sábado, 25 de novembro de 2023
Receita de Tapioca de Banana e Frutos Silvestres
quarta-feira, 15 de novembro de 2023
The Hunger Games: A Balada dos Pássaros e das Serpentes - um espetáculo criativo, alucinante e cativante que surpreende
O universo The Hunger Games está de regresso! The Hunger Games: A
Balada dos Pássaros e das Serpentes (The Hunger Games: The Ballad of
Songbirds & Snacks, como título original) é o quinto filme desta
franquia tão popular e adorada pelo público, tendo sido realizado por Francis
Lawrence e é basado no livro com o mesmo nome de Suzanne Collins.
O elenco é constituído por Tom Blyth, Rachel Zegler, Peter Dinklage, Hunter
Schafer, Josh Andrés Rivera, Jason Schwartzman e Viola Davis.
Esta história ocorre 64 antes de Katniss Everdeen se voluntariar
como Tributo, e décadas antes de Coriolanus Snow se tornar o
tirano Presidente de Panem.
Divulgação: Lionsgate e Pris Audiovisuais
A nova aventura acompanha o jovem Coriolanus (Tom Blyth), a última
esperança da outrora orgulhosa família Snow, cuja linhagem decadente
significou uma queda em desgraça no Capitólio do pós-guerra. Com o seu sustento
ameaçado, Snow aceita relutantemente a missão de ser o mentor de Lucy
Gray Baird (Rachel Zegler) – um tributo do empobrecido Distrito 12 – nos 10º
The Hunger Games. Assim que o encanto de Lucy Gray cativa o
público de Panem, Snow vê uma oportunidade de mudar o destino de
ambos. Com tudo pelo que trabalhou em jogo, Snow une-se a Lucy Gray
para virar as probabilidades a seu favor. Lutando contra os seus instintos
tanto para o bem quanto para o mal, Snow parte numa corrida contra o
tempo para sobreviver e revelar se acabará por tornar-se um pássaro…ou uma
cobra.
Esta narrativa desenvolve a dualidade do espírito entre pássaro e serpente
que existe dentro de todos nós. Como todos somos luz e escuridão, bem e mal,
alegria e tristeza, ou seja, um tipo de fusão de penas e escamas. Cada decisão
que tomamos é fulcral para nos levar por um caminho que acabará por revelar o
nosso verdadeiro eu.
Este filme oferece um cenário original que leva a um território
desconhecido, ao mesmo tempo que permanece tematicamente conectado aos outros
filmes da franquia. A prequela examina o passado de Panem e desenterra
toda a rica história referenciada nos filmes anteriores através dos olhos de um
jovem Coriolanus Snow, cuja história se torna o fio condutor de todos os
filmes anteriores de The Hunger Games.
É graças à história de origem de Coriolanus Snow que vamos perceber
como é que esta figura se transformou no arrepiante Presidente de Panem,
cuja maldade não tem limites.
Esta saga de sucesso continua a ser um fenómeno global e a atrair quem
acompanha a mesma, pois continua a ter muito por onde explorar. E ainda, tem a
capacidade de fazer com que o público coloque a sua imaginação em prática para
tentar adivinhar o que irá acontecer de seguida. Com esta visão mais recente
não é exceção!
Divulgação: Lionsgate e Pris Audiovisuais
Como referido anteriormente, o foco vai completamente para Coriolanus
Snow que depois de ter mostrado o seu valor e merecer ganhar um prémio
vital para o seu futuro e o da sua família, as coisas não correm como ele
esperava. Na realidade, as regras mudam e agora o que mais importa é o
desempenho que terá como mentor de Lucy Gray do distrito 12 que tem
todas as probabilidades contra ela para vencer esta edição dos The Hunger
Games. Mas será que ela vai conseguir fazer a diferença e sobreviver na
arena? Uma coisa é certa! Coriolanus Snow coloca tudo em risco, sendo
que vai arriscar e fazer o que for preciso para que Lucy Gray saia de lá
viva e vencedora!
Divulgação: Lionsgate e Pris Audiovisuais
Uma das partes mais empolgantes do filme é sem dúvida quando ocorre o espetáculo
do The Hunger Games que contém sempre surpresas inesperadas para o público
que está a assistir e com tributos que vai fazer qualquer um torcer pela sua vitória.
O desenrolar de alguns participantes é mais previsível do que outros, mas mesmo
assim capta a atenção. A estratégia que vai sendo colocada por uns até acaba
por ser interessante de acompanhar.
Contudo, há uma personagem que rouba todas as atenções, cativando desde o
primeiro momento em que surge e que merece o seu devido destaque. Desempenhada
pela extraordinária Viola Davis, estou a referir-me à Dra. Volumnia Gaul,
a mente por trás do jogo da 10ª edição dos The Hunger Games e que
implementou os anteriores. Além de ser a responsável pelo departamento de Guerra,
esta é uma mulher muito inteligente, calculista e criativa que é apaixonada
pelo seu trabalho, sendo que está constantemente a inventar novas formas de
tornar o jogo mais difícil de sobreviver e cumprir assim, com o seu propósito. Por
vezes, tem uns comportamentos diabólicos, mas é daquelas pessoas que impõe um
enorme respeito e que, também cria uma sensação de medo instantâneo a quem está
ao seu redor. Viola Davis fez um excelente trabalho, onde se encaixou na
perfeição a dar vida a esta mulher louca e com uma gargalhada contagiante de
uma vilã.
