The
Dog Stars (Na Companhia
das Estrelas, como título em português) é baseado no bestseller de Peter
Heller e tem a realização de Ridley Scott.
O elenco é
composto por Jacob Elordi, Josh Brolin, Margaret Qualley, Allison Janney,
Benedict Wong e Guy Pearce.
O
filme conta a história de Hig (Jacob Elordi), um jovem piloto que,
juntamente com Bangley (Josh Brolin), um especialista militar em
sobrevivência, construiu um refúgio eficiente, mas isolado, num mundo
pós-apocalíptico brutal. Quando Hig recebe uma misteriosa transmissão de
rádio, parte rumo ao desconhecido em busca da esperança e da humanidade que
ainda acredita existirem.
Divulgação: 20th Century Studios Portugal
Neste
mundo pós-apocalíptico, um vírus misterioso elimina uma grande parte da
humanidade. Não se sabe como tudo aconteceu. Porém, houve quem tivesse sobrevivido,
como foi o caso de Hig, um piloto que juntamente com o seu cão tenta
seguir em frente após a morte da sua mulher.
Como
é óbvio, os sobreviventes terão de lidar com todo o tipo de perigos, incluindo
a presença de saqueadores. Neste caso, temos um grupo de saqueadores que são
conhecidos como os Reapers e que aterrorizam quem se cruza no caminho
deles.
Agora,
uma das mensagens que esta produção tenta transmitir é que no fim do mundo,
ninguém tem de sobreviver sozinho. O instinto de sobrevivência pode surgir num
ápice. Mas, demonstrar a sua humanidade, isso já faz parte das muitas escolhas
do chamado livre-arbítrio.
Hig é daqueles indivíduos ingénuos e
cheios de esperança, que ainda acredita que pode haver sobreviventes com boas
intenções e dispostos a tornar este mundo onde vivem no momento, num lugar
melhor. Enquanto isso, o seu companheiro, Bangley acredita completamente
no contrário. Afinal, quem terá razão?
Por
mais que estivesse a viver num sítio confortável e protegido o suficiente para que
pudesse chamar de lar, Hig queria muito mais. Ele pretendia aventurar-se
no desconhecido e fazer muito mais. Contudo, a partir do momento em que tomasse
essa decisão, então iria para um ponto sem retorno. Isso, depois poderia lhe proporcionar
um género de transformação. E quem sabe, lidar com o seu luto.
Divulgação: 20th Century Studios Portugal
Apesar
de possuir uma cinematografia bonita e uma boa escolha em termos de som, The
Dog Stars não acrescenta nada de novo. O filme em si, faz lembrar
automaticamente o ambiente da série, The Last of Us, mas sem as suas
criaturas mortíferas.
Depois,
torna-se difícil criar qualquer ligação com as personagens. Houve momentos em
que o cão do protagonista cativou muito mais do que outras personagens. O
enredo também tem as suas falhas e há muitas questões que ficaram por
responder.
Além
disso, fica-se com a sensação de que falta sempre algo que poderia tornar a
história mais produtiva e intensa.
Mesmo
assim, num geral, apreciei a atmosfera do filme e as alturas em que foram apresentando
as estrelas.
Para
mim, uma das melhores partes foi a presença do Bangley, sendo que Josh
Brolin fez o seu melhor com o argumento que lhe proporcionaram.
Sinceramente,
esperava muito mais deste The Dog Stars que poderia ter seguido um rumo bem
melhor. Até pode haver quem vá gostar muito, devido ao Jacob Elordi. Mas, na
minha opinião, a interpretação dele não foi nada de especial. Por isso, se
forem ver o filme, então não vão com expetativas.
Depois
de muito tempo de espera, chegou o filme Coyote vs. Acme!
Este
projeto esteve na gaveta, mas graças à pressão dos fãs, o filme realizado por
Dave Green vai finalmente estar disponível para que o público possa assistir.
Este
é um novo capítulo inspirado num dos confrontos mais memoráveis da animação!
Quem se lembra das constantes perseguições do Wile E. Coyote e o Bip
Bip?
