado de uma maneira leve e simples.

Apesar de mostrar vistas de um lugar de sonho, a narrativa teve as suas falhas e as escolhas que recaíram para os ângulos de filmagem em determinadas cenas, não foram as melhores. É que quando se estava a ver uma cena específica focada numa das personagens, tudo o que estava ao seu redor acabava por estar com um nível de desfocagem demasiado elevada. E isso, acaba por criar alguma estranheza e impressão, no olhar do espetador.

Margarida Corceiro e Maxi Iglesias fizeram um bom trabalho a interpretarem estas personagens, no qual mostram uma cumplicidade evidente, sendo que tanto Leah, como Axel, conseguem transmitir as suas próprias camadas e fragilidades.  

Por isso, se são fãs do livro, então não podem perder este romance! E que venha a sua continuação.

Durante a antestreia de Tudo O Que Nunca Fomos, eu estive à conversa com os protagonistas, Margarida Corceiro e Maxi Iglesias. E partilho de seguida, o vídeo da entrevista.

Além disso, também podem ver fotografias (se partilharem, por favor, coloquem os devidos créditos) e o vídeo da cobertura do evento da antestreia do filme que teve lugar no Cinema São Jorge, em Lisboa. E teve a presença desta dupla de atores e ainda, do realizador Jorge Alonso.

Por isso, deixo um agradecimento à Margarida Corceiro e ao Maxi Iglesias pela disponibilidade em responderem às minhas perguntas. E um Obrigada à Cinemundo pela oportunidade e pelo convite para estar presente na antestreia deste filme!










quinta-feira, 28 de maio de 2026

2ª edição do Cinecapitólio Rooftop com Rui Tendinha | E o que esperar do filme, Em Zona Cinzenta de Guy Ritchie que teve a sua antestreia neste evento

 

São fãs de cinema ao ar livre?

Então, já arrancou a 2ª edição do CINECAPITÓLIO ROOFTOP, onde podem ir ver diretamente ao Capitólio em Lisboa, uma boa lista de filmes.  

No passado dia 26 de maio foi o evento de inauguração desta segunda edição que promete para esta temporada, uma programação repleta experiências únicas de cinema, enquanto se sente uma brisa fresquinha a acompanhar.

O que não vai faltar são filmes para todos os gostos!

The Mask, Inception, Romeu e Julieta, Lost in Translation, 2001: Odisseia no Espaço, Quatro Casamentos e um Funeral, Moulin Rouge, Notting Hill são algumas das escolhas que podem ver num ambiente incrível e com headphones wireless.

Num momento de sunset, este evento requintado e divertido proporcionou uma ótima experiência, escolhas acertadas em relação à música e juntando, a uma noite bastante agradável. Não só em termos de cinema ao ar livre com pipocas, mas com um bom cocktail e uma boa variedade de comida e bebida a acompanhar.

À conversa com Rui Tendinha, responsável pela programação do Cinecapitólio Rooftop

Durante uma conversa com Rui Tendinha, jornalista, crítico de cinema e curador responsável pela programação disse-me aquilo que podemos esperar este ano: “Este ano, a ideia é tentar uma renovação do que se foi feito no ano passado. Mas, tentar perceber quais foram os filmes que resultaram melhor. O tipo de filmes. E ter filmes novos e ir buscar aqueles que resultaram melhor para quem não pode ver”.

“Aquilo que se pede é a experiência de ver alguns clássicos. Filmes que as pessoas conheçam, mas ver neste contexto com headphones. É só incrível. Num sítio com a melhor vista de Lisboa. E as pessoas quando vierem cá terem uma experiência, como estar numa esplanada, um rooftop incrível de Lisboa com uma vista magnífica. É ser mais do que ir ver um filme. É ir ver num contexto, numa experiência”.

Em relação a filmes que valem a pena assistir neste contexto e neste espaço, Rui Tendinha sugere: “Eu acho que é muito importante verem o filme do Estômago. É um grande sucesso do cinema brasileiro. E que vai ser mostrado aqui num círculo do cinema brasileiro que eu acho que está a adquirir um novo público, depois do filme, Ainda Estou Aqui. Há muita afinidade para as pessoas em Portugal, descobrirem o cinema brasileiro. E até mesmo os brasileiros que vivem cá. Todos podem vir cá ver o filme”.     

Aproveitem para passarem uma noite maravilhosa de cinema neste espaço, de 27 de maio até 26 de setembro.

Podem consultar a programação completa desta segunda edição em https://teatrovariedades-capitolio.pt/

Os bilhetes estão à venda em https://capitolio.bol.pt/ ; na bilheteira do Teatro Variedades (aberta de 2ª a sábado, das 17h às 20h, e domingo, das 13h às 16h), na Fnac, El Corte Ingles, Worten e CTT.

Divulgação: Cinemundo

Antestreia do filme, Em Zona Cinzenta e o que esperar desta obra de Guy Ritchie

Para celebrar e assinalar a abertura de mais uma temporada, o Cinecapitólio Rooftop e a Cinemundo juntaram-se para a antestreia do filme, Em Zona Cinzenta (In the Grey, como título original). Esta é a nova produção de ação do realizador Guy Ritchie que também é responsável pelo argumento. E reúne Jake Gyllenhall, Henry Cavil e Eiza González.