Divulgação: Lionsgate e Pris Audiovisuais
Relativamente à jornada de Coriolanus Snow nesta história, temos a
oportunidade de conhecer um lado diferente daquele que temos estado habituados.
Um jovem bondoso, preocupado e com boas intenções que quer tomar conta da sua
família da melhor forma que conhece. Porém, a sua relação conturbada com o
diretor Highbottom (Peter Dinklage) que quer prejudicá-lo a todo o
custo, pode vir a ser a ponta do iceberg para tudo mudar na sua vida no Capitólio
e também de ver as coisas com outros olhos.
Foi interessante acompanhar o seu desenvolvimento e os sacrifícios que teve
de fazer ao longo do seu caminho pelo Capitólio e fora dele para chegar onde
queria, levando a escolhas que o iriam atormentar. E mais tarde, fazendo com
que se transformasse para sempre em alguém irreconhecível e completamente sem
escrúpulos. A pessoa acaba por ficar com uma melhor noção das razões pelas
quais, ele se tornou assim.
Divulgação: Lionsgate e Pris Audiovisuais
Além disso, temos a jovem Lucy Gray que conseguiu conquistar o
público de Panem e até de surpreender tudo e todos não só com a sua
bonita voz, mas com a sua capacidade de sobrevivência quando precisa de usar os
seus instintos. Desde o primeiro instante que ela captou a atenção de Coriolanus
Snow, chegando a um ponto que vemos uma versão dele mais vulnerável que é
capaz de tudo para proteger Lucy Gray. Porém, isso pode não ser bom para
a missão pessoal de Coriolanus e até mais tarde, vir a prejudicá-lo.
A dinâmica desta dupla é bem conseguida e cria uma empatia imediata no
espetador, sendo que ficamos com curiosidade em saber como se irá desenrolar a
aventura perigosa desta dupla.
The Hunger Games: A Balada dos Pássaros e das
Serpentes é uma boa combinação
de ação, aventura e drama que traz como resultado, um espetáculo criativo, alucinante e cativante que é uma boa fonte de entretenimento pelo modo como tudo
é apresentado. Seja pelos ângulos de filmagem escolhidos, pela história intrigante
repleta de violência, destruição, mortes, armadilhas, manipulações, reviravoltas e enganos
ou até pela banda sonora que possui músicas que são introduzidas na altura
certa e acabam por ficar no ouvido.
Este é um mundo incrível cheio de surpresas que não podem mesmo perder! E que eu acredito que não ficará por aqui, pois ainda há muita história para ser contada. Por isso, termino com: May the odds be ever in your favor!
quinta-feira, 9 de novembro de 2023
"The Marvels" é um filme refrescante que cria um ambiente descontraído e engraçado e que consegue entreter
Chegou o momento da estreia de The Marvels (As Marvels, como título em português) que é uma produção da Marvel Studios, desta vez realizada por Nia DaCosta e com Kevin Feige como produtor. Já está disponível na plataforma de streaming da Disney+.
O filme é protagonizado por Brie Larson, Teyonah Parris, Iman Vellani, Zawe
Ashton, Gary Lewis, Seo-Jun Park, Zenobiia Shroff, Mohan Kapur, Saagar Shaikh e
Samuel L. Jackson.
A narrativa desenrola-se ao redor de Carol Danvers (Brie Larson),
também conhecida como Capitão Marvel, recuperou a sua identidade da
tirania Kree e vingou-se da Inteligência Suprema. Mas, com consequências
imprevisíveis levam Carol a carregar o fardo de um universo
desestabilizado. Quando os seus deveres a enviam para uma fenda espacial anómala
ligada a um revolucionário Kree, os seus poderes interligam-se com os da
super-fã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Velani), também
conhecida como Ms. Marvel; e com a sobrinha afastada de Carol, a Capitão
Monica Rambeau (Teyonah Parris), agora uma astronauta S.A.B.E.R. “As
Marvels”, um trio improvável, precisa unir-se e aprender a trabalhar em
conjunto para salvar o universo.
Já algum tempo que este filme suscitava algum interesse, principalmente
logo após a introdução das personagens Kamala Khan e Monica Rambeau
no universo da Marvel. Com Ms. Marvel, Kamala Khan teve uma série
própria para ser apresentada como a super-heroína que salvou Jersey City.
Enquanto Wandavision, uma das produções mais faladas da Marvel deu-nos
um pedacinho da história de Monica Rambeau. Na realidade, nem é
necessário acompanharem estas séries, pois o próprio filme dá as informações essenciais
sobre Kamala Khan e Monica Rambeau. Mas, acredito que a
perspetiva será bem diferente, caso a pessoa tenha tido a chance de acompanhar
essas produções que são muito distintas entre si.
Divulgação: Marvel Studios
Por vezes damos conta de que estamos a ver uma história juvenil mais
colorida e isso é muito devido à forma como foi construída a própria Ms.