Até
se perde o número de vezes que a pessoa já se riu, devido a cada uma das
interações desta dupla de personagens de animação. Verdade?
Esta
produção combina imagem real e animação, sendo que reúne Will Forte, John Cena
e Lana Condor, ao lado de algumas das personagens mais icónicas dos Looney
Tunes.
Divulgação: WARNER BROS. ENTERTAINMENT INC e NOS Audiovisuais
O
enredo em si cria um interesse imediato. Verdade, porque depois de anos de
planos falhados e engenhocas desastrosas, Wile E. Coyote decide
finalmente responsabilizar a ACME pela sucessão de acidentes que marcaram
a sua interminável perseguição ao Bip Bip.
Para
isso acontecer, temos o Coyote determinado a fazer justiça. A primeira
coisa que ele faz é juntar-se a um advogado especializado em acidentes pessoais.
E depois, avança com um processo judicial contra a empresa responsável pelos
produtos que, durante décadas, nunca funcionaram como prometido.
Entre
reviravoltas inesperadas e um confronto em tribunal, a batalha promete colocar
em causa uma das marcas mais emblemáticas do universo clássico de Looney
Tunes.
Entretanto,
isto tudo não aconteceu de um dia para o outro. Foram décadas de acontecimentos
infelizes para o Wile E. Coyote. Estes são alguns dos exemplos: bombardeado
por bombas; demolido por dinamite; danificado por ímanes; espalmado por
pedregulhos; atropelado por comboios; trapaceado por túneis; arremessado por
molas; cilindrado por cilindros; baleado por balas, acorrentado por correntes,
fustigado por foguetes, traído por trajes, projetado por patins, maltratado por
monociclos, trucidado por terramotos, chicoteado por cintos e lançado de cabeça
de todos os penhascos do deserto.
Divulgação: WARNER BROS. ENTERTAINMENT INC e NOS Audiovisuais
Com
todas estas desgraças que lhe aconteceram, Wile E. Coyote decide
finalmente retaliar. Por isso, ele junta-se ao advogado de acidentes pessoais Kevin
Avery (Will Forte). Como adversário para enfrentar tem o astuto advogado
corporativo Buddy Crane (John Cena) e a ACME, Inc, a empresa capitalista
por trás de todas as suas caóticas catástrofes.
Agora,
fica uma das maiores questões em aberto. Será que Wile E. Coyote e Kevin
Avery vão ser bem-sucedidos e vencer este caso em tribunal? O que também não
vai faltar são momentos de pura comédia.
Uma
coisa que gostaria de partilhar com vocês. Desde miúda, que eu acompanho os Looney
Tunes e assim que soube desta nova aventura do Coyote, então não
podia faltar e tinha mesmo de ir ver.
Se
tivesse de descrever este filme numa única palavra que mistura os desenhos
animados com live-action seria, sem margem para dúvidas, HILARIANTE!
Divulgação: WARNER BROS. ENTERTAINMENT INC e NOS Audiovisuais
Coyote
vs. Acme é daqueles
filmes que nos faz sair da nossa própria realidade e nos proporciona uma
experiência repleta de uma alegria contagiante e de muita boa disposição. E ainda,
tem boas referências a este universo tão clássico que tão bem conhecemos.
Também consegue trazer novas personagens que encaixam, enquanto nos faz matar
saudades de outras tão icónicas.
A
criatividade, tanto na história, como em relação a cada uma das suas cenas está
fabulosa. E muito daquilo que acontece é mesmo de partir a rir.
Depois,
este Coyote faz-nos vibrar constantemente, sendo que nos traz desde
momentos engraçados até outros mais emocionantes.
Resumindo,
é um filme bastante divertido que tem ótimas surpresas e que ficou na lista dos
meus favoritos deste ano.
Coyote
vs. Acme merece todo
o reconhecimento e vale mesmo a pena assistir, principalmente na versão legendada. Por isso, não percam! E
preparem-se para uma sessão cheia de humor e de animação pura!