Esta é uma história de ação explosiva, estratégia e estilo onde nada é bem o que parece. E onde se pode ver os únicos profissionais capazes de roubar mil milhões de volta.

Então, Rachel Wild (Eiza González) é uma negociadora contratada para recuperar mil milhões de dólares roubados por um déspota com exército próprio numa ilha privada. Para o que a lei não resolver, ela chama o Bronco (Jake Gyllenhaal) e o Sid (Henry Cavill) — dois ex-agentes especiais com um método próprio: planos minuciosos, saídas de emergência preparadas com antecedência e a violência tratada como mais uma ferramenta de trabalho, a par das injunções judiciais e da manipulação financeira. Entre os dois há uma cumplicidade silenciosa que diz mais do que qualquer diálogo.

Temos aqui uma equipa secreta de operacionais de elite que vivem nas sombras do mundo, tão à vontade a exercer poder e influência como a manusear armas automáticas e explosivos.

Contudo, o que começa como um assalto impossível rapidamente piora, transformando-se numa guerra total de estratégia, engano e sobrevivência.

Divulgação: Cinemundo

Este filme, Em Zona Cinzenta tem a capacidade de entreter temporariamente o espetador com a sua dose de ação envolvida em perseguições, explosões, manipulações e tiroteios. No entanto, existe falhas e uma falta de fundamento evidente no seu argumento e respetivo desenvolvimento, que acaba por não criar grande interesse nesta narrativa, que às vezes, parece tão frágil.

Além disso, infelizmente, não acrescenta nada de novo ao género. E apesar do seu bom conteúdo de ação e do trabalho eficiente do seu elenco, isso não é suficiente para atrair e prender totalmente a atenção.

Assim, esta obra mais recente de Guy Ritchie poderá vir a tornar-se facilmente esquecível.

sábado, 6 de dezembro de 2025

A minha experiência na 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa 2025

 

Depois da sua estreia em Portugal, a 2ª edição do Tribeca Festival Lisboa está de regresso à capital portuguesa no Unicorn Factory para conversas ao vivo inspiradoras, podcasts, convidados nacionais e internacionais e a estreia de filmes e séries para todos os gostos.

Desta vez, este evento ocorreu ao longo de 3 dias pelo Beato Innovation District, sendo que as datas escolhidas foram 30 e 31 de outubro e 1 de novembro.

Durante estes três dias, este festival continuou a ter uma programação repleta de Talks, Podcasts e visionamentos nacionais e internacionais que criaram vontade em assistir. Enquanto no ano passado, chegaram alturas em que a pessoa podia ter dificuldades em escolher aquilo que mais queria assistir, já este ano, isso aconteceu com uma menor frequência. De vez em quando, aconteceram momentos em que se tentava conciliar entre atividades que estavam a acontecer ao mesmo tempo, mas não foi com a mesma intensidade que na edição passada.

Muito disso pode também ter a ver com os gostos de cada um, sendo que no meu caso, não senti que estivesse sempre a correr de um lado para o outro. No entanto, quando optamos por ir assistir a alguns dos filmes disponíveis neste festival, isso até podia vir a acontecer.

Na primeira edição, optei por assistir apenas a um filme que foi Anora, no qual devido a incompatibilidades de horários, não tive a oportunidade de vê-lo nesse dia completo. Enquanto neste ano, acabei por estar mais presente nas sessões de cinema.  

Perante a sua primeira edição, já tinha sido feita algumas queixas em relação à preparação do recinto, principalmente a nível do visionamento de filmes. Mas será que houve alguma melhoria?

Relativamente aos locais escolhidos para os visionamentos das produções, tanto nacionais, como internacionais, tivemos novidades. O público dividiu-se entre duas novas salas de cinema: The Theater by Toyota no Teatro Ibérico e The Chapel by Betclic no Convento do Beato.

A escolha em si foi bastante acertada, na qual melhorou significativamente as condições, o conforto e a experiência do espetador. Contudo, o facto de as salas em questão serem um pouco distantes uma da outra e do recinto principal não ajudou, principalmente em dias de chuva. Mesmo assim, compensou essa mudança e a adição da oferta de pipocas à porta de cada espaço foi uma mais-valia.

Para este ano, mais uma vez, o Tribeca Festival Lisboa trouxe uma seleção de filmes nacionais e internacionais para todos os gostos que prometia surpreender os visitantes. A conclusão foi que muitas das sessões estavam completamente cheias, onde algumas até esgotaram.

A sala de cinema que frequentei mais foi The Chapel, onde fui assistir aos filmes In The Head Of Dante com a realização de Julian Schnabel, Dreams com a realização de Michel Franco que tem Jessica Chastain como a protagonista (acompanhado depois por um Q&A com o realizador), Eleanor The Great, o primeiro filme realizado pela Scarlett Johansson. E também tive presente na apresentação da série Sandokan: The Pirate Prince, onde foi exibido o seu primeiro episódio e de seguida, houve um Q&A com a presença exclusiva do ator Ed Westwick.

