sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Shelter | Crítica deste filme protagonizado por Jason Statham

 

Jason Statham está de regresso para mais um thriller de ação e desta vez com o filme Shelter!

Realizado por Ric Roman Waugh, o elenco também é composto por Bodhi Era Breathnach, Naomi Ackie, Daniel Mays, Harriet Walter e Bill Nighy.

Neste caso, a história acompanha Michael Mason, um antigo assassino do governo britânico que vive isolado numa remota ilha escocesa. A sua vida solitária muda quando resgata Jessie, uma jovem que sobrevive a um naufrágio, atraindo imediatamente a atenção da agência que o quer eliminar.

Nesta ilha costeira remota, temos um homem recluso que salva esta rapariga de uma tempestade mortal, acabando por arrastar ambos para uma situação de grande perigo. E depois, ele é forçado a sair do isolamento e vê-se obrigado a enfrentar um passado turbulento enquanto protege Jessie, dando assim, início a uma viagem intensa de sobrevivência e redenção.

E é desta forma que Mason é empurrado novamente para um jogo de caça ao homem, onde tenta sobreviver e ao mesmo tempo, enfrenta uma estrutura governamental corrupta e brutal.

Divulgação: Cinemundo

Desde o início que se percebe que Mason tem algo a esconder e que deve ter tido uma razão muito forte para ter tomado a decisão de viver completamente isolado de tudo e todos, sendo que a única possibilidade de contacto humano seria através de Jessie, a pessoa que lhe entregava suprimentos. E mesmo assim, ele decidia manter-se afastado. Porém, ela quis tentar criar uma ligação com ele e mostrar-lhe algum tipo de humanidade. Será que este ex-agente lhe vai dar uma chance de ter algum tipo de conexão?

Apesar de ser um filme maioritariamente de ação, também é dedicado algum tempo a explorar a construção da relação entre eles que se inicia essencialmente após a tempestade que deixou Jessie sem família.

Shelter vai entregar ao espetador uma experiência satisfatória, principalmente quem aprecia filmes que combinam uma boa dose de ação intensa com violência e espionagem. Além de toda a perseguição e a tensão psicológica que faz parte, também temos referências aos perigos que sistemas sofisticados de vigilância possuem e como podem prejudicar mais do que beneficiar.

Quando Jason Statham participa neste género de projetos, a pessoa acaba por ter sempre uma expetativa e sensação que vai passar por um bom momento de entretenimento. E mais uma vez, ele cumpriu com isso mesmo, onde todas as cenas de luta que protagoniza são sólidas e prendem a atenção.

Em comparação com outros filmes deste tipo, até pode não acrescentar nada de novo, surpreender pouco e ter uma história relativamente previsível com alguns clichés pelo caminho. Contudo, cumpre com um dos objetivos principais, que é entreter o público, e isso já é suficiente.

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