De seguida, também partilho um vídeo curto da crítica deste filme.
Pompeia:
Antes do Desastre (Pompeii:
Out of Time, como título original) é uma série documental constituída por
três episódios que é apresentada por Tom Hiddleston. E que pode ser vista na
plataforma de streaming da Disney+ e no canal National Geographic.
Para
este projeto, Kevin R. Wright, produtor executivo da série Loki volta a se
reencontrar com Tom Hiddleston.
Neste
docudrama, Tom Hiddleston interpreta um detetive do passado que lidera uma
investigação inovadora sobre as últimas 24 horas da erupção do Vesúvio que
ocorreu em 79 d.C. Contudo, ele precisa de combinar uma arqueologia de ponta
com a sua própria intuição.
Afinal,
será que alguém poderia sobreviver à destruição de Pompeia? Tom Hiddleston
questiona o que realmente aconteceu às pessoas sob as cinzas, seguindo o
percurso de um adolescente, de uma empresária e de um soldado enquanto
enfrentam escolhas impossíveis numa corrida contra o tempo.
Ao
longo de três episódios, há muito para se descobrir sobre este acontecimento
fatal.
Divulgação: Disney+ e National Geographic
O
que aborda estes três episódios:
Em
primeiro lugar, à medida que o Vesúvio começa a despertar, a primeira questão
crucial é colocada: será possível que alguém conseguirá reconhecer os sinais de
aviso a tempo? Inicialmente, Tom Hiddleston segue a história de dois romanos
reais, um jovem aprendiz e uma imponente mulher de negócios, descobre uma cidade
que continua a sua rotina, enquanto os sismos se intensificam.
Com
o tempo a esgotar-se, Tom investiga a razão pela qual as pessoas ignoram o
perigo e se estas primeiras decisões selaram o seu destino.
Já
no segundo episódio, quando o Vesúvio entra em erupção, ele procura saber quem
tem a capacidade de escapar perante o caos e quem assume o controlo. Ao seguir
o jovem Avianius, que corre para salvar a mãe, e Julia Felix, que protege os
membros da sua casa, descobre também um misterioso guarda pretoriano em
Herculano. Será ele apenas uma testemunha ou um líder?
Com
a chegada da escuridão e da primeira fase mortífera da erupção, Tom investiga
se ainda há alguém capaz de sair com vida.
Por
fim, no terceiro e último episódio, temos o momento mais assustador de todos. É
quando as últimas vagas mortíferas atingem Pompeia. E é aqui que Tom Hiddleston
confronta-se com a questão final: o que significa sobreviver? Devido a
investigar a derradeira decisão de Julia Felix, o sacrifício do guarda
pretoriano e o destino de Avianius, Tom descobre novas provas que desafiam tudo
o que julgamos saber sobre Pompeia.
Perante
a destruição total, revela não só quem sobreviveu, mas também o verdadeiro
significado de sobrevivência.
Divulgação: Disney+ e National Geographic
A
minha análise a este docudrama:
Pompeia:
Antes do Desastre é
uma produção notável que nos dá a oportunidade exclusiva de ter uma experiência
imersiva em viajar no tempo e de sermos transportados para a Roma Antiga nas
horas que antecederam à erupção do Vulcão Vesúvio. E cuja catástrofe levou a
que três cidades, incluindo Pompeia fossem completamente soterradas.
No
entanto, acompanhamos tudo numa perspetiva nova que é bastante criativa e
interessante, enquanto vai existindo uma contagem decrescente para o desastre
começar. Aqui, temos uma representação cinematográfica que não falha em
retratar a época em questão.
Pode
ser definido como um documentário de investigação com o seu tom dramático que prende
a atenção de quem está a ver e que conta uma história que não conhecemos.
O
storytelling é executado de um modo tão diferente, preciso e inovador, sendo
que não falta referências tão engraçadas ao lendário Loki, a personagem do
universo da Marvel que Tom Hiddleston desempenha há mais de uma década. E uma
dessas referências inclui um simples movimento da mão que automaticamente, nos
cria uma sensação de alegria e nostalgia.