Marvel. A Kamala Khan é daquelas personagens que traz uma energia
contagiante. E ao mesmo tempo, mostra o seu lado mais ingénuo e até nerd,
relativamente a tudo relacionado com a Carol Danvers, o seu ídolo. Já
imaginaram como seria ter a oportunidade de conhecer uma das nossas referências
e quando chegasse esse momento, as expetativas terem sido superadas? Foi isso o
que aconteceu com Kamala Khan, uma autêntica fan girl que lutou
ao lado da sua heroína e ainda, tem muito para aprender. Contudo, traz um ponto
de vista completamente novo que pode vir a inspirar muitos futuramente.
No caso de Monica Rambeau, depois de ter recebido os seus poderes
através de um feitiço criado por Wanda (Elizabeth Olsen), ela já
consegue ter controlo sobre eles e aproveita para colocá-los em prática no seu
trabalho no espaço, através do projeto S.A.B.E.R, liderado por Nick
Fury (Samuel L. Jackson). Porém, ela continua a lidar com os seus traumas
causados pelo “abandono” de Carol Danvers. Monica será testada de
diversas formas, entre elas, a partir do momento em que surge o reencontro há
muito aguardado.
Acompanhada pelo gato invulgar Goose, Carol Danvers está a aprender a estar sozinha e continua a lidar com as consequências dos seus atos, enquanto tenta recuperar
as suas memórias que tinham sido apagadas pelos Kree e perceber o que significa ser uma líder. De repente, ela é atirada para uma situação com uma nova equipa.
Divulgação: Marvel Studios
A decisão de incluírem Monica Rambeau e Kamala Khan como
parceiras desta Vingadora para esta nova aventura foi sem dúvida, uma ideia bem
inteligente. Estas três mulheres possuem uma dinâmica natural entre si, prendendo
mais a atenção de quem está a ver, tornando-se assim, especial e interessante vê-las a
trabalhar em equipa. E ainda, utilizando os seus poderes de uma certa forma com semelhanças, que num todo encaixam na perfeição.
Um dos pontos altos desta história é sem dúvida, as cenas de luta que estão
muito bem construídas e coreografadas, mostrando uma arte que podia ser difícil
de representar, principalmente quando esta tripla está constantemente a trocar
de lugar, devido aos poderes estarem interligados entre si. Os efeitos visuais
é outro ponto muito positivo que em certas situações, a pessoa ficava fascinada
com aquilo que estava a ver.
Porém, o argumento tem os seus altos e baixos e não conseguiu ser sempre
consistente, sendo que se fica com a sensação de que faltou algo e que poderiam
ter explorado outros elementos. Mesmo assim, tem o seu charme, dá para ver que foi feito com amor e existem alturas
em que brilha com elegância.
Divulgação: Marvel Studios
Infelizmente, esperava mais do papel da antagonista. Eu já conhecia o
trabalho de Zawe Ashton e admito que estava curiosa para vê-la interpretar uma
vilã. Mas, não foi de acordo com aquilo que esperava. Acabou por ser uma
personagem facilmente esquecível, em que faltou muita coisa para ser contada da
sua história de origem e que poderia ter sido mais bem aproveitada.
The Marvels cria um ambiente descontraído e engraçado com
algumas parvoíces pelo meio que consegue entreter à sua maneira. É um filme leve, divertido, refrescante e cheio de ação com humor criativo e possuindo ideias mais inovadoras que foram
interessantes de se ver, sendo que trouxe um resultado satisfatório. Além disso, tem
cameos e uma cena pós-créditos, apresentando uma realidade paralela com
personagens populares, que eu acredito que vai entusiasmar muitos admiradores
para o futuro da Marvel.
No entanto, é mais uma produção que vai dividir opiniões. Mas que mesmo assim, cria vontade de continuar a ter esperança de que o universo cinematográfico da Marvel vai voltar aos seus dias de glória.
quarta-feira, 1 de novembro de 2023
"Jeanne du Barry" é um filme de época francês dedicado à história de vida da última amante do Rei Luís XV
Jeanne du Barry foi o filme de abertura da edição deste ano do
Festival de Cannes, que recebeu uma ovação de 7 minutos e já tem data marcada para
estrear em Portugal. Após ter aberto a 24ª edição da Festa do Cinema Francês no
Cinema São Jorge, podem finalmente ver este filme francês nos cinemas, a partir
do dia 2 de novembro e através da distribuição da Pris Audiovisuais. Além de protagonista
desta produção com uma duração de quase 2 horas, Maïween é também a
argumentista e a realizadora da mesma. Atualmente, está disponível na plataforma da Prime Video.
O elenco é constituído por Maïween (Jeanne du Barry), Johnny Depp (Louis
XV), Benjamin Lavernhe (La Borde), Pierre Richard (Duc de Richelieu), Melvil
Poupaud (Comte du Barry), Pascal Greggory (Duc d’Aiguillon), India Hair (Adélaïde),
Suzanne de Baecque (Victoire), Capucine Valmary (Louise), Diego Le Fur (The
Dauphin), Pauline Pollmann (Marie-Antoinette), Micha Lescot (Mercy), Noémie
Lvovsky (Comtesse de Noailles), Marianne Basler (Anne) e Robin Renucci (Monsieur
Dumousseaux).