Já no Teatro Ibérico acabei por ir só ver o filme Honeyjoon que venceu o prémio na edição deste ano do Tribeca em New York. E de seguida, também houve um Q&A com a presença da realizadora Lillian T. Mehrel e do protagonista José Condessa.

Uma boa parte do meu tempo também foi passada no Lisbon Stage by Meo, onde decorreram várias Talks, sendo que tive a chance de assistir a mais conversas pertinentes e interessantes. Nestas Talks tiveram a presença de nomes, tais como, Giancarlo Esposito, Edie Falco, Veronica Falcón, Joaquim de Almeida, Daniela Ruah, Meg Ryan, Kim Cattrall, Edie Falco, Piper Perabo, José Condessa, Margarida Marinho, Afonso Pimentel, entre outros.   

Agora, se tivesse de escolher qual foi o maior destaque desta segunda edição do Tribeca Festival Lisboa, então seria sem dúvida, a Talk do Villans We Love To Hate: The Rise Of The AntiHero. Esta foi realizada logo no primeiro dia do festival, tendo sido moderada por Daniela Ruah e teve como convidados: Giancarlo Esposito, Joaquim de Almeida e Veronica Falcón.

Eu sou daquelas pessoas que fica cativada com o desempenho e o desenvolvimento da história de alguns vilões ou anti-heróis. Um desses exemplos foi a performance de Giancarlo Esposito como Gus Fring nas séries, Breaking Bad e Better Call Saul e também a da Veronica Falcón como Camila Vargas na série, The Queen of the South.

Ouvi-los foi uma enorme inspiração, sendo que partilharam testemunhos muito interessantes, a experiência que estiveram a interpretar estas personagens e ainda contaram histórias divertidas.

Esta foi a Talk que mais me entreteu e que me trouxe uma energia incrível e momentos em que me fartei de rir! E muito disso foi devido a estes convidados espetaculares.

Este festival também teve uma área dedicada aos podcasts, onde fui assistir no The Studio a uma conversa dedicada à “Geração 60” que teve a participação de José Raposo e Luísa Cruz e com a moderação de Conceição Lino.

No entanto, gostaria de destacar o Podcast “Quatro à Conversa” que teve a presença de Luís Ungaro, João Miguel Salvador e Paulo Dimas, sendo que o tema central foi o papel da Inteligência Artificial no dia a dia. Durante este momento, foi-nos mostrado um exemplo dos benefícios do uso da inteligência artificial. O facto de ter existido espaço para conversas relacionadas com vários assuntos relacionados com a tecnologia e a utilização da inteligência artificial foi uma excelente ideia.

Numa perspetiva de imprensa foi mais uma vez uma experiência gratificante e muito positiva, no qual conseguiu melhorar ainda mais as condições oferecidas à comunicação social. Outro ponto positivo foi a proximidade, disponibilidade e acesso que os convidados tiveram com a imprensa e onde tivemos a oportunidade de conversar de uma forma mais descontraída e simples, fazendo perguntas maioritariamente relacionadas com as suas carreiras e sobre assuntos relevantes.

Na minha opinião, poderia ter havido uma programação mais diversificada, principalmente nos temas das Talks, em comparação com o ano passado. Contudo, continuo a realçar que houve uma variedade de conteúdos dirigida para todos os gostos e que também, deu para se assistir a filmes muito distintos entre si. No meu caso, sei que ainda havia muito mais painéis, podcasts e muito mais que poderia ter visto, mas não deu tempo para tudo.

Mesmo assim, as minhas escolhas proporcionaram-me um bom entretenimento.

Além disso, para mim, as Talks em que o Giancarlo Esposito participou e a respetiva conferência de imprensa tornaram-se facilmente dos meus momentos favoritos deste evento, onde partilhou muitas das suas opiniões não só sobre o seu trabalho em interpretar antagonistas, mas também pelas reflexões profundas sobre aquilo que realmente importa.

O Tribeca Festival Lisboa conseguiu mais uma vez proporcionar momentos de storytelling únicos que acaba por nos ensinar lições bem úteis. E também acabamos por nos identificar com muito daquilo que ouvimos nestas Talks.

Esta segunda edição trouxe-me mais uma vez uma ótima experiência, principalmente a nível de melhorias nas condições dos recintos. E agora que venha mais melhorias, novidades, surpresas e a próxima edição já confirmada do Tribeca Festival Lisboa com mais produções impactantes e nomes de talentos nacionais e internacionais, para que possamos celebrar todos juntos mais um ano de cinema, storytelling e muito mais.

Para concluir, deixo aqui um agradecimento pelas oportunidades, confiança e apoio que me foram proporcionados ao longo do festival.

Querem ver mais conteúdos sobre o Tribeca Festival Lisboa 2025? Aqui têm:

PS: Esta lista de conteúdos deste evento ainda será atualizada! Mais artigos brevemente!

Também podem assistir a mais vídeos relacionados com o festival na conta do YouTube! Ver AQUI!

De seguida, partilho um vídeo com os melhores momentos desta 2ª edição e algumas fotografias tiradas durante a cobertura deste evento!