Divulgação: Disney+ e National Geographic
O
foco vai para os sobreviventes, em que graças a tecnologias mais avançadas, foi
possível explorar novas evidências arqueológicas. Estas indicaram que nem todas
as pessoas morreram num mero instante e que, até houve quem tentasse escapar. E
que se calhar, com todas as descobertas que foram sendo reveladas, então, teria
sido possível que muitos daqueles que foram apanhados por esta tragédia,
poderiam ter sobrevivido.
Para
quem conhece um pouco daquilo que aconteceu em Pompeia, acaba por
surpreender-se por determinados detalhes, sinais e informações que eu particularmente
não sabia. E ainda, chegando à conclusão de que havia muito sobre Pompeia que
se desconhecia.
Também
é apresentada a vida na Roma Antiga e são contadas as histórias de pessoas
reais, como a de um adolescente, uma empresária e um soldado. Como estes
romanos passaram as suas últimas horas, antes do derradeiro final da cidade de
Pompeia. E a relevância que as escolhas de cada um deles acabou por ter.
Divulgação: Disney+ e National Geographic
Apesar
de termos aqui uma reconstrução histórica muito humana deste evento acompanhada
por uma boa banda sonora, também houve uma equipa de arqueólogos,
historiadores, geólogos e especialistas em catástrofes que ao mesmo tempo, analisaram
e esclareceram todos os aspetos relacionados com a erupção do Vesúvio. E tudo,
de acordo com as provas e as mais recentes descobertas arqueológicas.
E
pelo meio, esta narrativa que se destaca pela sobrevivência, resiliência e
sacrifício do ser humano, também contém uma boa dose de imaginação incorporada
nesta história e uma reinvenção na forma como ela é contada.
Divulgação: Disney+ e National Geographic
Além
disso, há que realçar a interpretação brilhante de Tom Hiddleston, agora como
anfitrião e investigador. Desde jovem, ele sempre teve uma curiosidade, um
fascínio e um carinho especial por Pompeia. E aqui, dá para ver o quanto ele
quer descobrir mais sobre o que realmente aconteceu com as pessoas que
testemunharam esta tragédia.
É
mesmo muito cativante quando o vemos a visitar esta cidade em ruínas e a ser o
nosso próprio guia turístico. É um momento tão autêntico e real que acaba por
criar ainda mais vontade em querer fazer uma visita pessoalmente e sentir a
energia desse lugar. Como apreciadora da história romana, há muito tempo que eu
já queria ir a Pompeia e agora, esse desejo é ainda maior.
Com
Pompeia: Antes do Desastre, temos uma visão dinâmica, distinta e única dos
momentos que antecederam o soterramento desta cidade. Num geral, foi uma
aprendizagem muito interessante e cheia de detalhes pertinentes que foi
apresentada pelo excelente, Tom Hiddleston. Mas, que não termina sem uma
reflexão que dá muito em que se pensar.
Por
isso, não podem perder este docudrama surpreendente sobre um dos desastres mais
mortíferos da humanidade!
De seguida, também partilho 3 razões para ver esta produção!
Imaginem
que o vosso bairro inteiro era teletransportado de volta para a época dos
Dinossauros. Será que iriam conseguir sobreviver?
Esta
é a premissa de The End of Oak Street (O Fim de Oak Street, como
título em português) protagonizada por Anne Hathaway e Ewan McGregor. Neste
filme produzido por J.J. Adams e com argumento e realização de David Robert
Mitchell, também temos no elenco, Maisy Stella e Christian Convery.
Nesta
história, após um misterioso evento cósmico arrancar a Rua Oak dos
subúrbios e transportar o bairro inteiro para a era dos dinossauros, a família Platt
percebe que a sobrevivência depende de uma coisa: permanecer unida. Com
predadores em cada esquina e um mundo irreconhecível à sua volta, Denise
(Anne Hathaway) e Greg (Ewan McGregor) têm de deixar para trás os
problemas que os separam e lutar pelos filhos, pelo bairro e pela família.