Jeanne du Barry é livremente inspirado na vida de Jeanne Bécu, que nasceu como filha ilegítima de uma costureira pobre e subiu à corte de Luís XV para se tornar na sua última amante oficial. A famosa cortesã viveu um relacionamento escandaloso na corte de Versailles com o rei Luís XV, monarca conhecido pelas suas extravagâncias e inúmeras amantes.
Como Condessa du Barry, Jeanne foi oficialmente apresentada ao Rei, que se apaixonou perdidamente e imediatamente por ela. Em 1769 foi incluída com pompa e circunstância na Corte, gerando escândalo, inveja e animosidade.
Com a distância de 230 anos, possivelmente teremos uma Jeanne menos julgada, mas, infelizmente igualmente trágica. Uma mulher que conseguiu superar todos os obstáculos, menos o julgamento da sociedade.
Este filme aborda a vida de Jeanne Vaubernier, uma mulher do povo determinada a subir na hierarquia social, usa os seus encantos para escapar à pobreza. O seu amante, o Comte du Barry, que enriqueceu graças às intrigas amorosas de Jeanne, deseja apresentá-la ao Rei e organiza um encontro através do influente Duque de Richelieu. O encontro vai muito além das suas expetativas: para Luís XV e Jeanne, é amor à primeira vista. Através da cortesã, o rei redescobre o apetite pela vida: de tal forma que já não consegue viver sem ela e decide torná-la a sua favorita oficial. Segue-se um escândalo. Ninguém quer uma mulher da rua na Corte.
Jeanne foi uma jovem inteligente e trabalhadora que sabia muito bem o que
estava a fazer. Ela nasceu em 1743 como filha ilegítima de uma costureira pobre
que depois, teve a capacidade de alcançar com distinção a corte de Luís XV. E
tornou-se mais tarde, na favorita e na última amante oficial do monarca.
Divulgação: Pris Audiovisuais
Como Jeanne, uma mulher do povo se transformou numa cortesã e criou toda a
sua influência durante o reinado do rei Luís XV? Uma parte foi devido à
habilidade perspicaz do seu marido, o Comte du Barry, sendo que aos poucos, ela
foi subindo de posição até chegar ao soberano da monarquia francesa. E outra
pela beleza, independência e personalidade peculiar de Jeanne que começou a
criar invejas e temas de conversa para com quem ela se cruzasse.
Esta famosa cortesã que alterou completamente o seu destino viveu um
relacionamento escandaloso na corte de Versailles com o rei Luís XV. Contra
todas as possibilidades e rigores de etiqueta, Jeanne mudou-se para Versailles,
onde a sua chegada escandaliza a corte.
Divulgação: Pris Audiovisuais
Jeanne foi uma mulher recheada de espontaneidade que não respeitava as
regras de etiqueta e a aristocracia real. Mas, o seu sofrimento era provocado
constantemente por diversas razões, entre elas, os rumores que iam surgindo na
corte sobre si e o facto de ser amante de Luís XV. Porém, ela tinha uma grande
influência sob o rei e sabia exatamente o que dizer. A pessoa sente uma conexão
forte com esta mulher, seja pela sua resiliência, inteligência ou pelo caminho
que teve de percorrer para chegar ao que desejava.
Esta longa-metragem aproveita para contar a partir da infância pobre de
Jeanne. Depois, é mostrada um pouco da educação que recebeu, nos quais era
pouco frequente de acontecer para pessoas com o seu estatuto social. De
seguida, a sua ida e expulsão do convento, onde viveu por uns anos. Mais tarde,
é apresentada a sua função de cortesã que surgiu, devido ao seu gosto pelo sexo
e respetivos poderes de sedução. Tudo isto até chegar o dia, em que ela conhece
o rei Luís XV, ficando assim, com uma nova posição que ocorreu por causa do seu
relacionamento com o líder francês.
Johnny Depp é um dos principais destaques desta longa-metragem, onde
desempenha Luís XV, um monarca conhecido pelas extravagâncias e inúmeras amantes.
O seu desempenho é muito bom. E apesar de ter surgido com menos diálogos e em
poucas cenas, ele brilhou imediatamente de um modo próprio e com uma dicção bem
implementada do francês. Também bastou apenas a sua linguagem corporal e
respetivas expressões faciais para compreendermos, não só as diferentes emoções
deste rei, mas também, tudo aquilo que ele pretendia. Como um olhar e o silêncio
valem mais do que mil palavras!
Luís XV foi um líder que possuía uma personalidade bem peculiar, de acordo
com a sua própria posição. Mas também tinha uma hipersensibilidade e um lado
mais romântico. Ele era curioso com a maneira de ser de Jeanne e acabou por ser
atraído por ela, porque era uma mulher diferente e livre.
Divulgação: Pris Audiovisuais
O relacionamento de Luís XV com Jeanne não foi bem recebido e foi fonte de
intrigas por parte da corte que são bem retratadas, de acordo com a época.
Infelizmente, faltou mais cumplicidade neste romance que era suposto
representar uma paixão profunda complementada com um amor louco entre Jeanne e
Luís XV. Também esperava que houvesse muitas mais cenas focadas neles, tendo como
objetivo, o de explorar mais a relação deles. Para mim, seria sem dúvida,
um lado da narrativa mais interessante para se desenvolver.
Uma das boas surpresas desta longa-metragem é La Borde, o fiel servo do rei
que protagoniza cenas que traz ao argumento, um rumo mais descontraído e com
alguma piada pelo meio, criando assim, mais empatia e envolvência para com o espetador.