Afinal,
como seria ficar completamente preso num tempo pré-histórico? É isso que
poderemos acompanhar em primeira mão.
Como
referido anteriormente, de um modo inexplicável e misterioso, um bairro inteiro
é transportado para o passado para a época dos dinossauros. Os moradores terão
de fazer o que for preciso para sobreviverem. Será que todos vão ser
bem-sucedidos?
Divulgação: Warner Bros. Pictures e Cinemundo
The
End of Oak Street
entregou uma fórmula completamente diferente de inovar histórias que incluam
dinossauros. Já vimos inúmeros enredos de sobrevivência. Mas desta vez, foi
algo novo e refrescante que adicionou à ficção científica e a este thriller, um
tom ligeiramente mais humorístico e inesperado.
E
desde o início, teve a capacidade de prender a atenção e criar curiosidade em
saber o que poderia acontecer com cada uma das personagens.
Além
disso, quem está a ver acaba por imaginar o que faria, se estivesse num cenário
destes.
A
ideia desta narrativa é bastante interessante e original. No entanto, acaba por
ter os seus deslizes. A história em si é tensa e acaba por combinar elementos
da série Stranger Things com os filmes do universo de Jurassic World.
Mas, é Anne Hathaway que carregou o filme às costas e roubou todas as atenções.
Infelizmente,
a interpretação de outros membros do elenco esteve um pouco desequilibrada.
Apesar
das suas falhas e de ter um final em aberto, The End of Oak Street é um
filme divertido com uma energia própria que irá entreter com efeitos visuais de
qualidade e uma boa banda sonora. Apesar de esperar mais, na generalidade, a
experiência foi positiva.
E
foi ótimo termos tido a chance de ver dinossauros num ambiente novo. Por isso, se
gostam de filmes do estilo anos 80 e com dinossauros a acompanhar, então não
percam este filme!
De seguida, partilho vídeos relacionados com esta produção.
Chegou
o momento de mais uma aventura da Patrulha Pata, o universo canino que continua
a conquistar crianças e famílias em todo o mundo!
Patrulha
Pata: O Filme dos Dinossauros (Paw Patrol: Dino Movie, como título original) é a nova missão cheia de ação, humor e espírito de equipa que este grupo de heróis
tão popular tem pela frente. Desta vez, a Patrulha Pata é transportada
para um ambiente inesperado, onde irá enfrentar grandes desafios.
A
presença de dinossauros vai introduzir uma nova dimensão a este universo
canino, aumentando assim, a escala dos perigos a enfrentar e das próprias
operações de resgate.
Neste
novo capítulo baseado na série criada por Keith Chapman e realizado por Cal
Brunker. O elenco de vozes portuguesas é composto por Soraia Tavares, Solange
Santos, Romeu Vale, Vasco Pereira Coutinho, Mafalda Luís de Castro, Custódia
Gallego, Matay, Sara Santos, Filipa Caçador e da cantora e compositora Maro. E
estes são apenas alguns dos nomes da equipa de dobragem portuguesa.
Nesta
narrativa, depois de a sua nave ser apanhada por uma tempestade misteriosa, os
membros da Patrulha Pata acabam por aterrar de emergência numa ilha
tropical desconhecida, habitada por dinossauros. Lá, conhecem Rex, um
jovem cão que ficou preso na ilha durante anos e que se tornou um verdadeiro
especialista em tudo o que está relacionado com dinossauros.
Agora,
quando o arqui-inimigo da Patrulha Pata, o Presidente da Câmara Humdinger,
inicia uma exploração imprudente dos recursos naturais da ilha, acaba por
provocar a erupção de um enorme vulcão adormecido. Perante uma sucessão de
missões de resgate de alto risco, a equipa enfrenta os maiores desafios de
sempre e terá de impedir Humdinger, antes que tudo na ilha seja destruído.
Assim,
Marshall, Chase, Skye, Rubble e o resto da equipa
descobrem um mundo perdido habitado por dinossauros, onde terão de lidar com
situações de proporções jurássicas numa missão, onde não irá faltar ação, amizade
e humor. Mas, que poderá determinar o futuro de toda a ilha.
Divulgação: Paramount Pictures Portugal e NOS Audiovisuais
Patrulha
Pata: O Filme dos Dinossauros
é um filme para toda a família que vai entreter numa aventura pré-histórica
cheia de alegria, exploração, resgates, mensagens importantes, espírito de
equipa, natureza e acima de tudo, dinossauros.
É
daqueles tipos de entretenimento que nos faz viajar diretamente para este
universo canino tão acarinhado e que continua a surpreender e a inovar. Nós
nunca sabemos o que esperar e é fantástico quando ainda conseguem criar
histórias novas e que também podem impactar o espetador.
Mesmo
que a pessoa não acompanhe nem a série de animação, nem os filmes que já foram
lançados, isso não irá importar quando for assistir a esta nova aventura. Vai
descontrair, rir, envolver-se com as personagens e até pode vir a criar uma
certa ligação mágica com cada uma delas.
Por
isso, não percam a próxima missão da Patrulha Pata na companhia dos Dinossauros!
Entretanto,
na antestreia do filme de animação, Patrulha Pata: O Filme dos Dinossauros,
eu estive à conversa com o cantor Matay que faz parte do elenco da dobragem
portuguesa.
Durante
esta entrevista, Matay que deu voz a Dave partilhou a sua experiência
neste projeto e algumas curiosidades sobre os bastidores.
Um
agradecimento do Matay pela disponibilidade em responder às minhas perguntas. E
um obrigada à Paramount Pictures Portugal e à NOS pelo convite para estar
presente nesta antestreia!
De
seguida, podem assistir ao vídeo desta entrevista!
Depois
de 5 anos de espera, o nosso super-herói Spider-Man está de regresso para Spider-Man:
Brand New Day (Homem-Aranha: Um Novo Dia, como título em português).
Baseado
mais uma vez na banda desenhada da Marvel criada por Stan Lee e Steve Ditko, o
filme é realizado por Destin Daniel Cretton.
O
elenco é composto por Tom Holland, Zendaya, Sadie Sink, Jacob Batalon, Jon
Bernthal, Tramell Tillman, Michael Mando e Mark Ruffalo.
É
UM NOVO DIA para Peter Parker. A combater o crime a tempo inteiro como
Homem-Aranha num mundo que já não se lembra dele, e perante a pressão de ver os
seus amigos de longa data seguirem em frente sem ele, Peter enfrenta uma
mudança que poderá estar para além do seu controlo. Mas essa transformação
poderá também ser a única forma de travar uma nova e chocante ameaça à cidade e
às pessoas que ama: um poderoso vilão que ninguém consegue sequer ver.
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Será
que Peter estará à altura deste novo desafio? Uma coisa é certa! Será mais uma
aprendizagem para esta figura carismática.
Quatro
anos se passaram desde os eventos que mudaram a sua vida para sempre. Agora,
Peter é um adulto que vive totalmente sozinho, depois de ter escolhido
apagar-se da vida de quem mais ama.
Como
Homem-Aranha está a passar por uma ótima fase, sendo que tem conseguido
proteger a sua cidade que infelizmente, já não o reconhece. No entanto, ele começa
a enfrentar uma pressão crescente que o leva a uma evolução física inesperada,
surpreendente e perigosa que inclui mudanças nos seus poderes e coloca em risco
a sua própria existência.
Enquanto
isso, surge um estranho padrão de crimes na cidade que dá origem a uma das
ameaças mais poderosas que ele já enfrentou. Para salvar a New York que tanto
ama, ele terá de descobrir até onde está disposto a ir e o que está preparado
para sacrificar.
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Spider-Man: Brand New Day é um novo capítulo na vida de Peter Parker que é completamente inovador e divertido. E transmite uma mensagem importante com o qual nos identificados e que nos faz refletir.