A história é filmada em 33 mm, sendo composta por um tom moderno e um ritmo
relativamente lento que pode não agradar a todos. É dividida em diferentes
etapas da vida de Jeanne e apresentada com delicadeza. Além disso, foram
implementadas algumas mudanças que podem não ter o resultado desejado por parte
do público. Infelizmente, a maior parte das personagens foram passadas para
segundo plano. E também podia ter existido mais carisma e dinâmica entre elas. Uma
escolha que impediu que a história fosse mais rica e interessante.
A representação desta era é feita com ligações precisas entre o século 18 e
o tempo atual. Uma das partes mais bem representadas é o guarda-roupa fantástico,
maquilhagem e os penteados inovadores que eram usados naquela altura. Também a
banda sonora clássica teve um papel fundamental no filme.
A importância dos protocolos reais e da etiqueta ou os comportamentos da
corte perante diversas situações, nos quais fazia parte, a discriminação que
ainda existe nos tempos atuais são alguns dos assuntos desenvolvidos que eram
pertinentes no século 18.
Divulgação: Pris Audiovisuais
No entanto, os cenários naturais do lindíssimo Palácio de Versailles e os
seus magníficos jardins são dos principais destaques deste filme. Eles criam
cenas mais apropriadas à realidade da época, que são exuberantes e com
requinte, onde são apresentados os luxos e o próprio poder da corte. A Capela
Real, o Salão dos Espelhos e a Sala Hércules são lugares mágicos que mais
entusiasmaram quem está a acompanhar esta longa-metragem, principalmente quem já
teve a oportunidade de os visitar pessoalmente, como foi o meu caso. Foi espetacular
ver cada uma das cenas a serem apresentadas nestes espaços!
Esta produção é o primeiro filme de época de Maïween e é dedicado completamente
a Jeanne du Barry, uma figura histórica que fez a diferença durante o reinado
de Luís XV. Mas, não foi referida da forma que devia. Temos a oportunidade de
acompanhar, tanto a sua ascensão, como a sua própria queda, após ocorrer uma
tragédia que iria mudar por completo a vida de Jeanne para sempre.
Jeanne du Barry possui uma narrativa emocionante, simples e sem
exageros, que por vezes perdeu o seu equilíbrio. Esta retratou a infância, a
juventude, o relacionamento de Jeanne com Luís XV e os efeitos que teve na sua
vida.
Obviamente, não é um filme perfeito e teve problemas evidentes, sendo capaz
de provocar reações inesperadas e até de dividir as opiniões do público. Mas, dá
para perceber que Maïween dedicou-se de alma e coração a contar a
história de Jeanne du Barry com todo o amor e respeito que ela tem por esta
mulher.
O balanço final é que considero como sendo uma história interessante com potencial para muito mais, onde criou vontade no espetador, em querer saber mais sobre a vida de Jeanne du Barry, mas que infelizmente, soube a pouco.
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
Filme "SAW X" - estão preparados para o regresso intrigante de John Kramer que não vai deixar ninguém indiferente?
Estão preparados para o regresso de John Kramer? A saga de terror mundial
está de volta desta vez com SAW X, tendo a realização de Kevin Greutert
e trazendo para o público um momento de entretenimento puro de praticamente 2
horas.
O elenco é constituído por Tobin Bell, Shawnee Smith, Synnove Macody Lund,
Steven Brand, Renata Cavas, Octavio Hinojosa e Paulette Hernandez.
John Kramer (Tobin Bell) está de regresso em SAW X, o
filme mais intrigante, inesperado e arrepiante da franquia de terror global.
Explorando o capítulo do jogo pessoal não contado de John/Jigsaw, o
filme passa-se entre os eventos de SAW I e II. Um John
doente e desesperado viaja até ao México para um procedimento médico experimental
e arriscado, que ele espera que seja uma cura milagrosa para o seu cancro. Mas
rapidamente descobre que a operação é uma farsa para enganar pessoas
vulneráveis. Focado com um novo propósito, John regressa ao único
trabalho que sabe fazer, transformando o ataque dos vigaristas com o seu estilo
visceral característico, por meio de armadilhas aterrorizantes e engenhosas. Ou,
como o próprio John diz, ele ajuda as pessoas a superar os seus
obstáculos internos e a fazer mudanças positivas nas suas vidas.
São várias as franquias que vão tendo os seus desafios, enquanto tentam
inovar a história que vão criando em cada projeto. Infelizmente, nem sempre
resulta bem e por vezes, acaba por se tornar cansativo ser sempre a mesma coisa.
Ao longo do caminho de SAW, isso pode ter ocorrido com alguns dos seus
filmes passados que perderam a sua qualidade. Mas com SAW X, a tomada de
decisão de trazer a história de regresso às origens foi uma ideia bem
inteligente.
Muito se dizia que SAW X podia transformar-se na luz ao final do túnel
e dar esperança para que o regresso de Jigsaw fosse impactante à sua
maneira e conseguisse conquistar o público, voltando à sua época de glória. E
felizmente, foi isso que aconteceu. Pelos vistos, valeu a pena este período
longo de preparação para esta produção. O filme tem recebido respostas muito
positivas de quem já viu e sem dúvida, que têm toda a razão. Os jogos satânicos
de John Kramer voltaram e estão mais surpreendentes do que nunca!
Este sim é um legado de Jigsaw que merece ser visto com uma história
pertinente e que tem a capacidade eficaz de prender a pessoa ao ecrã, desde o
primeiro instante. Apesar de fazerem parte, diversas cenas sanguinárias e algumas
violentas, a vontade de continuar a ver não desaparece. Apesar de tudo o que John
Kramer já fez ao longo da sua vida, automaticamente quem está a assistir cria
uma empatia com ele e até compreende o motivo principal pelos seus atos.
O espetador é constantemente surpreendido, a partir da altura que viajou para
um período específico da vida de John Kramer, que se transforma numa
jornada inesperada e atrativa.
Neste caso, acompanhamos um John Kramer mais vulnerável, mas que
mantém a sua essência bem peculiar. Mesmo estando doente, a perspicácia e a
inteligência que possui em pensar em todos os detalhes, relativamente aos seus
jogos e respetivas armadilhas é impressionante. E até a chance que temos de o
ver a colocar as suas ideias em movimento e depois executá-las na perfeição.
Este continua a ser um John Kramer manipulador, determinado, calculista
e muito culto. Ele é um engenheiro civil e arquiteto que está constantemente a
construir coisas novas e aterrorizantes, sendo que não desiste, por mais adversidades
que possam vir a ocorrer.
Agora já imaginaram como seria enganar alguém como John Kramer na
sua fase mais frágil e pensar que tinha escapado por completo? Uma escolha
pouco sensata que irá levar com as consequências, através de um ensinamento de
uma lição bem difícil. E uma coisa é garantida! Não vai cair bem para os
responsáveis.
Este é um novo território para o protagonista, pois nunca tinha passado
pela situação de ser aproveitado pelas piores razões. No entanto, aquilo que
ele tem preparado, será um tipo de vingança que se serve fria. Mas, que na
mente complexa de John Kramer faz todo o sentido que seja colocada em
prática com métodos extremos. Contudo, a forma como tudo é processado, será uma
mais valia para ele? E será que alguém vai conseguir escapar das suas
armadilhas e vencer o jogo?
Na realidade, esta narrativa também acaba por ser um despertar para todas
as pessoas que estão gravemente doentes e podem ser facilmente burladas. Todos
os cuidados são poucos. A esperança pode ser uma arma muito forte, mas nas mãos
erradas pode trazer muito sofrimento para quem está desesperado para arranjar
uma solução para a sua situação!
Além disso, também podemos acompanhar o mestre a ensinar à sua aprendiz,
tudo aquilo que ela precisa de saber para continuar com o seu legado. E ainda, assistir
à dinâmica desta dupla e perceber a moralidade e o lado mais humano de cada um
a ser testado.
Como filme de terror com uma boa qualidade que funcionou eficazmente e cumpriu com o prometido, SAW X é uma ótima aposta para a época de Halloween que contém as suas reviravoltas intrigantes e deixando o público a colocar a sua imaginação em prática. O que não vai faltar são banhos de sangue, mortes, momentos de adrenalina e criatividade pelo meio. E por isso, venham ser testemunhas do regresso de Jigsaw! Agora, vamos jogar?
quarta-feira, 18 de outubro de 2023
10 Séries de Terror que não podem mesmo perder!
Existe uma infinidade de series para todos os gostos. Considero-me uma pessoa que aprecia séries com diferentes tipos de géneros. E desta vez, vou falar de séries de terror! Infelizmente, não tem havido ultimamente, um bom número de produções que possam ser classificadas como sendo inovadoras e até chegar a um ponto de ter a capacidade de superar as expetativas.
Mesmo assim, eu vou destacar 10 séries de terror que na minha opinião
ficarão na memória de um admirador deste tema.
Vamos à isso?
Penny Dreadful
Penny Dreadful é sem dúvida, a minha série favorita de terror
que transborda de qualidade e prende ao ecrã, qualquer amante de produções de
terror. E muito é devido não só à história fascinante que vai sendo contada,
mas principalmente ao desempenho extraordinário de Eva Green no papel de
protagonista.
É constituída por 3 temporadas, tendo estreado em 2014 no Showtime. Já foi
transmitida por diversas plataformas de streaming e atualmente pode ser vista
na SkyShowtime e Apple TV+
Esta produção estreada em 2014 é um thriller, com muito mistério, terror e
suspense à mistura, que conta a história de uma mulher chamada Vanessa Ives
(Eva Green), que esconde um segredo, nos quais terá de enfrentar, num mundo
cheio de criaturas sobrenaturais, como bruxas, ou lobisomens. Passa-se em Londres,
no fim da década de 1890, nos quais vivem diferentes personagens assustadoras,
que fazem parte da literatura de terror britânica, tais como, Frankenstein,
Dr Jeckyll, Dorian Gray, Van Helsing, Drácula,
entre outros.
Se quiserem saber mais sobre Penny Dreadful, podem ler a crítica dedicada à série AQUI!