O maior destaque vai para a dinâmica espetacular e única entre Peter Parker e Frank Castle, sendo que eles encaixaram mesmo na perfeição. Foi mesmo tão bom vê-los a trabalhar juntos e a pessoa fica com uma grande vontade de assistir a mais cenas protagonizadas por esta dupla imbatível.
Os efeitos visuais e ângulos de filmagem escolhidos estão fantásticos. As cenas de luta e de ação são empolgantes, criativas e surpreendentes, principalmente a luta entre o Spider-Man e o Hulk.
Depois, existem momentos de nostalgia que nos transmitem traços tão característicos do filme, Shang-Chi.
Divulgação: Sony Pictures Portugal e Big Picture Films
Em relação à história, é emocionante, madura, tem humor, aventura, ação e que dá para ver que é feito de coração.
Para além da mensagem interessante que entrega, também aborda temas pertinentes relacionados com a solidão, isolamento, procura pela identidade, entre outros.
No entanto, quando se chega ao fim, fica-se com a sensação de que ficamos com mais perguntas por responder do que respostas dadas. E a cena pós-créditos poderia ter sido bem melhor e ter uma ligação mais explícita ao futuro do universo da Marvel.
Já a introdução da Sadie Sink neste mundo foi bem conseguida e a pessoa fica com curiosidade em acompanhar a sua jornada.
Spider-Man: Brand New Day traz uma visão completamente nova deste super-herói que tanto adoramos e que é cativante.
Chegou
o momento da estreia do filme mais antecipado de 2026! A Odisseia (The
Odyssey, 2026) está preparada para elevar as fasquias e proporcionar uma
experiência audiovisual que nunca foi antes vista.
Desta
vez, esta obra tão popular de Homero foi adaptada pelas mãos do grande
visionário Christopher Nolan. E este é o primeiro filme narrativo da história a
ser filmado integralmente com câmaras IMAX de 70mm.
Este
é considerado como o projeto mais ambicioso da carreira de Christopher Nolan
com um orçamento estimado em 250 milhões de dólares.
As
suas rodagens decorreram ao longo de 91 dias, sendo que terminaram antes do
previsto e sem ultrapassarem o orçamento. E passaram por localizações reais que
incluíram Marrocos, Grécia, Itália, Islândia, Escócia e Saara Ocidental.
Já
o elenco é de luxo, sendo constituído por Matt Damon, Tom Holland, Anne Hathaway,
Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Samantha Morton, John Leguizamo, Zendaya, Charlize
Theron, Jon Bernthal, Himesh Patel, Mia Goth e Benny Safdie.
Em
termos de equipa técnica, estão de regresso o diretor de fotografia Hoyte van
Hoytema, o compositor vencedor de Óscares, Ludwig Göransson e a produtora Emma
Thomas.
A
Odisseia acompanha Ulisses,
o lendário rei grego de Ítaca, na sua longa e perigosa jornada de
regresso a casa após a Guerra de Troia, narrando os seus encontros com
seres míticos como o Ciclope Polifemo, as Sereias e a ninfa Calipso,
enquanto tenta reunir-se com a sua esposa, Penélope. Mito e legado —
estes são os temas que atravessam o épico de ação de Nolan.
Divulgação: Universal Pictures Portugal e Cinemundo
Depois
de Ulisses liderar o exército que levou a uma vitória decisiva contra Troia,
ele procura voltar ao seu lar de Ítaca. Enquanto isso, o seu filho Telémaco
resolve partir à procura do seu pai e a sua mulher, Penélope espera
ansiosamente pelo regresso dele.
No
entanto, Ítaca está repleto de pretendentes que se querem casar com Penélope
e assim, se tornarem, no próximo monarca de Ítaca. Porém, até ao
momento, Penélope tem conseguido adiar esse acontecimento.
O
foco desta narrativa é na jornada difícil de 10 anos do regresso de Ulisses
a casa, que lhe proporcionou uma reflexão profunda que também incluiu uma
procura pela sua identidade e uma transformação útil para o que viesse de
seguida. Além disso, também acompanhamos a sua culpa, tormento e o seu processo de redenção perante
tudo o que fez ao longo da Guerra de Troia.
Divulgação: Universal Pictures Portugal e Cinemundo
A
Odisseia é uma
obra-prima extraordinária que é profundamente arrepiante, intensa e impactante.
Desde o primeiro instante que nos faz sair imediatamente da nossa própria
realidade. E acabamos por mergulhar por uma experiência inesquecível, única e
imersiva que nos deixa completamente deslumbrados, sem palavras e em êxtase com
a sua grandiosidade, atenção aos detalhes e com tudo aquilo que nos vai sendo
apresentado.
Um
dos maiores destaques vai sem dúvida, para a banda sonora tão rica e fantástica
de Ludwig Göransson que ao longo do filme, nos faz vibrar cada vez mais e também
cria uma tensão pertinente e interessante à própria história.
Em
relação ao elenco, quero realçar as interpretações fabulosas de Matt Damon,
Anne Hathaway, Samantha Morton, John Leguizamo e Robert Pattinson. Cada um, deu
vida a personagens com personalidades muito distintas entre si. Mas, mesmo
assim, conseguiram brilhar durante o tempo em que estiveram em cena. E até
houve quem desse mesmo tudo de si, por mais pequena que pudesse ser a cena
apresentada.
Divulgação: Universal Pictures Portugal e Cinemundo
De
uma certa forma, Anne Hathaway no papel de Penélope representou um
símbolo, uma mulher resiliente e complexa que é envolvida em luto, raiva e
abandono. Ela tem uma dose de esperança de que o poder do amor entre ela e Ulisses
é o suficiente para ele voltar. Por isso, ela faz o que for necessário para
aguentar o máximo de tempo possível para que aconteça o seu reencontro mais
aguardado.
Depois,
temos Samantha Morton como Circe que é surpreendente nas poucas cenas onde
surge, mas é o suficiente para se destacar de um modo impecável. Já Robert Pattinson
mostra a sua versatilidade com a interpretação de um antagonista que nos dá alguns
calafrios e que não queremos que ganhe a mão de Penélope. Matt Damon é
excelente a desempenhar a evolução deste líder e todas as camadas da
personalidade de Ulisses. Enquanto John Leguizamo é uma das grandes
surpresas deste enredo e tem uma relevância muito maior do que se pensava.
Esta
é daquelas produções que nos faz relembrar a razão pela qual temos um amor
poderoso pelo cinema. Como o storytelling, a cinematografia, a
cenografia, a banda sonora e a escala de um projeto destes, encaixam na
perfeição. E entregam ao público, uma história de qualidade extremamente
elevada que faz transbordar todo o tipo de emoções e que consegue surpreender a
todos os níveis. Um filme que é memorável, supera as expetativas e onde todos
os atores entregam performances espetaculares.
As
cenas de luta foram incríveis, principalmente as do último ato relacionadas com
a personagem de Matt Damon. E sabendo que estas sequências não demoraram assim
tanto tempo a filmar, ainda torna o resultado mais surpreendente.
Divulgação: Universal Pictures Portugal e Cinemundo
Apesar
de todas as polémicas que fizeram parte desta produção, nenhuma delas afetou a
minha experiência a ver este filme. Fui completamente de mente aberta e sem
pensar, se estava ou não de acordo com o material original. O que acabou por me
estranhar foi o tempo de ecrã de algumas personagens. Umas esperava que
aparecessem durante mais tempo, enquanto outras esperava muito menos.
Além
disso, houve alturas em que faltou um pouco mais de emoção e no qual alguns
diálogos não resultaram assim tão bem.
Garantidamente,
A Odisseia de Christopher Nolan merece ser celebrada e vista no maior
ecrã possível em IMAX. E ficará para sempre como uma experiência
cinematográfica única que triunfou e que marcará com excelência, a história do
cinema!
Por isso, não percam
esta aventura impressionante por esta Odisseia, porque filmes deste
calibre não aparecem todos os dias. Valeu a pena a espera. E se são realmente amantes
de cinema, então têm mesmo de assistir a esta aposta tão arriscada, mas que no
final foi bem-sucedida.