O Exorcista
O Exorcista é uma série de terror composta por 2 temporadas
que estreou em 2016 nas mãos da Fox e infelizmente terminou em 2018. Foi criada
por Jeremy Slater e tem no elenco Alfonso Herrera, Ben Daniels, Kurt Egyiawan e
Hannah Kasulka. Atualmente, pode ser vista na plataforma da Prime Video.
É verdade que o que não falta são filmes relacionados com o Exorcista,
sendo cada um com as suas peculiaridades. Mas, esta produção é um thriller
psicológico impulsionador que conseguiu trazer o seu próprio ponto de vista,
surpreendendo pela positiva quem estivesse a ver. E tive mesmo muita pena que a
Fox não deu uma oportunidade para continuar com esta história e dar assim, um
final digno à mesma.
Esta narrativa é uma reinvenção moderna inspirada no livro original de William Peter Blatty, de 1971. Na segunda temporada mostra o Padre Tomas Ortega (Alfonso Herrera) e Marcus Keane (Ben Daniels), agora afastado do sacerdócio, nos arredores de Chicago e a encaminharem-se para oeste, em rota de colisão com o Inferno.
Chucky
Quem não se lembra do boneco diabólico e mortífero de seu nome Chucky?
Para quem não se recorda, nós conhecemos pela primeira vez este boneco Good Guy em 1988, quando estreou o primeiro filme, Child’s Play com a realização de Tom Holland. E depois tivemos a continuação deste franchise com Child’s Play 2 (1990), Child’s Play 3 (1991), Bride of Chucky (1998), Seed of Chucky (2004), Curse of Chucky (2013), Cult of Chucky (2017) e Child’s Play (um reboot estreado em 2019).
Desta vez, o franchise foi na direção de uma série que conta com uma visão
nova concebida pelo seu criador original, Don Mancini e que também tem um papel
de realizador e showrunner. Esta série de terror composta por três temporadas, é
uma produção original do canal norte-americano USA, juntamente com o SYFY que
pode ser vista em exclusivo no SYFY Portugal.
O
elenco é composto por Zachary Arthur, Björgvin Arnarson, Alyvia Alyn Lind, Teo
Briones, Devon Sawa, Brad Dourif (voz icónica e original de Chucky), Jennifer
Tilly, Alex Vincent, Fiona Dourif e Christine Elise.
Esta história decorre numa cidade idílica dos EUA que nunca mais será a mesma depois de ser arrastada para o caos, assim que surge numa venda de garagem, um boneco vintage "Good Guy" (mais conhecido como Chucky). Um novo rasto de mortes está prestes a acontecer logo após o aparecimento de Chucky. E ao mesmo tempo começa a ser exposto as hipocrisias e os segredos dos moradores de Hackensack. Enquanto isso, a chegada tanto de inimigos como de aliados do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás dos crimes, bem como as origens incontáveis deste demónio em forma de brinquedo.
Se quiserem saber mais sobre Chucky, podem ler o artigo com uma crítica dedicada à série AQUI!
American Horror Story
American Horror Story é das séries mais populares deste género, tendo
sido criada por Ryan Murphy e Brad Falchuck, sendo que já conta com 12
temporadas e inúmeros prémios. Estreou em 2011 e podem acompanhar na plataforma
da Disney+ e Apple TV+. Cada temporada é focada numa história diferente, sendo
que participam nomes bem conhecidos do público.
Além disso, também podem acompanhar American Horror Stories que é uma série de antologia semanal dos mesmos criadores, onde podem encontrar histórias de terror diferentes em cada episódio.
Marianne
Marianne é uma série de terror francesa original da Netflix que tem 8 episódios,
mas que conquistou imediatamente o espetador quando estreou em 2019. Infelizmente,
foi cancelada pela plataforma após uma temporada. Foi criada e realizada por
Samuel Bodin que também escreve a mesma, juntamente com Quoc Dang Tran. No
elenco fazem parte Victoire Du Bois, Lucie Boujenah e Tiphaine Daviot.
Uma famosa escritora de histórias de terror regressa à sua terra natal,
onde descobre que o espírito maligno que vê nos seus sonhos afinal também
existe no mundo real.
O que não faltam nestes episódios são momentos arrepiantes, sinistros e bem
obscuros.
Evil
Evil é daquelas produções estreada no canal CBS em 2019 que tem sido uma bela
surpresa para todos, conquistando em cada um dos seus episódios. Atualmente com
três temporadas, este é um original Paramount+ que tem sido exibido em Portugal,
tanto pelo canal Fox, como pelo TVCine Action e TVCine+. No elenco, podem encontrar Katja
Herbers, Mike Colter, Aasif Mandvi, Michael Emerson e Christine Lahti.
É uma série de terror sobrenatural que acompanha uma psicóloga forense e um
Padre católico enquanto procuram compreender acontecimentos paranormais.
De uma certa forma, a série passa por um mistério psicológico que examina
as origens do mal ao longo da linha ténue entre a ciência e a religião. Esta
batalha entre a ciência e a religião tem dado que falar nesta história
intrigante.
Já viram como seria uma psicóloga cética que se junta a um padre em treino
e a um empreiteiro, enquanto investigam um conjunto de mistérios inexplicáveis
da Igreja? E incluímos aqui supostos milagres, possessões demoníacas e
assombrações. O trabalho deste trio passa por avaliar se há uma explicação
lógica ou se algo verdadeiramente sobrenatural está a acontecer.
Uma coisa é certa, existem aqueles episódios que deixam a pessoa a refletir sobre aquilo que acabaram de ver.
30 Monedas
Aqui está uma produção espanhola de terror com suspense e mistério que
também foi uma ótima surpresa para os admiradores deste género. Dividida em
duas temporadas, este é um original da HBO Max, sendo que podem acompanhar os
seus episódios nesta plataforma. E foi criada por Álex de la Inglesia que tem
funções de realizador e escreveu em conjunto com Jorge Guerricaechevarria. Eduard
Fernández, Megan Montaner e Miguel Ángel Silvestre protagonizam esta série.
O Padre Manuel Vergara (Eduard Fernández) é um exorcista e um pugilista que já tinha cumprido a sua pena de prisão, sendo que acabou por ser exilado pela igreja para depois se tornar no padre de Pedraza, uma vila remota em Espanha. Ele acreditava que podia deixar o seu passado para trás e iniciar uma vida completamente nova num sítio que parecia ser bem simples. Mas, quando começam a acontecer fenómenos estranhos e paranormais que não têm qualquer tipo de explicação racional, Vergara faz com o que for necessário para descobrir a verdade, sendo que cria uma aliança com Paco, o presidente da câmara (Miguel Ángel Silvestre) e Elena, uma veterinária (Megan Montaner) em que juntos vão percorrer um caminho negro cheio de obstáculos que também inclui uma conspiração global que pode trazer o caos para o mundo. E tudo isto, devido a uma luta intensa pelo controlo das trinta moedas pelas quais o apóstolo Judas Iscariotes traiu Jesus de Nazaré.
Se quiserem saber mais sobre 30 Monedas, podem ler a crítica dedicada à série AQUI!
A
Maldição da Residência Hill
A
Maldição da Residência Hill foi
uma das séries de terror mais comentadas da plataforma da Netflix, sendo que quando
estreou em 2018 foi um sucesso tremendo que teve como criador, Mike Flanagan.
O elenco é composto
por Michiel Huisman, Carla Gugino, Henry Thomas, Elizabeth Reaser, Oliver
Jackson-Cohen, Kate Siegel, Victoria Pedretti, entre outros.
Este é um
clássico popular da literatura de terror que foi publicado por Shirley Jackson
em 1959 e teve a sua adaptação mais recente, através da Netflix. Além disso,
também inspirou filmes e peças de teatro.
Entre o passado e
o presente, uma família dividida enfrenta as memórias perturbadoras da sua
antiga casa e os eventos aterradores que os obrigaram a abandoná-la.
Esta é a história
de cinco irmãos que cresceram na mansão Hill, um lugar com fama nos
Estados Unidos de ser assombrado. Agora como adultos, eles regressam ao seu
antigo lar e são forçados a enfrentar os fantasmas do passado, após ter ocorrido
o suicídio da irmã mais nova.
Um mistério que
precisa de ser desvendado e em que não vão faltar momentos sobrenaturais e
assustadores.
The Strain
Com 4 temporadas,
The Strain estreou no FX em 2014 e terminou em 2017. Atualmente, pode
ser vista na plataforma Disney+, através da área Star e também na Apple TV+. Foi
criada por Guillermo del Toro e Chuck Hogan, sendo baseada na trilogia de obras
escrita por eles e com o mesmo nome.
No elenco, temos
Jonathan Hyde, David Bradley, Miguel Gomez, Corey Stoll, Kevin Durand e Richard
Sammel.
Esta é a história
de Dr. Ephraim Goodweather (Corey Stoll) e chefe da Equipa de Resposta Rápida
do CDC que investiga um surto em Nova Iorque com indicadores de vampirismo. Á
medida que o surto alastra, a equipa trava uma guerra pela humanidade.
Este é um
thriller de ritmo acelerado que não vai deixar ninguém indiferente e que está
repleto de situações obscuras, sinistras, sanguinárias, violentas e
avassaladoras.
Chapelwaite
Chapelwaite é uma série original da plataforma
MGM+ (antiga EPIX) com 10 episódios que podem acompanham na plataforma da HBO
Max, sendo que já foi renovada para uma segunda temporada. É baseada no conto Jerusalem’s
Lot de Stephen King que conta com Adrien Brody como o protagonista, nos
quais também tem uma função de produtor executivo. Esta adaptação é
desenvolvida por Jason Filardi e Peter Filardi.
Na
década de 1850, o capitão Charles Boone (Adrien Brody) muda-se
com a sua família para a sua casa ancestral na pequena e pacata cidade de Preacher’s
Corners. Charles rapidamente terá de enfrentar os segredos
da história da sua família e lutar para acabar com as trevas.
Se quiserem saber
mais sobre Chapelwaite, podem ler a crítica dedicada à série AQUI!
Estes são apenas alguns exemplos de séries de terror que não podem mesmo perder e que conseguem cativar o espetador, cada uma à sua maneira. E que vos parece fazer uma maratona de séries de terror?
São fãs de conteúdos de terror e não sabem o que ver? Experimentem estas 10 séries que apresentam histórias com uma essência própria e que são bem diferentes entre si.
Espero que estas sugestões sejam úteis para vocês!































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